quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Para Advent, é hora de vender no Brasil
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
China lidera investimento no país
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A difícil missão do Alibaba no Brasil
Empresário usou um teclado de PC pela primeira vez em 1995
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Superpotência energética
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Carlyle se abrasileira e investe US$ 1 bilhão
sexta-feira, 19 de março de 2010
Site chinês facilita exportações
sexta-feira, 5 de março de 2010
Vale negocia reajuste de preço acima de 90%
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Um Brasil na África
A dona de casa Jandira Manuel, de 24 anos, escolheu a manhã de uma segunda-feira de novembro para fazer compras no supermercado Nosso Super, instalado no bairro do Gamek, em Luanda, capital de Angola. Enquanto escolhia os produtos, Jandira carregava Jorge, seu filho de 8 meses. Dentro da loja, o ar condicionado tornava distante o calor de mais de 30 graus. Do alto-falante, ecoavam hits da dupla sertaneja brasileira Zezé Di Camargo & Luciano. Essa cena prosaica é uma novidade em Angola, país que só nos últimos anos começou a se recuperar da guerra civil encerrada em 2002 que deixou um saldo de 1,2 milhão de mortos, 4 milhões de refugiados e minas espalhadas por um território de mais de 1 400 quilômetros quadrados. Antes da chegada de negócios como o Nosso Super, consumidores como Jandira abasteciam-se nas "zungueiras", como são chamadas as tradicionais negociantes de rua, que mantêm bacias e bancas improvisadas, ou nas bancas do famoso Roque Santeiro, um gigantesco mercado a céu aberto local, batizado em homenagem à novela brasileira dos anos 80. "Agora venho ao supermercado no mínimo uma vez por semana", diz Jandira. "É muito melhor do que comprar na rua."
O Nosso Super é a pioneira entre as redes de supermercados instaladas em Angola e, como tantos outros negócios, pertence ao governo socialista do país. Sua primeira unidade foi aberta em 2007 e, hoje, há 29 lojas da marca em operação. Erguido e administrado pela construtoraOdebrecht, o Nosso Super representa um dos inúmeros exemplos da presença brasileira em diversos setores da economia angolana. O país tenta se reerguer das ruínas deixadas pela guerra, importa quase tudo o que é consumido e tem dinheiro em caixa para pagar as contas graças à riqueza trazida pela extração do petróleo, que gerou um crescimento médio anual de 16,7% do PIB angolano entre 2004 e 2008. Era previsível, portanto, que empresários vissem em Angola, ex-colônia portuguesa que venera artistas e esportistas e reconhece as marcas brasileiras, uma oportunidade de fazer negócios. Entre 2000 e 2008, as exportações do Brasil para o país foram multiplicadas por 10. Em 2008, Angola transformou-se no principal parceiro comercial do Brasil na África. Hoje, há cerca de 100 empresas e 40 000 profissionais brasileiros atuando no país. A China, país com enorme interesse no potencial angolano na área de commodities, tem cerca de 20 companhias em operação e 25 000 profissionais em Angola. "Há oportunidades excelentes para vários setores", disse a EXAME o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Miguel Jorge, que conduziu em novembro uma missão com 98 empresários para Angola.
A fase de grande impulso das relações comerciais entre as duas nações começou com a participação das empreiteiras brasileiras na reconstrução da infraestrutura angolana. AOdebrecht foi a primeira a chegar, em 1984, ainda em meio à guerra civil. Hoje, a empresa tem em andamento mais de 40 contratos com o governo local e é uma das maiores empregadoras do país, com uma equipe de 25 000 funcionários. Anos depois, Camargo Corrêa e OAS chegaram ao país. Com obras gigantescas, as construtoras atraíram uma cadeia de prestadores de serviços que vai de escritórios de advocacia a redes de comida rápida. Em 2005, a cadeia de fast food Bob's inaugurou na região da ilha de Luanda uma de suas maiores lojas no país, com 400 metros quadrados. A unidade conta com drive-thru e três salões de festas, que são procurados pelos angolanos para celebrar aniversários, batizados e até casamentos.
Para um país que tem de importar itens básicos, reconstruir a base agrícola é estratégico. Antes da guerra civil, Angola chegou a ser a terceira maior produtora de café do mundo e um dos principais exportadores da África de commodities como milho, açúcar e tabaco. Assim como em outros setores, o governo tenta atrair investidores para o campo a fim de garantir que o país se torne autossuficiente, no prazo de alguns anos, em itens básicos, como feijão e milho. Um dos maiores projetos é o da fazenda Pungo Andongo, com participação da Odebrecht. Trata-se de uma fazenda-modelo desenvolvida em uma área de 36 000 hectares na província de Malanje, ao norte do país, que produz milho, soja, feijão e arroz para atender à demanda interna.
