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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Petrolífera Qgep entra com pedido de análise de IPO junto à CVM

SÃO PALUO – A Qgep Participações entrou com pedido de análise de IPO (Initial Public Offering) junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na última segunda-feira (1), com a emissão de ações em oferta primária primária e com a possibilidade de oferta secundária em lote adicional, correspondendo a até 20% das ações inicialmente ofertadas. O acionista vendedor, neste caso, será o grupo Queiroz Galvão.
Conforme a minuta do prospecto preliminar, a empresa pretende realizar a oferta no Brasil, com esforços de colocação no exterior. O banco Itaú será o coordenador líder da oferta, enquanto o Banco Merrill Lynch e o BTG Pactual atuarão como coordenadores.
Com os recursos obtidos na oferta, a companhia pretende destinar os recursos para adquirir e explorar novos blocos e ativos, especialmente nas bacias do Espírito Santo, de Campos e de Santos, além de investir em exploração no portfolio já existente.

Saiba mais sobre a empresaA Qgep é uma empresa recém criada, a qual surgiu em setembro deste ano, de uma reestruturação societária do grupo Queiroz Galvão, de modo a segregar as atividades em duas frentes: prestação de serviços e exploração e produção, sendo esta última a principal atividade da Qgep.
De acordo com a empresa, as operações de exploração e produção consistem em direitos de concessão sobre dois campos de petróleo e oito blocos exploratórios, sendo quatro deles na Bacia de Santos, três na bacia de Camamu e um na bacia de Jequitinhonha, sendo esta a única com 100% dos direitos de exploração.
Fonte: Infomoney

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Merrill Lynch: Modelo do relógio indica boa fase para ações brasileiras

São Paulo - Agora que o medo de uma guinada para cima nos preços em todo o mundo passou - principalmente depois da constatação de que os estímulos fiscais no mundo inteiro não geraram uma aceleração nos preços - a expectativa agora é por uma "reflação". Ao menos é o que constata um relatório publicado hoje pelo Bank of America Merrill Lynch.
"Desde a primavera, [entre março e junho, no hemisfério norte] a inflação desacelerou dos 3,2% para 2,7%. Dados de inflação nos EUA, Reino Unido, Brasil e Índia baixaram das recentes altas, e o Fed [BC americano] surpreendeu os mercados em sua mais recente reunião do Fomc [comitê de política monetária] ao focar nos riscos de queda da inflação", escreveram Michael Penn e Michael Hartnett, estrategistas globais do banco.
Para indicar quem ganha e quem perde em um ambiente como esse, os analistas traçaram um modelo, como um relógio, que reúne dados sobre os mercados desde 1990. Agora, o "relógio" sugere que os vencedores são: ações, mercados dos BRIC, Hong Kong, Coréia do Sul, Zona do Euro e setor de tecnologia. "A posição atual do nosso relógio em "reflação" suporta a nossa visão de alocação acima da média para ações globais, mercados emergentes e crescimento de large caps".
Segundo o relatório, o ganho anualizado das ações durante esse período de "reflação" no Brasil chega a 56,1%. É a melhor posição do relógio para o Brasil. Em um ambiente inflacionário, as ações por aqui ganhariam apenas 1%. Na mudança para a deflação, o mercado de ações veria um recuo de 11% e, em uma estagflação, a queda chegaria a 7,6%.
 Fonte: Portal Exame