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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Bolsas em forte alta: Brasil também deve se beneficiar hoje

As principais bolsas européias e futuros norte-americanos abrem em forte alta agora pela manhã. O motivo: ontem o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, decidiu expandir a política monetária do país, concordando em comprar US$ 600 bilhões em títulos do Tesouro norte-americano, inundando dessa forma o mercado com dinheiro novo. A expectativa do FED com essa medida é estimular o consumo no país, através da expansão inflacionária. Os economistas estão divididos em relação à atuação da autoridade monetária norte-americana. Para alguns o presidente da instituição, Ben Bernanke, está andando em território não explorado economicamente e sua política expansionista pode levar os EUA a uma espiral inflacionária fora de controle. Outros acreditam que atuando dessa forma, o banco central dos EUA deixa o país mais competitivo internacionalmente, desvalorizando sua moeda e ampliando suas exportações.
Fonte: ADVFN

terça-feira, 6 de abril de 2010

Insight Cambial – Após Rompimento, queda poderá se acentuar

A combinação de indicadores positivos durante a semana, dentre eles a taxa de desemprego norte-americana e as soluções sobre a dívida na Grécia, foram bem aceitas pelo mercado e fizeram o Ibov disparar e fechar a semana anterior acima dos 71 mil pontos, derrubando o dólar para a casa dos 1,76 dólares, deixando os investidores com a ‘pulga atrás da orelha’ e achando que o fim desta queda ainda poder estar longe.
Isso porque, os dados da Europa agendados para essa semana ainda poderão acentuar mais essa desvalorização, principalmente frente ao Euro, caso as previsões das principais forças da zona do euro se confirmem, como Pedidos de Fábricas e Vendas a Varejo na Alemanha e Suíça respectivamente. Fora os indicadores, os discursos de autoridades como Ben Bernank (presidente do FED) e Jean Claude Trichet (presidente do Banco Central Europeu) agendados para essa semana, deverão apimentar ainda mais toda volatilidade.
Assim, todo esse otimismo certamente terá impacto positivo na Bolsa, aumentando assim o fluxo cambial e a entrada de dólares no país, fazendo a moeda verde cair ainda mais nos próximos dias frente suas rivais e principalmente o real.
Fonte: ADVFN

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Bolsa do Japão dispara com nova medida

Em movimento para assimilar as novas medidas tomadas pelo governo japonês com a intenção de desvalorizar o iene contra as principais moedas do mundo, o índice Nikkei fechou em alta de 3,8%, chegando aos 9.978 pontos nesta quinta-feira. As ações de companhias exportadoras, beneficiadas pela desvalorização do iene, ficaram entre as mais negociadas no pregão. Na Europa o bom humor contagia o mercado. As principais bolsas operam positivamente aguardando a decisão do Banco Central Europeu sobre a política monetária da zona do Euro. A expectativa é de manutenção da taxa de juros e uma visão mais aprimorada sobre a política de estímulos financeiros. Nos Estados Unidos os principais índices futuros apontam reversão positiva da tendência do pregão de ontem, no qual o mercado aguardava a publicação do Livro Bege pelo Federal Reserve (FED), Banco Central norte-americano. O FED indicou que a economia norte-americana vem crescendo desde o final de outubro, com o aumento do consumo e aquecimento do mercado imobiliário residencial.

Bolsa do Japão dispara com nova medida

Em movimento para assimilar as novas medidas tomadas pelo governo japonês com a intenção de desvalorizar o iene contra as principais moedas do mundo, o índice Nikkei fechou em alta de 3,8%, chegando aos 9.978 pontos nesta quinta-feira. As ações de companhias exportadoras, beneficiadas pela desvalorização do iene, ficaram entre as mais negociadas no pregão. Na Europa o bom humor contagia o mercado. As principais bolsas operam positivamente aguardando a decisão do Banco Central Europeu sobre a política monetária da zona do Euro. A expectativa é de manutenção da taxa de juros e uma visão mais aprimorada sobre a política de estímulos financeiros. Nos Estados Unidos os principais índices futuros apontam reversão positiva da tendência do pregão de ontem, no qual o mercado aguardava a publicação do Livro Bege pelo Federal Reserve (FED), Banco Central norte-americano. O FED indicou que a economia norte-americana vem crescendo desde o final de outubro, com o aumento do consumo e aquecimento do mercado imobiliário residencial.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Fundos hedge compram, enquanto pessoa física sai

Os fundos hedge vêm despejando dinheiro em ações, enquanto as pessoas físicas saem do mercado no maior ritmo em 12 meses, o que é interpretado por investidores profissionais como sinal de que o índice Standard & Poor's deverá estender seu movimento de alta.

Cerca de US$ 37,3 bilhões foram retirados por fundos mútuos dos Estados Unidos desde agosto, segundo números da Investment Company Institute (ICI). No terceiro trimestre, os fundos hedge aumentaram suas apostas para o maior nível desde o fim de 2007 e continuaram comprando, de acordo com dados compilados pelo Goldman Sachs Group, consultores do setor e a "Bloomberg".

"Os investidores mais refinados estão vendo a oportunidade, mas os investidores de varejo ainda estão assustados", afirmou James Dunigan, chefe da divisão de gestão de grandes fortunas da PNC Financial Services, sediada na Filadélfia, que administra US$ 104 bilhões. "Isso sugere que a onda de alta ainda tem espaço para avançar", diz ele.

Antes de os mercados de crédito terem começado a travar em agosto de 2007, a ocasião anterior em que os fundos mútuos viram uma saída tão grande havia ocorrido no período de nove meses até fevereiro de 2003, quando o Índice Standard & Poor's 500 iniciou alta de cinco anos. Agora, essas vendas trazem oportunidades para que empresas como Paulson & Co., Christofferson Robb & Co. e Passport Capital Management LLC apostem que as ações subirão graças aos mais de US$ 11 trilhões emprestados, gastos ou garantidos pelo governo dos EUA para encerrar a recessão.

