quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Bolsas em forte alta: Brasil também deve se beneficiar hoje
Fonte: ADVFN
terça-feira, 6 de abril de 2010
Insight Cambial – Após Rompimento, queda poderá se acentuar
Isso porque, os dados da Europa agendados para essa semana ainda poderão acentuar mais essa desvalorização, principalmente frente ao Euro, caso as previsões das principais forças da zona do euro se confirmem, como Pedidos de Fábricas e Vendas a Varejo na Alemanha e Suíça respectivamente. Fora os indicadores, os discursos de autoridades como Ben Bernank (presidente do FED) e Jean Claude Trichet (presidente do Banco Central Europeu) agendados para essa semana, deverão apimentar ainda mais toda volatilidade.
Assim, todo esse otimismo certamente terá impacto positivo na Bolsa, aumentando assim o fluxo cambial e a entrada de dólares no país, fazendo a moeda verde cair ainda mais nos próximos dias frente suas rivais e principalmente o real.
Fonte: ADVFN
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Bolsa do Japão dispara com nova medida
Bolsa do Japão dispara com nova medida
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Fundos hedge compram, enquanto pessoa física sai
Os fundos hedge vêm despejando dinheiro em ações, enquanto as pessoas físicas saem do mercado no maior ritmo em 12 meses, o que é interpretado por investidores profissionais como sinal de que o índice Standard & Poor's deverá estender seu movimento de alta.
Cerca de US$ 37,3 bilhões foram retirados por fundos mútuos dos Estados Unidos desde agosto, segundo números da
"Os investidores mais refinados estão vendo a oportunidade, mas os investidores de varejo ainda estão assustados", afirmou James Dunigan, chefe da divisão de gestão de grandes fortunas da
Antes de os mercados de crédito terem começado a travar em agosto de 2007, a ocasião anterior em que os fundos mútuos viram uma saída tão grande havia ocorrido no período de nove meses até fevereiro de 2003, quando o Índice Standard & Poor's 500 iniciou alta de cinco anos. Agora, essas vendas trazem oportunidades para que empresas como Paulson & Co., Christofferson Robb & Co. e Passport Capital Management LLC apostem que as ações subirão graças aos mais de US$ 11 trilhões emprestados, gastos ou garantidos pelo governo dos EUA para encerrar a recessão.
As pessoas físicas, que representam 82% dos investidores de fundos mútuos nos EUA, sacaram US$ 21,4 bilhões a mais do que investiram em renda variável e aplicaram US$ 312,8 bilhões em bônus no acumulado do ano até outubro, de acordo com a ICI, de Washington.
Mas os investimentos que lucram quando as ações caem aumentaram. Os fundos mútuos conhecidos como long/short e de tendência negativa atraíram um recorde de US$ 10 bilhões entre janeiro e outubro, mais que o dobro do pico anterior, registrado em 2006, segundo a
Em contraste, os fundos hedge elevaram suas apostas em 21%, para US$ 604 bilhões no terceiro trimestre, de acordo com o Goldman Sachs. Eles tinha US$ 363 bilhões em vendas a descoberto (apostas que as ações cairão). Os fundos agora possuem 3,8% do índice Russell 3000, que inclui as maiores empresas dos EUA, a maior porcentagem no ano.
Os fundos hedge - em sua maioria instituições de capital fechado que agrupam recursos e cujas administradoras participam substancialmente nos lucros especulando se os preços dos ativos subirão ou cairão - receberam US$ 1,1 bilhão em investimentos líquidos no trimestre encerrado em setembro, de acordo com a Hedge Fund Research, de Chicago. Foi o primeiro aumento no setor, de US$ 1,53 trilhão, em 12 meses.
O Índice Standard & Poor's 500 subiu 15% nesse período, sendo que alta acumulada desde a mínima atingida em 9 de março é de 61% e o retorno em 2009, incluindo o reinvestimento de dividendos, é de 24%.
