Mostrando postagens com marcador Bric. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bric. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Renaissance Tech Opened High Frequency Trading Offices In Brazil And The Liquidity Down There Sky Rocketed

Someone who works for a bank told us an interesting story the other day.
The amount of liquidity in the Brazilian market jumped a lot recently -- and he thinks there's a simple reason why.
A number of hedge funds, one of which is Jim Simons' quant fund Renaissance Tech, he says, opened offices in Brazil recently and began high frequency trading (HFT) operations.
Our tipster says that since funds have opened up shop in the BRIC country, there has been a significant increase in the amount of liquidity traders see in the Brazilian stock market.
All of a sudden, he says, the amount of liquidity in the market in Brazil jumped. And it's because of hedge funds like RenTec are cranking up the amount of high frequency trading that takes place there.
Of course everyone's trading in the Brazilian market (and many emerging markets) right now, but not everyone is opening up offices in Brazil in order to high frequency trade in the Brazilian market. 
It seems like hedge funds satellite offices are popping up down there for a few reasons. One is that Brazil is one of the "BRIC" emerging economies that are surging right now. So, obviously hedge funds would be interested in finding investments in the country. 
Another is that a physical location in Brazil allows high frequency traders to "co-locate" their servers near the Brazilian exchange. The closer a server is to an exchange, the quicker the trade executes. HFT is at least 50% about "latency," or speed and being the quickest to trade. (So basically, if you want to HFT in the Brazilian market competitively, you have to have an office down there.)
Also, the U.S. market has become overrun with high frequency traders, which are said to comprise up to 70% of market volume. The more people HFT successfully, the harder it is to gain an edge, partly because everyone tries to jump on the same trade.
Whatever the reason, what's interesting is that RenTec and other hedge funds have opened HFT offices in Brazil and that their impact is so huge on the market that there was a noticeable change in liquidity, and traders in the U.S. noticed.


Read more: http://www.businessinsider.com/renaissance-tech-brazil-high-frequency-trading-liquidity-2011-2#ixzz1JVbD1G73

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Merrill Lynch: Modelo do relógio indica boa fase para ações brasileiras

São Paulo - Agora que o medo de uma guinada para cima nos preços em todo o mundo passou - principalmente depois da constatação de que os estímulos fiscais no mundo inteiro não geraram uma aceleração nos preços - a expectativa agora é por uma "reflação". Ao menos é o que constata um relatório publicado hoje pelo Bank of America Merrill Lynch.
"Desde a primavera, [entre março e junho, no hemisfério norte] a inflação desacelerou dos 3,2% para 2,7%. Dados de inflação nos EUA, Reino Unido, Brasil e Índia baixaram das recentes altas, e o Fed [BC americano] surpreendeu os mercados em sua mais recente reunião do Fomc [comitê de política monetária] ao focar nos riscos de queda da inflação", escreveram Michael Penn e Michael Hartnett, estrategistas globais do banco.
Para indicar quem ganha e quem perde em um ambiente como esse, os analistas traçaram um modelo, como um relógio, que reúne dados sobre os mercados desde 1990. Agora, o "relógio" sugere que os vencedores são: ações, mercados dos BRIC, Hong Kong, Coréia do Sul, Zona do Euro e setor de tecnologia. "A posição atual do nosso relógio em "reflação" suporta a nossa visão de alocação acima da média para ações globais, mercados emergentes e crescimento de large caps".
Segundo o relatório, o ganho anualizado das ações durante esse período de "reflação" no Brasil chega a 56,1%. É a melhor posição do relógio para o Brasil. Em um ambiente inflacionário, as ações por aqui ganhariam apenas 1%. Na mudança para a deflação, o mercado de ações veria um recuo de 11% e, em uma estagflação, a queda chegaria a 7,6%.
 Fonte: Portal Exame

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mobius indica compra de ações em momentos de correção

Investidor diz que espera valorização de até 40% nos mercados de ações do BRIC nos próximos quatro anos.