As pessoas físicas, que representam 82% dos investidores de fundos mútuos nos EUA, sacaram US$ 21,4 bilhões a mais do que investiram em renda variável e aplicaram US$ 312,8 bilhões em bônus no acumulado do ano até outubro, de acordo com a ICI, de Washington.

Mas os investimentos que lucram quando as ações caem aumentaram. Os fundos mútuos conhecidos como long/short e de tendência negativa atraíram um recorde de US$ 10 bilhões entre janeiro e outubro, mais que o dobro do pico anterior, registrado em 2006, segundo a Morningstar. Os chamados administradores de varejo abriram 19 fundos long/short, o maior número em 12 meses.

Em contraste, os fundos hedge elevaram suas apostas em 21%, para US$ 604 bilhões no terceiro trimestre, de acordo com o Goldman Sachs. Eles tinha US$ 363 bilhões em vendas a descoberto (apostas que as ações cairão). Os fundos agora possuem 3,8% do índice Russell 3000, que inclui as maiores empresas dos EUA, a maior porcentagem no ano.

Os fundos hedge - em sua maioria instituições de capital fechado que agrupam recursos e cujas administradoras participam substancialmente nos lucros especulando se os preços dos ativos subirão ou cairão - receberam US$ 1,1 bilhão em investimentos líquidos no trimestre encerrado em setembro, de acordo com a Hedge Fund Research, de Chicago. Foi o primeiro aumento no setor, de US$ 1,53 trilhão, em 12 meses.

O Índice Standard & Poor's 500 subiu 15% nesse período, sendo que alta acumulada desde a mínima atingida em 9 de março é de 61% e o retorno em 2009, incluindo o reinvestimento de dividendos, é de 24%.

"Faz sentido que os fundos hedge estejam ficando comprados (apostando na alta), tendo em vista que o mercado subiu tanto em um período de seis meses", afirmou Harry Rady, que administra US$ 250 milhões, como executivo-chefe da Rady Asset Management LLC, uma administradora de La Jolla, Califórnia, cujo fundo hedge vem aumentando as posições em ações. "O Fed informou que não deixará o mercado cair e eles vêm fazendo isso injetando liquidez em vários mercados, o que espirrou no mercado de renda variável. As pessoas têm confiança para assumir riscos com ações."

A maior parte das ações dos EUA caiu na semana passada, uma vez que as especulações de que Dubai poderia ter uma moratória trouxeram receios de que a recuperação do sistema financeiro mundial pudesse estancar-se. Essas preocupações ofuscaram a queda nos pedidos de seguro-desemprego e o aumento nas vendas residenciais.

Os gerentes aumentaram as posições em ações nos últimos dois meses, de acordo com a assessora de investimentos londrina Kinetic Partners, que tem como clientes quase 70% dos 50 maiores fundos hedge britânicos, e a Conifer Securities LLC, de San Francisco, que executa operações para mais de cem fundos hedge.

Os ativos dos fundos hedge poderiam aumentar para US$ 1,75 trilhão no fim de 2010, segundo escreveu Huw van Steenis, do Morgan Stanley, em informe de 23 de novembro. Peter Clarke, executivo-chefe do Man Group Plc, maior administradora de fundos hedge de capital aberto, afirmou em encontro com repórteres em 23 de novembro que o setor poderia receber até US$ 50 bilhões por trimestre em 2010.(Tradução Sabino Ahumada)

Fonte: Valor Online

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O verdadeiro Dr. Apocalipse

O investidor suíço Marc Faber prevê um colapso da economia americana nos próximos anos -- a má notícia é que ele já acertou antes.
Poucos economistas ficam à vontade com o rótulo de Doctor Doom, ou Doutor Apocalipse. O apelido, no entanto, é recorrente -- cada crise tem seu arauto do Juízo Final. Mas as crises passam, e ninguém quer ficar eternamente associado ao pessimismo. Mesmo o economista Nouriel Roubini, que se tornou uma celebridade ao prever que a crise imobiliária traria o caos ao sistema financeiro mundial, andou rejeitando a ideia. "Eu não sou o Doutor Apocalipse", disse ele recentemente. "Sou o Doutor Realista." Com o investidor suíço Marc Faber, porém, a coisa é diferente. Aos 63 anos, ele é um pessimista convicto e sem reservas. Seu influente relatório é intitulado GloomBoomDoom, e sua página na internet é ilustrada pelas caveiras da série de pinturas A Dança da Morte, de Kaspar Meglinger. Nas últimas décadas, Faber ficou famoso por fazer previsões apocalípticas em meio a períodos de euforia coletiva, acertando na mosca em alguns casos (ele recomendou a venda de ações uma semana antes do crash de 1987, por exemplo). Hoje, não é diferente. Apesar da retomada da economia americana no terceiro trimestre e da impressionante valorização das bolsas do mundo inteiro, Faber prevê um colapso para os próximos anos. Em entrevista a EXAME, ele afirma que a conjugação de juro quase zero com déficits fiscais recordes nos Estados Unidos criará uma bolha maior que a anterior, com efeitos ainda mais nocivos. Abaixo, os principais trechos da entrevista.