Na concorrência com outros países que disputam os grandes projetos de Angola, o Brasil leva vantagem graças aos laços culturais. Além do idioma, brasileiros e angolanos dividem o gosto por novelas (exibidas ali pela Globo Internacional e pela Record Internacional) e a paixão por artistas como o cantor Roberto Carlos e por futebol. Politicamente, o Brasil é lembrado por ter sido o primeiro a reconhecer a independência angolana, em 1975. Nos anos recentes, o governo brasileiro tem atuado para aumentar o fluxo comercial com a África. Desde 2006, o BNDES destina recursos sob a forma de duas linhas de crédito que somam 1,75 bilhão de dólares para financiar a compra de equipamentos brasileiros para obras de infraestrutura em Angola. Para ampliar os negócios, uma terceira linha, de 500 milhões de dólares, foi liberada em outubro.
A recente crise financeira e, sobretudo, a queda nos preços do petróleo abalaram a economia angolana nos últimos meses -- prova da enorme dependência do país de um único recurso. Sobrou para as empresas brasileiras, fornecedoras do governo, que tiveram seus pagamentos atrasados. Em julho, o ministro das Finanças angolano, Severim de Morais, confirmou uma pendência total de 2 bilhões de dólares com as empresas de construção. "Não queremos deixar a dívida passar para 2010", afirmou. De acordo com o que EXAME apurou com as empresas do setor, uma parte do pagamento deve ocorrer até o fim de 2009, e a outra nos primeiros meses de 2010, quando as projeções indicam que a economia angolana deve retomar o ritmo de crescimento, com uma previsão de evolução do PIB acima de 8%.
O progresso dos últimos anos eliminou apenas parte dos problemas e das carências de Angola. Segundo a ONU, 70% dos angolanos vivem com menos de 2 dólares por dia. Luanda, com seus prédios em construção, ainda é uma cidade cheia de "musseques", as favelas locais. O passeio pelo moderno Belas Shopping de tempos em tempos é interrompido por blecaute. O grande déficit habitacional, calculado em 2 milhões de casas somente na capital, Luanda, faz com que o preço dos aluguéis e de venda dos imóveis cresça vertiginosamente. Os empresários estrangeiros que chegam ao país enfrentam problemas como a dificuldade para obter visto, o excesso de burocracia e a corrupção. No ranking mais recente sobre o assunto, elaborado pela ONG Transparência Internacional, Angola está entre os 20 países mais corruptos do mundo. O restabelecimento da democracia não deve acontecer tão cedo. Em setembro, o presidente José Eduardo dos Santos comemorou discretamente as três décadas de sua chegada ao poder. Dois meses depois, num discurso, afirmou que eleições presidenciais em Angola só ocorrerão em 2012.
Fonte: Portal exame
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Lições da pílula
O desfecho inesperado da disputa entre
Pelo menos duas questões ficaram claras nessa experiência. A primeira é que os investidores ainda não estão familiarizados com as discussões da pílula. E a segunda é que - se o estatuto não dificultar - elas podem ser removidas ou dispensadas diante de uma proposta de compra e nesses casos podem até beneficiar os acionistas.
Embora crítico dos exageros que acontecem no Brasil na adoção dessas cláusulas, para o advogado Marcelo Barbosa, do escritório
As pílulas de veneno servem para dificultar que um investidor ou grupo compre uma fatia significativa da empresa. Da maneira como foram adotadas no Brasil, davam conforto especialmente aos controladores que levaram as companhias à bolsa nos últimos anos e temiam uma tomada de controle.
Porém, as peculiaridades da adoção no país foram alvos de críticas. Aqui, em geral, as pílulas dificultam a compra de fatias significativas porque disparam uma obrigação de oferta pública para 100% do capital da companhia e com prêmio elevado preestabelecido. Os problemas que surgiram é que o percentual limite de aquisição, em geral, é baixo e os prêmios para uma oferta são excessivos. Assim, essas cláusulas foram acusadas de inibirem operações.
Por fim, algumas companhias redigiram seus estatutos de forma a evitar que os acionistas pudessem votar pela retirada das pílulas. Isso porque aqueles que aprovassem a eliminação teriam que comprar as ações dos demais acionistas, seguindo o prêmio previsto na regra da companhia. Criaram, assim, as cláusulas pétreas. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já se manifestou afirmando que não punirá os acionistas que votarem pela mudança nesses casos.
Apesar de já se verificar companhias interessadas em modificar seus regimentos, as pílulas ainda estão disseminadas, especialmente entre as novatas da bolsa.
Estudo inédito realizado pelo
O caso da GVT abalou alguns mitos da discussão sobre as pílulas de veneno. A companhia francesa
O prazo necessário à discussão dos acionistas sobre a pílula também teve papel importante e permitiu que a Telefônica lançasse uma oferta pela empresa e iniciasse uma disputa. Assim, a cláusula mostrou um de seus principais benefícios: trouxe para a negociação os acionistas dispersos na bolsa.