"Faz sentido que os fundos hedge estejam ficando comprados (apostando na alta), tendo em vista que o mercado subiu tanto em um período de seis meses", afirmou Harry Rady, que administra US$ 250 milhões, como executivo-chefe da
A maior parte das ações dos EUA caiu na semana passada, uma vez que as especulações de que Dubai poderia ter uma moratória trouxeram receios de que a recuperação do sistema financeiro mundial pudesse estancar-se. Essas preocupações ofuscaram a queda nos pedidos de seguro-desemprego e o aumento nas vendas residenciais.
Os gerentes aumentaram as posições em ações nos últimos dois meses, de acordo com a assessora de investimentos londrina
Os ativos dos fundos hedge poderiam aumentar para US$ 1,75 trilhão no fim de 2010, segundo escreveu Huw van Steenis, do
Fonte: Valor Online
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O verdadeiro Dr. Apocalipse
O investidor suíço Marc Faber prevê um colapso da economia americana nos próximos anos -- a má notícia é que ele já acertou antes.As bolsas estão passando por um período de valorização impressionante, e a economia americana voltou a crescer. Não é hora de deixar o pessimismo de lado e comemorar?
Não vejo motivos para comemoração. Quanto mais o mercado acionário se valorizar, pior estará a economia. Pode parecer um paradoxo, mas é fácil explicar. Enquanto a economia americana estiver na situação precária em que está, o Federal Reserve (o banco central americano) vai manter o juro perto de zero e vai continuar imprimindo dinheiro. Vem sendo assim desde o ano passado. Mas esse excesso de dinheiro não está indo para a construção de novas fábricas. Está sendo usado para comprar ações, petróleo, ouro e outros ativos que se valorizam. Enquanto a situação não melhorar, essa política continuará.
O senhor não é o maior fã de Ben Bernanke, presidente do Fed. Mas muitos afirmam que ele salvou o mundo de uma nova Depressão. Qual é o problema com Bernanke?
O problema é que ele ajudou a criar a crise. É preciso olhar para todo o histórico de Alan Greenspan, seu antecessor, e Ben Bernanke, e perguntar de onde, afinal de contas, veio a crise do ano passado. E a resposta é simples. Esses dois senhores são os maiores responsáveis por inflar a bolha imobiliária para tirar a economia da crise de 2001. Eles mantiveram a taxa de juro artificialmente baixa entre 2001 e 2007. Se você perguntar em Wall Street, todos vão dizer que amam Bernanke e Greenspan. É claro! Para Wall Street, só importa se o mercado sobe.
O senhor escreveu recentemente que o sistema vai entrar em colapso nos próximos anos. Não está exagerando?
Nenhuma das causas da crise do último ano foi atacada pelo governo americano. Temos exatamente a mesma situação de 2001, quando os juros caíram para aquecer a economia depois dos atentados terroristas. A solução foi inflar uma bolha, e isso está sendo repetido agora. Mas há uma grande diferença entre as duas situações: a disparada na dívida do governo. O próprio Congresso americano prevê uma série de déficits orçamentários de 1 trilhão de dólares anuais na próxima década. Em cinco anos, 40% do orçamento americano será usado para pagar os juros da dívida. E, nesse ponto, a única coisa a fazer é dar calotes e imprimir dinheiro, criando inflação em larga escala. Essa é a essência do problema. Haverá um colapso do governo. Os Estados Unidos se transformarão numa república de bananas.
Melhor começar a estocar comida, então?
Haverá instabilidade social em consequência disso tudo. Há algo de podre no sistema. O contribuinte salvou os bancos, e agora os bancos estão tendo lucros recordes. Mas o desemprego continua aumentando e não vai diminuir tão cedo. A inflação vai crescer, corroendo o dinheiro dos americanos. Em alguma hora as pessoas vão acordar para isso.
Há alguma forma de evitar o apocalipse?