As bolsas estão passando por um período de valorização impressionante, e a economia americana voltou a crescer. Não é hora de deixar o pessimismo de lado e comemorar?
Não vejo motivos para comemoração. Quanto mais o mercado acionário se valorizar, pior estará a economia. Pode parecer um paradoxo, mas é fácil explicar. Enquanto a economia americana estiver na situação precária em que está, o Federal Reserve (o banco central americano) vai manter o juro perto de zero e vai continuar imprimindo dinheiro. Vem sendo assim desde o ano passado. Mas esse excesso de dinheiro não está indo para a construção de novas fábricas. Está sendo usado para comprar ações, petróleo, ouro e outros ativos que se valorizam. Enquanto a situação não melhorar, essa política continuará.

O senhor não é o maior fã de Ben Bernanke, presidente do Fed. Mas muitos afirmam que ele salvou o mundo de uma nova Depressão. Qual é o problema com Bernanke?
O problema é que ele ajudou a criar a crise. É preciso olhar para todo o histórico de Alan Greenspan, seu antecessor, e Ben Bernanke, e perguntar de onde, afinal de contas, veio a crise do ano passado. E a resposta é simples. Esses dois senhores são os maiores responsáveis por inflar a bolha imobiliária para tirar a economia da crise de 2001. Eles mantiveram a taxa de juro artificialmente baixa entre 2001 e 2007. Se você perguntar em Wall Street, todos vão dizer que amam Bernanke e Greenspan. É claro! Para Wall Street, só importa se o mercado sobe.

O senhor escreveu recentemente que o sistema vai entrar em colapso nos próximos anos. Não está exagerando?
Nenhuma das causas da crise do último ano foi atacada pelo governo americano. Temos exatamente a mesma situação de 2001, quando os juros caíram para aquecer a economia depois dos atentados terroristas. A solução foi inflar uma bolha, e isso está sendo repetido agora. Mas há uma grande diferença entre as duas situações: a disparada na dívida do governo. O próprio Congresso americano prevê uma série de déficits orçamentários de 1 trilhão de dólares anuais na próxima década. Em cinco anos, 40% do orçamento americano será usado para pagar os juros da dívida. E, nesse ponto, a única coisa a fazer é dar calotes e imprimir dinheiro, criando inflação em larga escala. Essa é a essência do problema. Haverá um colapso do governo. Os Estados Unidos se transformarão numa república de bananas.

Melhor começar a estocar comida, então?
Haverá instabilidade social em consequência disso tudo. Há algo de podre no sistema. O contribuinte salvou os bancos, e agora os bancos estão tendo lucros recordes. Mas o desemprego continua aumentando e não vai diminuir tão cedo. A inflação vai crescer, corroendo o dinheiro dos americanos. Em alguma hora as pessoas vão acordar para isso.

Há alguma forma de evitar o apocalipse?
Para começar, o governo americano deveria assumir que existe um problema. Eles têm de avisar a população de que o país vai passar por pelo menos cinco anos dolorosos, de ajuste e cortes no orçamento. O padrão de vida, claro, cairia. Mas isso não vai acontecer. Os governantes americanos se acostumaram a não pedir sacrifícios aos eleitores. Em outros países, especialmente os asiáticos, é diferente. Mas não nos Estados Unidos. Finalmente, o Fed deveria admitir que a bolha imobiliária foi causada pelo excesso de crédito na economia. Mas também nesse aspecto não há razões para otimismo. Afinal, a máquina de imprimir dinheiro está funcionando a toda.

O dólar está perdido?
Quando eu olho para as ações do Fed, concluo que eles não têm o menor interesse num dólar forte. Pelo contrário. Paul Krugman (prêmio Nobel de Economia de 2008) disse recentemente que o dólar barato é bom, e acho que o Fed acredita nisso.

Como um investidor pode se proteger desse colapso?
Antes do colapso final, o governo vai inflar a bolha alucinadamente. Então, a última coisa que um investidor quer, nesse cenário, é ter títulos da dívida americana. Mas haverá muitas oportunidades para ganhar dinheiro até lá. Fui entrevistado em março e disse que o mercado acionário dispararia. Recomendei o investimento em commodities no início do ano. Se os governos continuarem imprimindo dinheiro nesse ritmo, o Dow Jones pode chegar a 2 milhões de pontos! Finalmente, é importante notar que os países emergentes estão em situação completamente distinta. É impressionante como China, Brasil e Vietnã, por exemplo, se desenvolveram nas últimas décadas. Esses países continuarão crescendo e são mais atraentes para os investidores do que os países ricos.

O senhor é considerado um investidor do contra há décadas. De onde vem tanto pessimismo?
Eu me habituei a recomendar a venda de coisas que estavam na moda e a compra de coisas que estavam fora de moda. É muito difícil encontrar opiniões assim em Wall Street, pois, se seu conselho demora para dar certo, você perde o emprego. Por isso todos os analistas seguem a manada. Mas encontrei muitos clientes dispostos a ouvir a opinião de alguém que vai contra a manada. Eles entendem, e isso é muito importante, que é impossível prever exatamente quando o mercado vai virar. O máximo que se pode fazer é entender o que está acontecendo e traçar cenários. Quando comecei a dizer que o mercado japonês ia derreter, em 1988, a euforia durou mais 18 meses. O mesmo aconteceu quando recomendei que as pessoas apostassem contra a Nasdaq, em 1999. A Nasdaq subiu mais 100% até 2000! Quando você é do contra, tem de se acostumar a ficar sozinho. Se todos começam a concordar com você, é melhor tomar cuidado.

Tudo bem, então, chamá-lo de Doutor Apocalipse?
Claro, não há problema algum.

Fonte: Portal Exame

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Confira a agenda do investidor para a última semana de abril

Por: Rafael de Souza Ribeiro
24/04/09 - 19h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Dentro da agenda para a última semana de abril, os investidores estarão atentos, sobretudo, aos dados do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano referente ao primeiro trimestre e à reunião de política monetária do Federal Reserve.