E a briga só não foi maior pela falta de experiência para lidar com o assunto. Ao aprovarem a dispensa da pílula de veneno, os acionistas da GVT não condicionaram a liberação a uma oferta pública. A medida deixou a porta aberta para a Vivendi negociar privadamente a compra do controle - em partes - e não precisar se submeter a uma guerra de preços em leilão.
Mas a professora Roberta Prado, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) acredita que esses dispositivos não têm a função de melhorar preço em aquisições. Para ela, as pílulas não devem ser vistas como "instrumento de barganha". "Se há o interesse do minoritário de receber sempre o valor mais alto, há também o interesse do mercado de que os negócios sejam realizados pelo valor justo", afirma.
Para os analistas do núcleo de estratégia do BTG Pactual autores de pesquisa sobre o tema, Carlos Sequeira e Antonio Junqueira, na maioria das vezes, as pílulas não se materializam em ganhos aos acionistas - especialmente quando a companhia dificulta sua retirada.
"Na verdade, elas potencialmente reduzem o valor do investimento", afirma Sequeira, pois podem dificultar fusões e aquisições. Junqueira explica ainda que a demanda pelas ações pode sofrer. "Há investidores que só fazem apostas relevantes, comprando grandes fatias das empresas. Se esse tipo de aplicação for limitada, a demanda pelos papéis tende a ficar menor."
Diante das críticas e da necessidade das companhias, é crescente o movimento de mudanças nos estatutos. Após a Cremer, que estreou as alterações ainda em 2008, a
Fonte: Valor Online
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O novo barão do café

Em sua essência, a Santa Clara permanece a mesma empresa fundada pelo patriarca, Alves de Lima, na década de 50. Seu negócio consiste basicamente em comprar café de pequenos produtores em Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo para, então, revendê-lo processado em outros mercados. O que mudou foi a envergadura do negócio. Sob o comando de Pedro, a Santa Clara processa atualmente 116 000 toneladas de café por ano em suas quatro fábricas, o equivalente a 30 bilhões de xícaras -- volume 2 000 vezes maior que o comercializado três décadas atrás. Essa expansão deve-se ao desenvolvimento de uma gama de produtos -- e marcas -- diferentes. A Santa Clara administra cinco marcas de café, além do cappuccino e outros derivados. Essa estratégia de colocar valor numa commodity -- algo descoberto há muito tempo por empresas internacionais como a Nestlé -- foi um dos pontos que permitiram um crescimento de dois dígitos ao ano nesta década. Outro foi a sequência de aquisições empreendida por Lima -- foram quatro de 2003 para cá.
O dinheiro necessário para impulsionar o crescimento veio com a venda de 50% da Santa Clara para o grupo israelense Strauss-Elite, em dezembro de 2005. Embora a transação envolvesse um valor relativamente pequeno, de cerca de 60 milhões de dólares, garantiu para o portfólio da Santa Clara a mineira Três Corações -- hoje a marca mais importante da empresa. "Percebemos que havia um mercado imenso a ser explorado", diz Lima. "As empresas que vendiam café eram pouco profissionais e contavam com produtos de baixa qualidade. A operação com o Strauss nos deu uma marca forte para crescer fora do Nordeste."
Há três anos, a Santa Clara entrou no maior mercado do país, São Paulo. Diferentemente do que ocorre nos estados do Norte e do Nordeste, onde a empresa é quase hegemônica, o mercado paulista era (e ainda é) dominado pela americana Sara Lee, a maior concorrente da Santa Clara e dona de marcas como Pilão, Caboclo e Café do Ponto. Durante quase dois anos, Pedro Lima e outros executivos da empresa negociaram espaços nas gôndolas das principais redes de varejo na região -- mas os resultados iniciais foram pífios. "Os custos de exposição de produtos em supermercados de São Paulo são cinco vezes maiores que em outros estados", afirma o dono de uma rede varejista do interior. "Eles tinham pouco dinheiro e praticamente nenhuma marca forte para negociar." Como medida para reduzir os custos, Lima terceirizou a operação logística e diminuiu em dois terços o número de vendedores em São Paulo. Para tornar os produtos mais conhecidos, investiu na divulgação da marca Três Corações. Em meados de 2007, encomendou à agência de publicidade Ogilvy uma campanha de TV voltada exclusivamente para São Paulo. O primeiro filme criado pela agência, com uma sequência de imagens de arquivo, foi veementemente rechaçado por Lima. "O tiro tinha de ser certeiro. Não dava para ser nada morno", diz ele. Duas semanas depois, a Ogilvy conseguiu sua aprovação e colocou no ar uma campanha ao som do clássico Carinhoso, de Pixinguinha. Hoje, a Santa Clara detém 14% de participação no mercado paulista.