Para começar, o governo americano deveria assumir que existe um problema. Eles têm de avisar a população de que o país vai passar por pelo menos cinco anos dolorosos, de ajuste e cortes no orçamento. O padrão de vida, claro, cairia. Mas isso não vai acontecer. Os governantes americanos se acostumaram a não pedir sacrifícios aos eleitores. Em outros países, especialmente os asiáticos, é diferente. Mas não nos Estados Unidos. Finalmente, o Fed deveria admitir que a bolha imobiliária foi causada pelo excesso de crédito na economia. Mas também nesse aspecto não há razões para otimismo. Afinal, a máquina de imprimir dinheiro está funcionando a toda.
O dólar está perdido?
Quando eu olho para as ações do Fed, concluo que eles não têm o menor interesse num dólar forte. Pelo contrário. Paul Krugman (prêmio Nobel de Economia de 2008) disse recentemente que o dólar barato é bom, e acho que o Fed acredita nisso.
Como um investidor pode se proteger desse colapso?
Antes do colapso final, o governo vai inflar a bolha alucinadamente. Então, a última coisa que um investidor quer, nesse cenário, é ter títulos da dívida americana. Mas haverá muitas oportunidades para ganhar dinheiro até lá. Fui entrevistado em março e disse que o mercado acionário dispararia. Recomendei o investimento em commodities no início do ano. Se os governos continuarem imprimindo dinheiro nesse ritmo, o Dow Jones pode chegar a 2 milhões de pontos! Finalmente, é importante notar que os países emergentes estão em situação completamente distinta. É impressionante como China, Brasil e Vietnã, por exemplo, se desenvolveram nas últimas décadas. Esses países continuarão crescendo e são mais atraentes para os investidores do que os países ricos.
O senhor é considerado um investidor do contra há décadas. De onde vem tanto pessimismo?
Eu me habituei a recomendar a venda de coisas que estavam na moda e a compra de coisas que estavam fora de moda. É muito difícil encontrar opiniões assim em Wall Street, pois, se seu conselho demora para dar certo, você perde o emprego. Por isso todos os analistas seguem a manada. Mas encontrei muitos clientes dispostos a ouvir a opinião de alguém que vai contra a manada. Eles entendem, e isso é muito importante, que é impossível prever exatamente quando o mercado vai virar. O máximo que se pode fazer é entender o que está acontecendo e traçar cenários. Quando comecei a dizer que o mercado japonês ia derreter, em 1988, a euforia durou mais 18 meses. O mesmo aconteceu quando recomendei que as pessoas apostassem contra a Nasdaq, em 1999. A Nasdaq subiu mais 100% até 2000! Quando você é do contra, tem de se acostumar a ficar sozinho. Se todos começam a concordar com você, é melhor tomar cuidado.
Tudo bem, então, chamá-lo de Doutor Apocalipse?
Claro, não há problema algum.
Fonte: Portal Exame
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Confira a agenda do investidor para a última semana de abril
24/04/09 - 19h10
InfoMoney
No cenário nacional, a ênfase fica para a reunião do Copom. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária atualizará a taxa básica de juro do País, atualmente, em 11,25% ao ano.
> Segunda-feira (27/4)
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercialreferente ao mês de abril, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
Não serão apresentados índices relevantes no país.
> Terça-feira (28/4)
Este será o primeiro dia da reunião do Copom, quando os membros do Comitê expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica nacional.
10h00 - Sai o Consumer Confidence referente ao mês de abril. O índice é responsável por medir a confiança dos consumidores norte-americanos.
Este será o primeiro dia da reunião do Federal Reserve, quando os membros do colegiado expõem suas opiniões sobre a conjuntura econômica do país.
> Quarta-feira (29/4)
8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.
18h00 - No final do dia, o Copom atualiza a taxa Selic.
9h30 - O Departamento de Comércio revela os dados avançados do PIB e de seu deflator, ambos baseados no primeiro trimestre.
11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.
15h15 - O Fed atualizará a taxa básica de juro dos EUA.
> Quinta-feira (30/4)
8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de abril, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
10h30 - O BC anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de março, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.
9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de março, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, assim como para o núcleo do PCE, medida de inflação mais acompanhada pelo Fed.
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - Sai o Employment Cost Index do primeiro trimestre, índice que mede o custo da mão-de-obra, sendo muito utilizado pelo mercado como um indicador de inflação.