No cenário nacional, a ênfase fica para a reunião do Copom. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária atualizará a taxa básica de juro do País, atualmente, em 11,25% ao ano.


> Segunda-feira (27/4)

- Brasil

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercialreferente ao mês de abril, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

- EUA

Não serão apresentados índices relevantes no país.


> Terça-feira (28/4)

- Brasil

Este será o primeiro dia da reunião do Copom, quando os membros do Comitê expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica nacional.

- EUA

10h00 - Sai o Consumer Confidence referente ao mês de abril. O índice é responsável por medir a confiança dos consumidores norte-americanos.

Este será o primeiro dia da reunião do Federal Reserve, quando os membros do colegiado expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica do país.


> Quarta-feira (29/4)

- Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

18h00 - No final do dia, o Copom atualiza a taxa Selic.

- EUA

9h30 - O Departamento de Comércio revela os dados avançados do PIB e de seu deflator, ambos baseados no primeiro trimestre.

11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

15h15 - O Fed atualizará a taxa básica de juro dos EUA.


> Quinta-feira (30/4)

- Brasil

8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de abril, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.

10h30 - O BC anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de março, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.

- EUA

9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de março, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, assim como para o núcleo do PCE, medida de inflação mais acompanhada pelo Fed.

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - Sai o Employment Cost Index do primeiro trimestre, índice que mede o custo da mão-de-obra, sendo muito utilizado pelo mercado como um indicador de inflação.

10h45 - Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de abril, que mede o nível de atividade industrial na região.

- Japão

O BoJ divulga a decisão sobre a taxa básica de juro do Japão.


> Sexta-feira (1/5)

- Brasil

Será comemorado o feriado do Dia do Trabalho, e consequentemente não haverá negócios na BM&F Bovespa.

- EUA

10h55 - A Universidade de Michigan divulga a versão revisada do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

11h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de abril, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.

11h00 - Será publicado o Factory Orders referente ao mês de março. Esse índice mede o volume de pedidos, feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não-duráveis.


Como começa a semana subsequente?

> Segunda-feira (4/5)

- Brasil

8h00 - A FGV apresenta o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

- EUA

11h00 - A National Association of Realtors anuncia o Pending Home Sales de março, indicador responsável por medir a venda de casas existentes nos EUA com contrato assinado, mas ainda sem transação efetiva.

11h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de março, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.

Fonte: Infomoney

quarta-feira, 18 de março de 2009

Após anúncio do Fed, Wall Street consolida alta e estende ganhos da véspera

Por: Equipe InfoMoney
18/03/09 - 17h52
InfoMoney

SÃO PAULO - As principais bolsas norte-americanas fecharam em alta nesta quarta-feira (18). Depois de variações fortes na véspera, os índices estenderam os ganhos, sustentados por medidas de estímulo à liquidez anunciadas pelo BC dos EUA, que decidiu manter o juro básico na faixa entre 0% e 0,25% ao ano - o menor patamar da história.

Trata-se do sexto avanço das bolsas em sete sessões. Antes do anúncio da decisão do comitê de política monetária do Federal Reserve, Wall Street viveu uma sessão instável. Apenas o índiceNasdaq estava livre do sobe-e-desce, favorecido por rumores de fusões e aquisições no plano corporativo.

Segundo publicado no The Wall Street Journal, a IBM (International Business Machines) negocia a compra da Sun Microsystems, estando disposta a despender até US$ 6,5 bilhões no processo. Os papéis da IBM recuaram 1,03%, enquanto os da Sun registraram movimento inverso, ao dispararem 78,87%.

Fed
Limitado em continuar com a flexibilização monetária tradicional, visto que a Fed Funds Rate já está próxima de zero, o Fed anunciou a compra de até US$ 300 bilhões em Treasuries de longo prazo nos próximos seis meses.

Paralelamente, decidiu ampliar seu orçamento para comprar US$ 750 bilhões adicionais em títulos com lastro em hipotecas - os chamados títulos podres - levando o total de aquisições este ano para US$ 1,25 trilhão.

Inflação
O CPI (Consumer Price Index), índice que mede a evolução dos preços ao consumidor, marcou um avanço um pouco acima daquele esperado no mês de fevereiro, de acordo com os dados publicados pelo Departamento de Trabalho.

Bolsas dos EUA em alta
O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em alta de 2,09% a 794 pontos, acumulando no ano forte baixa de 12,06%.

O Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, encerrou o pregão em valorização de 1,99% atingindo 1.491 pontos e caindo 5,44% no ano.

Por fim, o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, apresentou alta de 1,23% chegando a 7.487 pontos e acumulando no ano forte baixa de 14,70%. 

Fonte: Infomoney

Ibovespa segue virada em Wall Street após medidas do Fed e tem avanço de 1,60%

Por: Equipe InfoMoney
18/03/09 - 17h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Como de costume, a reunião do Federal Reserve roubou a cena nesta quarta-feira (18). Bem limitado em continuar com a flexibilização monetária tradicional, o colegiado anunciou uma série de medidas para reanimar a maior economia do mundo dentre as quais destaca-se a compra bilionária de Treasuries e títulos hipotecários. A sinalização foi responsável pela virada dos índices em Wall Street que, por sua vez, proporcionaram ao Ibovespa o segundo avanço consecutivo.

Já no menor patamar de sua história, a Fed Funds Rate foi mantida na faixa entre 0% e 0,25% ao ano, segundo anunciado pelo comitê de mercado aberto do Fed. Já esperada pelo mercado, a manutenção do juro básico do país ficou em segundo plano. As atenções se voltaram ao anúncio de que o colegiado irá comprar até US$ 300 bilhões em Treasuries de longo prazo.