O megainvestidor Mark Mobius disse que vê potencial de aumento no preço das ações nos mercados do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). De acordo com reportagem publicada pela Bloomberg, Mobius afirma que nos próximos quatro anos a valorização das ações deve chegar até a 40%, tendo como base o elevado crescimento econômico e a redução dos gastos dos governos, ambos fatores que contribuirão para o lucro das empresas.


Presidente do fundo de investimentos Templeton Asset Management, Mobius afirma que está aumentando a participação de sua carteira em todos os mercados emergentes, com foco especialmente nas economias dos BRIC. Esses países, segundo o investidor, "estão realmente no topo dos favoritos (para investir)".


Prova da recuperação, segundo Mobius, é o fato de que as bolsas de Brasil, China e Índia tiveram um rali de mais de 75% desde que a economia global começou a mostrar sinais de recuperação da demanda por commodities. "Enquanto países desenvolvidos podem encolher 4% neste ano, os mercados emergentes como um todo podem evitar uma contração com zero de mudança em seu produto interno bruto", disse.


O investidor acrescentou ainda que é esperada uma "súbita e violenta correção" nos mercados altistas, e que os investidores devem estar "prontos para comprar". As maiores áreas de crescimento nos mercados emergentes, para Mobius, são as de consumo e commodities, "com China e Brasil entre as opções mais baratas para compra de ações".

Fonte: Portal Exame

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Para Goldman Sachs, Bolsas estão perto da virada

Para o economista do banco Jim O'Neill, as ações já estão muito baratas e podem voltar a atrair compradores.
Enquanto a maioria dos analistas afirma que só Deus sabe onde está o fundo do poço para as bolsas de todo o mundo, o economista americano Jim O'Neill acredita que a virada pode estar próxima. Chefe do Departamento de Pesquisas Econômicas do banco Goldman Sachs e criador da famosa sigla Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), ele afirma que o preço das ações já caiu muito, o que fatalmente atrairá de volta os compradores. Veja abaixo os principais trechos da entrevista de O'Neill, que respondeu a EXAME durante uma pausa do trekking que faz pelo Himalaia: 

EXAME - Desde a queda do Lehman Brothers, os mercados emergentes sofrem fortes solavancos. As quedas nas bolsas chegam a superar as de países desenvolvidos. O que houve? 

Jim O'Neill - O colapso do Lehman Brothers não trouxe muitas dúvidas - trouxe grandes dúvidas. Gerou a preocupação de que nenhum banco estava realmente seguro. O resultado foi que a crise de crédito se intensificou dramaticamente, e ela atingiu a economia real dos países desenvolvidos e dos Estados Unidos. Isso derrubou o preço das commodities, e é aqui que o Brasil foi pego pela crise. Mas o descolamento das economias emergentes não terminou completamente. Basta ver que as vendas do varejo, na China, cresceram 23% em setembro. 

EXAME - O que justifica as bolsas emergentes caírem mais que as dos países ricos, que estão no centro da crise? 

O'Neill - A principal razão é que era moda investir nos mercados emergentes em 2007. Por isso, muito capital especulativo chegou tarde à festa, e ao primeiro sinal de problemas, desapareceu. 

EXAME - Por que os investidores estão deixando o Brasil, se os analistas afirmam que as perspectivas econômicas são positivas? 

O'Neill - A saída não tem nada a ver com o Brasil. Ela tem tudo a ver com a profunda falta de crédito. Olhando para o desempenho do real e para os números da economia, o Brasil ainda parece muito bom para mim. 

EXAME - O que pode ser feito para reverter a tendência de queda das bolsas? 

O'Neill - Eu penso que podemos estar próximos da virada em todo o mercado de capitais. Os ativos estão, certamente, muito baratos. Talvez fosse bom para o Brasil, se os investidores locais participassem mais da bolsa, em vez de investir tanto em títulos públicos. Isso a tornaria menos dependente do capital estrangeiro, que às vezes é muito volátil.

Por Márcio Juliboni