10h45 - Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de abril, que mede o nível de atividade industrial na região.
O BoJ divulga a decisão sobre a taxa básica de juro do Japão.
> Sexta-feira (1/5)
Será comemorado o feriado do Dia do Trabalho, e consequentemente não haverá negócios na BM&F Bovespa.
10h55 - A Universidade de Michigan divulga a versão revisada do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.
11h00 - Sai o ISM Index referente ao mês de abril, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.
11h00 - Será publicado o Factory Orders referente ao mês de março. Esse índice mede o volume de pedidos, feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não-duráveis.
Como começa a semana subsequente?
> Segunda-feira (4/5)
8h00 - A FGV apresenta o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
11h00 - A National Association of Realtors anuncia o Pending Home Sales de março, indicador responsável por medir a venda de casas existentes nos EUA com contrato assinado, mas ainda sem transação efetiva.
11h00 - O Departamento de Comércio publica o Construction Spending de março, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Após anúncio do Fed, Wall Street consolida alta e estende ganhos da véspera
18/03/09 - 17h52
InfoMoney
Trata-se do sexto avanço das bolsas em sete sessões. Antes do anúncio da decisão do comitê de política monetária do Federal Reserve, Wall Street viveu uma sessão instável. Apenas o índiceNasdaq estava livre do sobe-e-desce, favorecido por rumores de fusões e aquisições no plano corporativo.
Segundo publicado no The Wall Street Journal, a IBM (International Business Machines) negocia a compra da Sun Microsystems, estando disposta a despender até US$ 6,5 bilhões no processo. Os papéis da IBM recuaram 1,03%, enquanto os da Sun registraram movimento inverso, ao dispararem 78,87%.
Fed
Limitado em continuar com a flexibilização monetária tradicional, visto que a Fed Funds Rate já está próxima de zero, o Fed anunciou a compra de até US$ 300 bilhões em Treasuries de longo prazo nos próximos seis meses.
Paralelamente, decidiu ampliar seu orçamento para comprar US$ 750 bilhões adicionais em títulos com lastro em hipotecas - os chamados títulos podres - levando o total de aquisições este ano para US$ 1,25 trilhão.
Inflação
O CPI (Consumer Price Index), índice que mede a evolução dos preços ao consumidor, marcou um avanço um pouco acima daquele esperado no mês de fevereiro, de acordo com os dados publicados pelo Departamento de Trabalho.
Bolsas dos EUA em alta
O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em alta de 2,09% a 794 pontos, acumulando no ano forte baixa de 12,06%.
O Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, encerrou o pregão em valorização de 1,99% atingindo 1.491 pontos e caindo 5,44% no ano.
Por fim, o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, apresentou alta de 1,23% chegando a 7.487 pontos e acumulando no ano forte baixa de 14,70%.
Ibovespa segue virada em Wall Street após medidas do Fed e tem avanço de 1,60%
18/03/09 - 17h50
InfoMoney
Já no menor patamar de sua história, a Fed Funds Rate foi mantida na faixa entre 0% e 0,25% ao ano, segundo anunciado pelo comitê de mercado aberto do Fed. Já esperada pelo mercado, a manutenção do juro básico do país ficou em segundo plano. As atenções se voltaram ao anúncio de que o colegiado irá comprar até US$ 300 bilhões em Treasuries de longo prazo.
O colegiado decidiu ainda ampliar seu orçamento para comprar US$ 750 bilhões adicionais em títulos com lastro em hipotecas, levando o total de aquisições este ano para US$ 1,25 trilhão. Ainda será elevado de US$ 100 bilhões para US$ 200 bilhões o montante destinado à compra dos títulos de dívida das agências hipotecárias.
A postura mais agressiva de Ben Bernanke na tentativa de retirar o país da recessão impulsionou os papéis do setor financeiro, que já vinham em trajetória ascendente diante das expectativas de que a Casa Branca iria utilizar o novo programa do Fed de estimular os empréstimos para remover os ativos podres das instituições financeiras. As ações de Citigroup e Bank of America fecharam com valorização de mais de 20%.