O colegiado decidiu ainda ampliar seu orçamento para comprar US$ 750 bilhões adicionais em títulos com lastro em hipotecas, levando o total de aquisições este ano para US$ 1,25 trilhão. Ainda será elevado de US$ 100 bilhões para US$ 200 bilhões o montante destinado à compra dos títulos de dívida das agências hipotecárias.

A postura mais agressiva de Ben Bernanke na tentativa de retirar o país da recessão impulsionou os papéis do setor financeiro, que já vinham em trajetória ascendente diante das expectativas de que a Casa Branca iria utilizar o novo programa do Fed de estimular os empréstimos para remover os ativos podres das instituições financeiras. As ações de Citigroup e Bank of America fecharam com valorização de mais de 20%.

Bolsa
Em consonância com o movimento de Wall Street, o Ibovespa fechou com forte avanço, puxado pela melhora dos papéis da Petrobras e também pelo bom desempenho dos setores de papel e celulose e imobiliário. Contudo, impedindo valorização mais robusta ao índice, os papéis da Vale e do setor de consumo terminaram no campo negativo nesta sessão.

O movimento de queda dos papéis da mineradora refletiu o desempenho de seus pares lá fora. As ações da Rio Tinto desabaram frente à incerteza sobre o acordo com a chinesa Chinalco. Influenciando negativamente também houve a projeção do Goldman Sachs de declínio de 40% nos preços do minério de ferro.

Ibovespa sobe 1,60%
Em quarta-feira ditada pela volatilidade, o Ibovespa seguiu os fortes ganhos nas bolsas externas e fechou com alta de 1,60%, a 40.142 pontos. O volume financeiro do índice totalizou R$ 4,52 bilhões nesta sessão.

As ações de VCP e Aracruz se destacaram entre os ganhos do Ibovespa nesta sessão. Os ativos da segunda refletiram a elevação na recomendação, de venda para neutra, pelos analistas do banco suíço UBS.

Na outra ponta, os ativos de Sadia e Perdigão ficaram com o destaque de baixa da sessão, após a segunda desmentir os rumores sobre a possível fusão entre as companhias. O Citigroup diminuiu sua recomendação para as ações da Perdigão, de manutenção para venda, após a notícia.

Dólar
Após operar no campo positivo por boa parte da sessão, o dólar comercial inverteu seu sinal após o anúncio do Fed e encerrou a quarta-feira com forte baixa de 1,53%, sendo cotado a R$ 2,251.

Fonte: Infomoney

Dólar vira e fecha em queda de 1,5% após decisão do Fed

SÃO PAULO (Reuters) - Na direção contrária do movimento registrado durante a maior parte da sessão, o dólar fechou em queda frente ao real nesta quarta-feira, acompanhando o bom humor dos mercados externos com a decisão do Federal Reserve de comprar títulos do governo norte-americano.

A moeda norte-americana encerrou em baixa de 1,53 por cento, a 2,251 reais para venda, após avançar quase 1 por cento durante a manhã. É a menor cotação de fechamento desde 9 de fevereiro.

"Para o câmbio não houve notícias boas, mas (o dólar) caiu porque tem visto o movimento dos mercados externos", disse Mario Paiva, analista de câmbio da Corretora Liquidez.

As notícias a que o analista se referiu dizem respeito ao fluxo cambial para o Brasil, que está negativo em 2,186 bilhões de dólares nos 10 primeiros dias úteis de março. Segundo Paiva, "isso reflete a falta de crédito e a saída de recursos do país".

No âmbito externo, as atenções estiveram voltadas para a decisão do Federal Reserve sobre os rumos da política monetária norte-americana.

Surpreendendo os mercados, a instituição informou que comprará até 300 bilhões de dólares em títulos do governo norte-americano de longo prazo nos próximos seis meses e que expandirá seu programa de compra de ativos atrelados a hipotecas.

A taxa básica de juro foi mantida na faixa entre zero e 0,25 por cento.

As bolsas de valores dos Estados Unidos ganharam fôlego com o anúncio do Fed para tentar restaurar a confiança do mercado financeiro e reanimar a economia.

Já próximo do final do pregão, os principais índices em Nova York subiam cerca de 1 por cento, mesmo movimento seguido pelo Ibovespa.

De acordo com os dados mais atualizados da BM&F, o volume de dólares negociado no mercado à vista somava cerca de 2,4 bilhões de dólares, próximo da média diária de março, em torno de 2,7 bilhões de dólares.

(Reportagem de José de Castro)

Fonte: UOL Economia

Bovespa fecha acima dos 40 mil pontos pela 1ª vez em um mês

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu 1,6% nesta quarta-feira e fechou aos 40.142,29 pontos. É a primeira vez desde 16 de fevereiro que o mercado de ações encerra um pregão acima dos 40 mil pontos. 

Em março, a alta acumulada até agora é de 5,13%; no ano, de 6,9%.

A alta foi motivada pela decisão do Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) de investir US$ 300 mil na compra de títulos norte-americanos de longo prazo, nos próximos seis meses. A notícia surpreendeu positivamente analistas.

"É positivo para basicamente todas as classes de ativos, com exceção do dólar, que provavelmente sofrerá com a volta ao tema de impressão de dinheiro", disse Carl Lantz, estrategista de Taxa de Juro Norte-americana do Credit Suisse, e, Nova York.

Ainda, a instituição decidiu manter sua taxa básica de juros numa banda que varia entre 0% ao ano e 0,25% (patamar em que está desde dezembro último). 

