Em visita ao Brasil no último mês, Mobius já havia afirmado que a saída de investidores estrangeiros dos mercados emergentes é algo pontual, e que não deve ser tido como uma tendência. Isso porque logo eles irão perceber que existe um fator que justifica a aplicação nestes mercados: o crescimento destas economias.
terça-feira, 22 de março de 2011
Mark Mobius compra ações da Petrobras, de olho nas cotações do petróleo
Em visita ao Brasil no último mês, Mobius já havia afirmado que a saída de investidores estrangeiros dos mercados emergentes é algo pontual, e que não deve ser tido como uma tendência. Isso porque logo eles irão perceber que existe um fator que justifica a aplicação nestes mercados: o crescimento destas economias.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Estrangeiros passam bastão aos fundos
O Ibovespa voltou a cobiçar os 70 mil pontos. O que está por trás dessa recuperação?
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Mobius indica compra de ações em momentos de correção
O megainvestidor Mark Mobius disse que vê potencial de aumento no preço das ações nos mercados do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). De acordo com reportagem publicada pela Bloomberg, Mobius afirma que nos próximos quatro anos a valorização das ações deve chegar até a 40%, tendo como base o elevado crescimento econômico e a redução dos gastos dos governos, ambos fatores que contribuirão para o lucro das empresas.
Presidente do fundo de investimentos Templeton Asset Management, Mobius afirma que está aumentando a participação de sua carteira em todos os mercados emergentes, com foco especialmente nas economias dos BRIC. Esses países, segundo o investidor, "estão realmente no topo dos favoritos (para investir)".
Prova da recuperação, segundo Mobius, é o fato de que as bolsas de Brasil, China e Índia tiveram um rali de mais de 75% desde que a economia global começou a mostrar sinais de recuperação da demanda por commodities. "Enquanto países desenvolvidos podem encolher 4% neste ano, os mercados emergentes como um todo podem evitar uma contração com zero de mudança em seu produto interno bruto", disse.
O investidor acrescentou ainda que é esperada uma "súbita e violenta correção" nos mercados altistas, e que os investidores devem estar "prontos para comprar". As maiores áreas de crescimento nos mercados emergentes, para Mobius, são as de consumo e commodities, "com China e Brasil entre as opções mais baratas para compra de ações".
Fonte: Portal Exame
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Mobius espera que Brasil retire IOF sobre capital externo
CINGAPURA, 27 de outubro (Reuters) - A Templeton Asset Management está buscando formas de ficar exposta a ativos brasileiros sem ser taxada com o IOF sobre capital externo, embora espere que o governo reverta a medida, disse o investidor Mark Mobius nesta terça-feira.
"Estamos olhando com muito cuidado. Não queremos colocar dinheiro que vai ser imediatamente taxado", disse Mobius, que chefia a área de mercados emergentes da Templeton, em entrevista à Reuters Television.
O governo brasileiro anunciou no último dia 19 que decidiu taxar o capital estrangeiro que entrar no país para aplicações em renda fixa e variável, por meio de uma alíquota de IOF de 2 por cento, com o intuito de evitar uma valorização exagerada do real e a criação de uma bolha pelo excesso de liquidez internacional.
"Estamos olhando para ADRs, GDRs, qualquer oportunidade", disse Mobius, referindo-se aos recibos de ações brasileiras negociados no exterior. Mobius gerenciava cerca de 20 bilhões de dólares em ativos de emergentes em março.
Indagado sobre se prevê que o Brasil vai retirar o IOF sobre estrangeiros, ele respondeu: "Acredito que eventualmente sim. Já tivemos isso antes, o país já adotou esse tipo de medida antes e viu que não é bom para a economia".
Ele disse que o controle sobre ingresso de capital em outros emergentes é possível, ainda que não preveja quais países poderiam fazer isso.
"Tenho esperança de que a maioria dos países vai entender que o controle sobre o capital é um passo perigoso", afirmou.
Em março, Mobius disse à Reuters que o Brasil e a China eram suas principais apostas de investimento. Nesta terça-feira, ele mencionou estar olhando para África, Oriente Médio e países asiáticos como Vietnã, e disse que a Rússia poderá se beneficiar de preços mais elevados do petróleo.
Fonte: Portal Exame
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Mark Mobius vê ações excelentes e com múltiplos baratos na América Latina
23/04/09 - 19h22
InfoMoney
O saldo do Ibovespa serve de argumento. No ano, o índice segue com mais de 20% de valorização, um dos melhores desempenhos do mundo. Mas o que faz a bolsa brasileira mais alheia aos efeitos da crise? Para Mark Mobius, diretor da Franklin Templeton, os motivos são muitos.
Para explicar esta resistência, cita responsabilidade fiscal, disciplina e comprometimento com a política de câmbio flutuante, esforços voltados para a recuperação do mercado e forte composição da economia interna.
Garantia doméstica
Este último motivo é reforçado pelo ponto de vista dos analistas. Caráter defensivo em ações vem frequentemente associado a ativos que apresentam maior exposição ao mercado doméstico, de certa forma, uma blindagem contra a desaceleração da demanda nas economias mais maduras.
"A América Latina como um todo tem uma base de consumo muito grande para suportar a demanda por bens e serviços, além do que consideramos ser muitas as companhias excelentes, ao mesmo tempo baratas e pouco alavancadas", afirma Mobius.
Oportunidade
O gestor aposta na região. Ainda assim, sugere que as opções de investimento sigam uma linha de forte posição de mercado, vantagem competitiva frente a seus pares setoriais, padrões confiáveis de governança corporativa e uma administração capacitada.
"Mais importante de tudo, como value investor, é que os múltiplos das companhias latino-americanas estão atrativos atualmente e consideramos uma ótima oportunidade para procurar barganhas na região", completa.