Bolsa
Em consonância com o movimento de Wall Street, o Ibovespa fechou com forte avanço, puxado pela melhora dos papéis da Petrobras e também pelo bom desempenho dos setores de papel e celulose e imobiliário. Contudo, impedindo valorização mais robusta ao índice, os papéis da Vale e do setor de consumo terminaram no campo negativo nesta sessão.
O movimento de queda dos papéis da mineradora refletiu o desempenho de seus pares lá fora. As ações da Rio Tinto desabaram frente à incerteza sobre o acordo com a chinesa Chinalco. Influenciando negativamente também houve a projeção do Goldman Sachs de declínio de 40% nos preços do minério de ferro.
Ibovespa sobe 1,60%
Em quarta-feira ditada pela volatilidade, o Ibovespa seguiu os fortes ganhos nas bolsas externas e fechou com alta de 1,60%, a 40.142 pontos. O volume financeiro do índice totalizou R$ 4,52 bilhões nesta sessão.
Na outra ponta, os ativos de Sadia e Perdigão ficaram com o destaque de baixa da sessão, após a segunda desmentir os rumores sobre a possível fusão entre as companhias. O Citigroup diminuiu sua recomendação para as ações da Perdigão, de manutenção para venda, após a notícia.
Após operar no campo positivo por boa parte da sessão, o dólar comercial inverteu seu sinal após o anúncio do Fed e encerrou a quarta-feira com forte baixa de 1,53%, sendo cotado a R$ 2,251.
Dólar vira e fecha em queda de 1,5% após decisão do Fed
SÃO PAULO (Reuters) - Na direção contrária do movimento registrado durante a maior parte da sessão, o dólar fechou em queda frente ao real nesta quarta-feira, acompanhando o bom humor dos mercados externos com a decisão do Federal Reserve de comprar títulos do governo norte-americano.
A moeda norte-americana encerrou em baixa de 1,53 por cento, a 2,251 reais para venda, após avançar quase 1 por cento durante a manhã. É a menor cotação de fechamento desde 9 de fevereiro.
"Para o câmbio não houve notícias boas, mas (o dólar) caiu porque tem visto o movimento dos mercados externos", disse Mario Paiva, analista de câmbio da Corretora Liquidez.
As notícias a que o analista se referiu dizem respeito ao fluxo cambial para o Brasil, que está negativo em 2,186 bilhões de dólares nos 10 primeiros dias úteis de março. Segundo Paiva, "isso reflete a falta de crédito e a saída de recursos do país".
No âmbito externo, as atenções estiveram voltadas para a decisão do Federal Reserve sobre os rumos da política monetária norte-americana.
Surpreendendo os mercados, a instituição informou que comprará até 300 bilhões de dólares em títulos do governo norte-americano de longo prazo nos próximos seis meses e que expandirá seu programa de compra de ativos atrelados a hipotecas.
A taxa básica de juro foi mantida na faixa entre zero e 0,25 por cento.
As bolsas de valores dos Estados Unidos ganharam fôlego com o anúncio do Fed para tentar restaurar a confiança do mercado financeiro e reanimar a economia.
Já próximo do final do pregão, os principais índices em Nova York subiam cerca de 1 por cento, mesmo movimento seguido pelo Ibovespa.
De acordo com os dados mais atualizados da BM&F, o volume de dólares negociado no mercado à vista somava cerca de 2,4 bilhões de dólares, próximo da média diária de março, em torno de 2,7 bilhões de dólares.
(Reportagem de José de Castro)
Fonte: UOL Economia
Bovespa fecha acima dos 40 mil pontos pela 1ª vez em um mês
Em março, a alta acumulada até agora é de 5,13%; no ano, de 6,9%.
A alta foi motivada pela decisão do Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) de investir US$ 300 mil na compra de títulos norte-americanos de longo prazo, nos próximos seis meses. A notícia surpreendeu positivamente analistas.