O estilo da Santa Clara é o estilo de seu presidente. Filho do meio de uma família de cinco irmãos, ele decidiu abandonar a faculdade de agronomia em 1985, quando tinha apenas 21 anos, para assumir o então cambaleante negócio do pai. Seu plano de expansão incluiu a construção de duas fábricas de processamento de café, em 1990 e 1998, e 23 centros de distribuição espalhados pelo país. Foi dele, também, a ideia de batizar a companhia de Santa Clara, em substituição ao anterior Nossa Senhora de Fátima, nome criado pelo pai. Na época também limou um antigo hábito do patriarca, o de vender fiado para a clientela. "Meu pai não levava jeito para gerir a empresa de forma profissional", diz Lima. Sua rotina é quase militar. Acorda diariamente às 4 horas da manhã para fazer alongamento, corre 15 quilômetros e aproveita os intervalos no trabalho para se dedicar às aulas de inglês, indispensável na hora de lidar com os sócios israelenses. "Evito participar de jantares de negócios. Preciso dormir cedo", diz.
No processo de transformar a Santa Clara numa grande empresa, Pedro arrastou seus dois irmãos, Paulo e Vicente. Assim como ele, ambos largaram os estudos quando tinham 20 e 18 anos, respectivamente, para se dedicar em tempo integral à expansão da companhia. A Paulo coube a tarefa de abrir novos mercados pelo interior do país. Dirigindo o velho caminhão da família, ele visitava cerca de 40 cidadezinhas por semana num raio de aproximadamente 1 100 quilômetros a partir de Natal. "Era comum ter de voltar à mesma loja várias vezes até conseguir uma boa negociação", afirma Paulo, hoje diretor comercial da Santa Clara. O caçula, Vicente, ficou encarregado de garantir a qualidade dos produtos e desde 1996 ocupa o cargo de diretor de insumos e exportações. Uma de suas tarefas era participar das colheitas em algumas fazendas de café para se certificar da procedência dos grãos. Por causa desse controle, quase 15% dos 170 fornecedores foram substituídos nos últimos 15 anos.
Passada a fase mais crítica do processo de expansão, Pedro tem pela frente dois desafios. O primeiro está relacionado à reorganização da lista de produtos da empresa. A sequência de aquisições dos últimos três anos deixou a Santa Clara com 27 tipos de café, em muitos casos competindo pelo mesmo mercado. Para tentar acabar com essa sobreposição, Lima contratou uma empresa especializada em reposicionamento de marcas -- a Thymus, de São Paulo. Passado um ano e meio desde o início do processo, porém, definiu-se que apenas a marca Três Corações terá abrangência nacional. "Trata-se de um trabalho minucioso", diz. "Qualquer passo errado pode nos tirar desse mercado." Seu segundo desafio está ligado ao aumento da concorrência, sobretudo por parte da americana Sara Lee. A empresa vem se desfazendo de negócios considerados não estratégicos nos Estados Unidos para investir nas áreas de alimentos e bebidas em países emergentes. Como parte de uma estratégia defensiva, a Santa Clara adquiriu recentemente duas marcas de refresco em pó da Unilever, por um valor estimado de 30 milhões de reais. "Precisamos reforçar nossa atuação", diz Lima. "De agora em diante, o jogo vai ficar mais difícil."
Fonte: Portal Exame
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Mobius indica compra de ações em momentos de correção
O megainvestidor Mark Mobius disse que vê potencial de aumento no preço das ações nos mercados do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). De acordo com reportagem publicada pela Bloomberg, Mobius afirma que nos próximos quatro anos a valorização das ações deve chegar até a 40%, tendo como base o elevado crescimento econômico e a redução dos gastos dos governos, ambos fatores que contribuirão para o lucro das empresas.
Presidente do fundo de investimentos Templeton Asset Management, Mobius afirma que está aumentando a participação de sua carteira em todos os mercados emergentes, com foco especialmente nas economias dos BRIC. Esses países, segundo o investidor, "estão realmente no topo dos favoritos (para investir)".
Prova da recuperação, segundo Mobius, é o fato de que as bolsas de Brasil, China e Índia tiveram um rali de mais de 75% desde que a economia global começou a mostrar sinais de recuperação da demanda por commodities. "Enquanto países desenvolvidos podem encolher 4% neste ano, os mercados emergentes como um todo podem evitar uma contração com zero de mudança em seu produto interno bruto", disse.
O investidor acrescentou ainda que é esperada uma "súbita e violenta correção" nos mercados altistas, e que os investidores devem estar "prontos para comprar". As maiores áreas de crescimento nos mercados emergentes, para Mobius, são as de consumo e commodities, "com China e Brasil entre as opções mais baratas para compra de ações".
Fonte: Portal Exame
