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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Renaissance Tech Opened High Frequency Trading Offices In Brazil And The Liquidity Down There Sky Rocketed
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Merrill Lynch: Modelo do relógio indica boa fase para ações brasileiras
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- 29/09/2010 | Goldman Sachs nada otimista com as ações em 2011
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Mobius indica compra de ações em momentos de correção
O megainvestidor Mark Mobius disse que vê potencial de aumento no preço das ações nos mercados do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). De acordo com reportagem publicada pela Bloomberg, Mobius afirma que nos próximos quatro anos a valorização das ações deve chegar até a 40%, tendo como base o elevado crescimento econômico e a redução dos gastos dos governos, ambos fatores que contribuirão para o lucro das empresas.
Presidente do fundo de investimentos Templeton Asset Management, Mobius afirma que está aumentando a participação de sua carteira em todos os mercados emergentes, com foco especialmente nas economias dos BRIC. Esses países, segundo o investidor, "estão realmente no topo dos favoritos (para investir)".
Prova da recuperação, segundo Mobius, é o fato de que as bolsas de Brasil, China e Índia tiveram um rali de mais de 75% desde que a economia global começou a mostrar sinais de recuperação da demanda por commodities. "Enquanto países desenvolvidos podem encolher 4% neste ano, os mercados emergentes como um todo podem evitar uma contração com zero de mudança em seu produto interno bruto", disse.
O investidor acrescentou ainda que é esperada uma "súbita e violenta correção" nos mercados altistas, e que os investidores devem estar "prontos para comprar". As maiores áreas de crescimento nos mercados emergentes, para Mobius, são as de consumo e commodities, "com China e Brasil entre as opções mais baratas para compra de ações".
Fonte: Portal Exame
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Para Goldman Sachs, Bolsas estão perto da virada
EXAME - Desde a queda do Lehman Brothers, os mercados emergentes sofrem fortes solavancos. As quedas nas bolsas chegam a superar as de países desenvolvidos. O que houve?
Jim O'Neill - O colapso do Lehman Brothers não trouxe muitas dúvidas - trouxe grandes dúvidas. Gerou a preocupação de que nenhum banco estava realmente seguro. O resultado foi que a crise de crédito se intensificou dramaticamente, e ela atingiu a economia real dos países desenvolvidos e dos Estados Unidos. Isso derrubou o preço das commodities, e é aqui que o Brasil foi pego pela crise. Mas o descolamento das economias emergentes não terminou completamente. Basta ver que as vendas do varejo, na China, cresceram 23% em setembro.
EXAME - O que justifica as bolsas emergentes caírem mais que as dos países ricos, que estão no centro da crise?
O'Neill - A principal razão é que era moda investir nos mercados emergentes em 2007. Por isso, muito capital especulativo chegou tarde à festa, e ao primeiro sinal de problemas, desapareceu.
EXAME - Por que os investidores estão deixando o Brasil, se os analistas afirmam que as perspectivas econômicas são positivas?
O'Neill - A saída não tem nada a ver com o Brasil. Ela tem tudo a ver com a profunda falta de crédito. Olhando para o desempenho do real e para os números da economia, o Brasil ainda parece muito bom para mim.
EXAME - O que pode ser feito para reverter a tendência de queda das bolsas?
O'Neill - Eu penso que podemos estar próximos da virada em todo o mercado de capitais. Os ativos estão, certamente, muito baratos. Talvez fosse bom para o Brasil, se os investidores locais participassem mais da bolsa, em vez de investir tanto em títulos públicos. Isso a tornaria menos dependente do capital estrangeiro, que às vezes é muito volátil.