"Resumindo: o Fed está adicionando US$ 1 trilhão a seu balanço e isso é muito dinheiro de contribuintes. As taxas de juros estão agora de fato negativas no geral", afirmou Greg Salvaggio, vice-presidente de negociação da Tempus Consulting, em Washington, referindo-se à decisão do Fed de comprar títulos. 

segunda-feira, 2 de março de 2009

AIG tem prejuízo de US$61,7 bi e recebe novo resgate dos EUA

segunda-feira, 2 de março de 2009 14:07 BRT

Por Lilla Zuill e Jonathan Stempel

NOVA YORK (Reuters) - A gigante do setor de seguros American Internacional Group divulgou nesta segunda-feira um prejuízo trimestral recorde de 61,7 bilhões de dólares e obteve novo resgate do governo norte-americano, após autoridades terem concluído novamente que deixar a seguradora falir poderia ameaçar o sistema financeiro global.

A AIG terá acesso a até 30 bilhões de dólares em capital novo, após ter recebido 150 bilhões de dólares em ajuda no ano passado, o que levou a participação do governo norte-americano na empresa para perto de 80 por cento.

O resgate mais recente evita por enquanto qualquer redução da classificação de crédito que poderia forçar a AIG a levantar bilhões de dólares, que ela poderia não conseguir.

O novo acordo de resgate aumenta o comprometimento do governo dos EUA em manter a AIG operando.

A operação foi anunciada apenas três dias após Washington ter anunciado um novo pacote de resgate ao Citigroup, que, como a AIG, tem lutado para vender operações e levantar capital para pagar dívidas. Ambas as companhias ficam em Nova York.

O mercado está numa posição "miserável" nesse momento, lamentou o presidente-executivo da AIG, Edward Liddy, em entrevista por telefone. Ele disse que a recuperação da AIG pode levar "vários anos".

Para o acordo do novo resgate à AIG, o Departamento do Tesouro e o Federal Reserve mencionaram as operações da AIG em mais de 130 países, seu papel como seguradora de mais de 100 mil entidades, incluindo operações que empregam mais de 100 milhões de norte-americanos, e seus mais de 30 milhões de segurados nos EUA.

O governo também reconheceu que o pacote desta segunda-feira pode não ser o último para a AIG. "Dado risco sistêmico que a AIG continua a apresentar e a fragilidade dos mercados hoje, o custo potencial da falta de ação do governo à economia e ao contribuinte pode ser extremamente alto", informou comunicado oficial.

Fonte: Reuters Brasil

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Humor em torno dos bancos melhora, trazendo ares positivos para a sessão

Por: Equipe InfoMoney
26/02/09 - 08h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Após um dia negativo, o humor nos mercados financeiros internacionais melhora nesta manhã, apoiado em ações dos governos contra a crise e na cena corporativa. Os futuros de Wall Street indicam abertura em alta, movimento também visto nas bolsas européias, depois de cinco sessões de baixa.

Nos EUA, o setor financeiro aliviou as tensões acerca da ameaça de nacionalização após o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, afirmar que o governo pode até adquirir participação substancial no Citigroup e em outras instituições, porém não pretende realizar uma nacionalização em larga escala.

A agenda norte-americana também apresenta referências importantes durante o dia, com os dados do Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego, e do Durable Good Orders, que mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis, ambos programados para 10h30 (horário de Brasília). Às 12h00, é a vez da divulgação do New Home Sales, que traz as vendas de imóveis novos nos EUA.

Ajuda do governo
Assim como nos EUA, no Reino Unido as atenções também se voltam para a relação entre o sistema financeiro e o governo, através da extensão de garantias sobre os ativos dos bancos. A instituição mais cotada a participar do programa é o RBS (Royal Bank of Scotland Group), que planejaria colocar £ 325 bilhões em ativos no programa.

As notícias vêm depois do RBS anunciar prejuízo anual de £ 24,1 bilhões, citado como sendo o maior da história do Reino Unido. Contudo, as perdas ficaram abaixo da média das estimativas dosanalistas, de prejuízo de £ 25,9 bilhões. Apesar do banco aparecer no topo da lista, também há especulações sobre a participação do Lloyds Banking Group e do Barclays no programa.

Troca de CEO
Na Suíça, quem chama a atenção é o UBS, que nomeou o alemão Oswald Gruebel para a vaga de CEO no lugar de Marcel Rohner, que deixará o cargo imediatamente. Vale lembrar que Gruebel levou o Credit Suisse a reverter dois anos de prejuízos antes de se aposentar, em 2007.

No Brasil
Por aqui, a agenda traz dados de inflação e a Nota de Política Monetária do Banco Central. O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de fevereiro apontou inflação de 0,26%, taxa 0,70 ponto percentual acima da registrada no mês anterior. Porém, o índice mostrou inflação menor do que a esperada, de 0,40%.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Radar: comece o pregão sabendo as novidades do cenário corporativo

Por: Giulia Santos Camillo
10/02/09 - 10h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Dia de discursos do presidente do Federal Reserve e do secretário do Tesouro é dia de ficar atento ao noticiário norte-americano. Ben Bernanke e Tim Geithner falam durante a tarde, trazendo expectativas por maiores detalhes sobre a atuação dos dois órgãos no combate à crise, principalmente no que se refere à compra de títulos do governo pelo Fed e o plano do Tesouro para o resgate dos bancos do país.

A crise é destaque lá fora e também por aqui. Porém, enquanto as referências do mercado internacional geram apreensão, os dados domésticos são potencialmente positivos. Em palestra realizada na última sessão, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, declarou que as concessões de crédito no Brasil já retornaram para níveis bem mais confortáveis.

Ademais, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos) anunciou um crescimento de 92,65% da produção de veículos em janeiro, na comparação com o último mês de 2008.