"É positivo para basicamente todas as classes de ativos, com exceção do dólar, que provavelmente sofrerá com a volta ao tema de impressão de dinheiro", disse Carl Lantz, estrategista de Taxa de Juro Norte-americana do Credit Suisse, e, Nova York.
Ainda, a instituição decidiu manter sua taxa básica de juros numa banda que varia entre 0% ao ano e 0,25% (patamar em que está desde dezembro último).
"Resumindo: o Fed está adicionando US$ 1 trilhão a seu balanço e isso é muito dinheiro de contribuintes. As taxas de juros estão agora de fato negativas no geral", afirmou Greg Salvaggio, vice-presidente de negociação da Tempus Consulting, em Washington, referindo-se à decisão do Fed de comprar títulos.
segunda-feira, 2 de março de 2009
AIG tem prejuízo de US$61,7 bi e recebe novo resgate dos EUA
Por Lilla Zuill e Jonathan Stempel
NOVA YORK (Reuters) - A gigante do setor de seguros American Internacional Group divulgou nesta segunda-feira um prejuízo trimestral recorde de 61,7 bilhões de dólares e obteve novo resgate do governo norte-americano, após autoridades terem concluído novamente que deixar a seguradora falir poderia ameaçar o sistema financeiro global.
A AIG terá acesso a até 30 bilhões de dólares em capital novo, após ter recebido 150 bilhões de dólares em ajuda no ano passado, o que levou a participação do governo norte-americano na empresa para perto de 80 por cento.
O resgate mais recente evita por enquanto qualquer redução da classificação de crédito que poderia forçar a AIG a levantar bilhões de dólares, que ela poderia não conseguir.
O novo acordo de resgate aumenta o comprometimento do governo dos EUA em manter a AIG operando.
A operação foi anunciada apenas três dias após Washington ter anunciado um novo pacote de resgate ao Citigroup, que, como a AIG, tem lutado para vender operações e levantar capital para pagar dívidas. Ambas as companhias ficam em Nova York.
O mercado está numa posição "miserável" nesse momento, lamentou o presidente-executivo da AIG, Edward Liddy, em entrevista por telefone. Ele disse que a recuperação da AIG pode levar "vários anos".
Para o acordo do novo resgate à AIG, o Departamento do Tesouro e o Federal Reserve mencionaram as operações da AIG em mais de 130 países, seu papel como seguradora de mais de 100 mil entidades, incluindo operações que empregam mais de 100 milhões de norte-americanos, e seus mais de 30 milhões de segurados nos EUA.
O governo também reconheceu que o pacote desta segunda-feira pode não ser o último para a AIG. "Dado risco sistêmico que a AIG continua a apresentar e a fragilidade dos mercados hoje, o custo potencial da falta de ação do governo à economia e ao contribuinte pode ser extremamente alto", informou comunicado oficial.
Fonte: Reuters Brasil
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Humor em torno dos bancos melhora, trazendo ares positivos para a sessão
26/02/09 - 08h50
InfoMoney
Nos EUA, o setor financeiro aliviou as tensões acerca da ameaça de nacionalização após o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, afirmar que o governo pode até adquirir participação substancial no Citigroup e em outras instituições, porém não pretende realizar uma nacionalização em larga escala.
A agenda norte-americana também apresenta referências importantes durante o dia, com os dados do Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego, e do Durable Good Orders, que mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis, ambos programados para 10h30 (horário de Brasília). Às 12h00, é a vez da divulgação do New Home Sales, que traz as vendas de imóveis novos nos EUA.
Ajuda do governo
Assim como nos EUA, no Reino Unido as atenções também se voltam para a relação entre o sistema financeiro e o governo, através da extensão de garantias sobre os ativos dos bancos. A instituição mais cotada a participar do programa é o RBS (Royal Bank of Scotland Group), que planejaria colocar £ 325 bilhões em ativos no programa.
As notícias vêm depois do RBS anunciar prejuízo anual de £ 24,1 bilhões, citado como sendo o maior da história do Reino Unido. Contudo, as perdas ficaram abaixo da média das estimativas dosanalistas, de prejuízo de £ 25,9 bilhões. Apesar do banco aparecer no topo da lista, também há especulações sobre a participação do Lloyds Banking Group e do Barclays no programa.