Contratos
Na cena corporativa, a Petrobras (PETR3PETR4) firmou uma nova parceria com a japonesa Mitsubishi Corporation, colaborando com 50% em um projeto para a construção de um navio de prospecção marítima ultra-profunda. A embarcação será entregue em meados de 2010 e deve custar US$ 830 milhões.

A CPC, controlada da CCR (CCRO3), juntamente à Brisa Participações e Empreendimentos, firmou contrato com a CS Participações para aquisição de 45% do capital social da Controlar em ações representativas. Conforme comunicado da empresa, o investimento da CPC será de R$ 121 milhões.

Resultados preliminares
Klabin Segall (KSSA3) divulgou os resultados preliminares de 2008, período no qual contabilizou vendas contratadas exclusivas de R$ 1 bilhão, com ajustes. O número representa um crescimento de 105% em relação a 2007.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Tesouro dos EUA adia anúncio de plano de resgate do setor financeiro

Valor Online
09/02/2009 08:17 
 
SÃO PAULO - A administração do presidente americano Barack Obama acentuou a pressão sobre os legisladores americanos para conseguir a aprovação do pacote de estímulo econômico o quanto antes.
O conselheiro econômico de Obama, Lawrence Summers, disse ontem em programa da Fox News que o presidente dos EUA e sua equipe estão se concentrando em completar o pacote de incentivo à economia, em debate no Senado. "A vontade agora é manter o foco no programa de recuperação da economia", ressaltou.

Por isso, o plano de resgate financeiro marcado para ser apresentado nesta segunda-feira não deve ser anunciado até terça-feira, conforme nota do Tesouro americano divulgada no domingo.

Na semana passada, o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, tinha avisado detalhar hoje uma nova proposta de socorro do setor financeiro e que possivelmente envolveria a criação de um banco que compraria os ativos ilíquidos de instituições financeiras.

Além disso, o Tesouro planeja garantir títulos hipotecários, fazer novas injeções de capital em instituições financeiras e ajudar proprietários de casas em dificuldade bem como ampliar o programa de crédito ao consumidor.

"Com maciças perdas de empregos e projeções econômicas fracas, estamos focados em trabalhar com o Congresso para aprovar o projeto de recuperação da economia", destacou um porta-voz do Tesouro americano. "Os integrantes da área econômica irão trabalhar com os senadores ao longo do dia", acrescentou.

Como foi o pregão de Sexta-feira 06/02

Bolsas internacionais subiram ontem à espera de pacote de Obama
Valor Online
06/02/2009 07:50 
 
SÃO PAULO - As bolsas de Nova York reagiram positivamente ontem à possivel aprovação de um novo plano de resgate do setor bancário que vem sendo conduzido pelo governo americano. Papéis de banco e de empresas de tecnologia lideraram o movimento.
O Dow Jones fechou aos 8.063 pontos, com valorização de 1,34%. O Standard & Poor´s 500 avançou 1,64%, para 845 pontos. O Nasdaq encerrou com 1.546 pontos, em alta de 2,06%.

Além das expectativas em relação ao pacote, os agentes também monitoraram alguns balanços positivos. Foi o caso da Mastercard, cujo lucro foi melhor do que o esperado. As ações subiram 19,69%.

Também correram rumores de que bancos importantes como Goldman Sachs e Morgan Stanley já estariam em condições de pagar ao governo as injeções de recursos feitas após o agravamento da crise. Os papéis subiram 5,55% e 5,36%, respectivamente.

Entre outros destaques, as ações da Cisco, que divulgou balanço ontem à noite, subiram 3,22%, e as da Wal-Mart ganharam 4,61%, puxadas por vendas melhores em janeiro.

Já as ações europeias encerraram o pregão em baixa, puxadas pelas financeiras, notavelmente a resseguradora Swiss Re. Os mercados praticamente ignoraram as esperadas decisões do Banco da Inglaterra - corte da taxa básica de juro em 0,50 ponto percentual para o nível recorde de baixa de 1,0% -, e do Banco Central Europeu (BCE), taxa de juro inalterada em 2%.

O índice FTSEurofirst 300, que acompanha as principais ações do continente, fechou em queda de 0,11%, a 810 pontos, bem acima da mínima do dia, depois de uma forte aceleração das bolsas dos Estados Unidos.

Em Londres, o índice Financial Times fechou com leve alta de 0,01%, aos 4.228 pontos. Em Frankfurt, avanço de 0,39%, para 4.510 pontos. Em Paris, queda de 0,09%, para 3.066 pontos. Em Milão, elevação de 0,15%, a 14.370 pontos. Em Madri, baixa de 0,65%, para 8.440 pontos. Em Lisboa, queda de 1,06%, para 6350 pontos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Acontece hoje no mercado, quinta-feira 29/01/09

Agenda do dia
BRL: 08:00 FGV IGP-M
BRL: 08:30 COPOM divulga ata da última reunião
USA: 11:30 Pedidos de bens duráveis
USA: 11:30 Bens duráveis exceto transporte
USA: 11:30 Seguro-Desemprego
USA: 15:00 FED/Chicago divulga atividade industrial

Acontece Hoje
• Wall Street - A agenda de balanços tem como destaques: FORD Motors, Amazon.com, 3M, Colgate-Palmolive, Eastman Kodak, International Paper e Eli Lilly

O que aconteceu no pregão de 28/01
Pelo quarto pregão consecutivo a Bolsa paulista encerrou em alta, escorada em ações da Petrobrás, Vale, bancos e construção civil. Este avanço refletiu o otimismo dos investidores quanto a medida do governo do recém eleito Barack Obama, de que o Tesouro americano poderia criar uma instituição financeira para absorver todos os ativos podres do setor financeiro, chamado de “bad bank”, o que puxou fortemente as ações de bancos americanos. 