Troca de CEO
Na Suíça, quem chama a atenção é o UBS, que nomeou o alemão Oswald Gruebel para a vaga de CEO no lugar de Marcel Rohner, que deixará o cargo imediatamente. Vale lembrar que Gruebel levou o Credit Suisse a reverter dois anos de prejuízos antes de se aposentar, em 2007.
No Brasil
Por aqui, a agenda traz dados de inflação e a Nota de Política Monetária do Banco Central. O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de fevereiro apontou inflação de 0,26%, taxa 0,70 ponto percentual acima da registrada no mês anterior. Porém, o índice mostrou inflação menor do que a esperada, de 0,40%.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Radar: comece o pregão sabendo as novidades do cenário corporativo
10/02/09 - 10h15
InfoMoney
A crise é destaque lá fora e também por aqui. Porém, enquanto as referências do mercado internacional geram apreensão, os dados domésticos são potencialmente positivos. Em palestra realizada na última sessão, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, declarou que as concessões de crédito no Brasil já retornaram para níveis bem mais confortáveis.
Ademais, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos) anunciou um crescimento de 92,65% da produção de veículos em janeiro, na comparação com o último mês de 2008.
Contratos
Na cena corporativa, a Petrobras (PETR3, PETR4) firmou uma nova parceria com a japonesa Mitsubishi Corporation, colaborando com 50% em um projeto para a construção de um navio de prospecção marítima ultra-profunda. A embarcação será entregue em meados de 2010 e deve custar US$ 830 milhões.
A CPC, controlada da CCR (CCRO3), juntamente à Brisa Participações e Empreendimentos, firmou contrato com a CS Participações para aquisição de 45% do capital social da Controlar em ações representativas. Conforme comunicado da empresa, o investimento da CPC será de R$ 121 milhões.
Resultados preliminares
A Klabin Segall (KSSA3) divulgou os resultados preliminares de 2008, período no qual contabilizou vendas contratadas exclusivas de R$ 1 bilhão, com ajustes. O número representa um crescimento de 105% em relação a 2007.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Tesouro dos EUA adia anúncio de plano de resgate do setor financeiro
Como foi o pregão de Sexta-feira 06/02
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Acontece hoje no mercado, quinta-feira 29/01/09
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Dia lindo na Bovespa, alta de 3,95%
Esperança com votação de megapacote nos EUA dá otimismo aos mercados
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Para Bernanke, política dos EUA precisa atuar com vigor
01 de Dezembro de 2008 | 17:33
Ele afirmou que mais cortes nas taxas de juro, do atual patamar de 1 por cento, são "certamente factíveis", mas sugeriu que o Fed também usa outras medidas não convencionais para ajudar no crescimento.
"Apesar de a política convencional de taxa de juro estar limitada ao fato de as taxas nominais não poderem cair abaixo de zero, a segunda ferramenta do Federal Reserve --a provisão de liquidez-- continua efetiva", acrescentou.
Bernanke afirmou que o Fed pode adquirir diretamente títulos de longo prazo do Tesouro de forma a influenciar os retornos e estimular a demanda.
"Além disso, o Federal Reserve pode dar suporte à liquidez não somente para instituições financeiras mas também diretamente nos mercados financeiros, assim como fizemos recentemente com o mercado de commercial paper."
A expectativa é de que o Fed corte a taxa de juro em 0,50 ponto percentual na próxima reunião, marcada para 15 e 16 de dezembro, e adote outras medidas para impulsionar a liquidez dos mercados financeiros e limitar a fraqueza econômica.
"A duração da turbulência financeira é díficil de julgar, e então a incerteza ao redor das perspectivas econômicas é notávelmente grande. Mesmo que o funcionamento dos mercados financeiros continue melhorando, as condições econômicas irão provavelmente continuar fracas por um tempo", avaliou.
Fonte: Portal Exame