A decisão do FED em manter as taxas de juros entre 0% e 0,25% não trouxe novidade. O IBovespa fechou em expressiva alta de +3,95% e voltou aos patamares de 40.000 pontos, encerrando o pregão aos 40.227,45 pontos.
A Petrobrás mais uma vez figurou com um dos destaques do dia, operando grande parte do dia na contra mão do petróleo. As ações preferenciais subiram + 5,44%, enquanto as ordinárias subiram + 7,41%, na esteira do anúncio feito pela PEMEX (Petróleos Mexicanos) de que conseguiu captar US$ 2 bilhões no mercado internacional, mostrando que existe apetite para este tipo de risco no mercado, o que pode favorecer a Petrobrás, que terá que
captar recursos, seja para investimentos ou para alongar os prazos de suas dívidas. O barril do petróleo avançou +1,39% na Nymex, cotado em US$ 42,16.

Em sintonia com os anúncios sobre a expectativa do mercado em relação ao reajuste do preço do minério de ferro, as ações da Vale PNA avançaram +5,16% e Vale ON +5,70%. O reajuste com a Ásia poderá vir próximo de -10%, situação bem melhor que os -40% esperados anteriormente. Basicamente em virtude da baixa dos estoques na Ásia.

O setor de construção civil vigorou entre as maiores altas do dia, na expectativa de que o governo brasileiro anuncie o pacote de habitação, para fortalecer e estimular o setor. Uma das medidas poderia ser o corte de impostos. Com isso as ações da Gafisa ON subiram +13,52%, Cyrela ON +10,79% e Rossi Residencial ON +7,71%.

A Cosan ON também situou entre as maiores altas, com avanço de +9,81%, o que, segundo fontes, se deve ao fato de que as usinas vão pedir ajuda de R$ 6 bilhões ao BNDES para revitalizar o setor.
As boas expectativas do dia atraíram investidores estrangeiros para a Bolsa paulista, o que provocou um aumento no giro financeiro, que fechou o dia em R$ 4,812 bilhões, sendo R$ 4,354 bilhões no mercado à vista e R$ 366,711 milhões em opções.

Fonte: Agência Estado e Bloomberg

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Dia lindo na Bovespa, alta de 3,95%

Dizem os especialistas que a alta de hoje é causada pela aprovação do plano de recuperação de Obama no Congresso americano, e a injeção de 1 Trilhão de Dólares ...
A manutenção da taxa de juros entre 0 e 0,25 pelo FED também ajudou.












Esperança com votação de megapacote nos EUA dá otimismo aos mercados

Por: Equipe InfoMoney
28/01/09 - 09h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A esperança em torno do megapacote de US$ 825 bilhões proposto pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para estimular a economia mexe positivamente com os mercados nesta quarta-feira (28). Ásia, Europa e Wall Street exibem variações positivas em seus índices de ações.

Nesta sessão, a Câmara dos Representantes se prepara para votar o plano, atendendo aos pedidos de urgência do democrata, que enfrentará seu primeiro teste. Além disso, especula-se que Obama irá revelar mais detalhes a respeito do chamado "Bad Bank" - instituição que absorveria os ativos tóxicos dos bancos.

O ânimo dos investidores encontra eco também no plano corporativo. O Yahoo! anunciou resultados operacionais que superaram as expectativas. Apesar do prejuízo atingir US$ 303 milhões no último trimestre do ano passado, a companhia destacou que suas receitas totalizaram US$ 1,8 bilhão no período.

Agenda
O destaque da agenda é o segundo dia da reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), que define sua política monetária para as próximas semanas, sendo que o juro básico nos EUA já está no patamar de 0% a 0,25% ao ano.

Ainda nos EUA, o Departamento de Energia divulga o nível dos estoques de petróleo na última semana, indicador de crescente importância dada a forte deterioração sofrida pelos preços do óleo bruto.

Além disso, enquanto a temporada de divulgação de resultados não começa por aqui, algumas empresas estrangeiras já adiantam seus dados referentes ao quarto trimestre de 2008. Nesta sessão, o BBVA, a LG e a Wells Fargo reportam os números do período.

No Brasil
Às 10h30, o Banco Central anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de dezembro, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.

Fonte: Infomoney

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Para Bernanke, política dos EUA precisa atuar com vigor

01 de Dezembro de 2008 | 17:33
Ele afirmou que mais cortes nas taxas de juro, do atual patamar de 1 por cento, são "certamente factíveis", mas sugeriu que o Fed também usa outras medidas não convencionais para ajudar no crescimento.

"Apesar de a política convencional de taxa de juro estar limitada ao fato de as taxas nominais não poderem cair abaixo de zero, a segunda ferramenta do Federal Reserve --a provisão de liquidez-- continua efetiva", acrescentou.

Bernanke afirmou que o Fed pode adquirir diretamente títulos de longo prazo do Tesouro de forma a influenciar os retornos e estimular a demanda.

"Além disso, o Federal Reserve pode dar suporte à liquidez não somente para instituições financeiras mas também diretamente nos mercados financeiros, assim como fizemos recentemente com o mercado de commercial paper."

A expectativa é de que o Fed corte a taxa de juro em 0,50 ponto percentual na próxima reunião, marcada para 15 e 16 de dezembro, e adote outras medidas para impulsionar a liquidez dos mercados financeiros e limitar a fraqueza econômica.

"A duração da turbulência financeira é díficil de julgar, e então a incerteza ao redor das perspectivas econômicas é notávelmente grande. Mesmo que o funcionamento dos mercados financeiros continue melhorando, as condições econômicas irão provavelmente continuar fracas por um tempo", avaliou.

Fonte: Portal Exame