terça-feira, 6 de abril de 2010
Insight Cambial – Após Rompimento, queda poderá se acentuar
Isso porque, os dados da Europa agendados para essa semana ainda poderão acentuar mais essa desvalorização, principalmente frente ao Euro, caso as previsões das principais forças da zona do euro se confirmem, como Pedidos de Fábricas e Vendas a Varejo na Alemanha e Suíça respectivamente. Fora os indicadores, os discursos de autoridades como Ben Bernank (presidente do FED) e Jean Claude Trichet (presidente do Banco Central Europeu) agendados para essa semana, deverão apimentar ainda mais toda volatilidade.
Assim, todo esse otimismo certamente terá impacto positivo na Bolsa, aumentando assim o fluxo cambial e a entrada de dólares no país, fazendo a moeda verde cair ainda mais nos próximos dias frente suas rivais e principalmente o real.
Fonte: ADVFN
quinta-feira, 11 de março de 2010
Fique esperto: Roubini faz nova previsão sobre economia
Fonte: ADVFN
sexta-feira, 5 de março de 2010
Vale negocia reajuste de preço acima de 90%
terça-feira, 2 de março de 2010
Rapidinhas do mercado
Bolsas em alta, exaltando indicadores na Ásia e na Europa, além do petróleo
De volta à Ásia, a taxa de desemprego no Japão inesperadamente recuou no decorrer de janeiro, para 4,9% - mínima de 10 meses. No período, foram acrescidos 540 mil postos de trabalho, maior alta desde outubro de 1973. Fundamentando a melhora no mercado de trabalho, os gastos das famílias no país cresceram 1,7% em janeiro.
Correlação perigosa
Conforme o olhar Morgan Stanley, o índice S&P 500 esteve (e permanece) altamente e historicamente correlacionado com o crescimento em excesso do crédito. “Começando pelo óbvio, o rali de março de 2009 foi impulsionado por uma avalanche de dinheiro fácil”, ponderam os analistas, que acreditam em um recuo quando o Federal Reserve apertar a política monetária. Quando o aumento no juro básico chegar, “o avanço nos lucros serão a componente chave para ganhos na renda variável”.
Desaceleração vem aí?Para Prieur du Plessis, presidente do hedge fund Plexus, a desaceleração na manufatura chinesa, explicitada pelos 52 pontos do PMI (Purchasing Managers’ Index) no último mês, deve ser olhada com maior atenção. “Aparentemente, o crescimento anualizado da China no segundo trimestre poderá recuar 10% ou menos”, completa o presidente, pedindo maior atenção a possíveis quedas no PMI à frente.
À deriva
Análise técnica de Kevin Lane, da Fusion IQ, aponta que o índice S&P 500 permanece em uma tendência menor de alta. Contudo, ao mesmo tempo, está abaixo da zona da resistência, próxima aos 1.120 pontos. “Até que o índice feche acima desta resistência ou abaixo da LTA (Linha de Tendência de Alta), o S&P 500 ficará sem direção”, diz Lane, que projeta suporte para o índice próximo a 1.080 pontos. Vale lembrar que o S&P 500 fechou em 1.116 pontos na última sessão.
Top picks siderúrgicas
Em relatório sobre o setor siderúrgico no Brasil, o Citigroup enxerga grande volume de pedidos fortes no âmbito doméstico durante o primeiro trimestre deste ano. “Os preços do aço no Brasil devem subir no segundo semestre”, prevê o analista Alex Hacking, que lista duas top picks para o setor na América Latina: a mexicana Ternium e a brasileira CSN.
Por aqui
Na agenda interna, foi divulgado o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) medido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas), que marcou inflação de 0,74% em fevereiro.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Europa: bolsas viram e sobem por commodities e Credit Suisse
As bolsas de valores da Europa operavam em alta nesta quinta-feira, revertendo as perdas observadas no início do pregão, conforme a firmeza do petróleo e dos preços dos metais sustentava ações ligadas a commodities. Credit Suisse e Novartis registravam valorização após resultados que agradaram investidores.
Às 8h48 (horário de Brasília), o índice Eurofirst 300, referência das principais bolsas europeias, subia 0,35%, para 798 pontos. O indicador avançou 1% na sessão passada.
Os papéis do setor de energia acompanhavam o bom desempenho do preços do petróleo, que subiam 2%. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Tullow Oil, Repsol, Total e StatoilHydro ganhavam entre 0,2% e 4%.
O Credit Suisse saltava 5,7% após ter divulgado lucro líquido de 2 bilhões de francos suíços (US$ 1,71 bilhão) no primeiro trimestre, duas vezes superior ao previsto por analistas. O banco informou ainda que permanece otimista em relação às suas perspectivas.
A farmacêutica suíça Novartis, enquanto isso, tinha alta de 2,4% depois de ter registrado um lucro melhor do que o esperado no primeiro trimestre.
Fonte: Invertia
segunda-feira, 2 de março de 2009
Índice de ações europeu mergulha 5% e beira mínima histórica
Por Atul Prakash
LONDRES (Reuters) - As bolsas de valores da Europa encerraram a segunda-feira em forte queda, afetadas pelas ações de bancos após a seguradora norte-americana AIG divulgar prejuízo trimestral recorde e o HSBC anunciar a maior emissão da história britânica.
O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais praças da região, fechou em baixa de 5,16 por cento, a 682 pontos --menor patamar em seis anos e perto da marca mais baixa da história, segundo dados preliminares.
O indicador já acumula queda de 14 por cento no ano, após ter despencado 45 por cento em 2008.
Os papéis do Standard Chartered Bank declinaram 11,6 por cento, os do Lloyds caíram 15,3 por cento e os do HSBC tiveram baixa de 18,8 por cento. O banco lançou uma emissão de 12,5 bilhões de libras após ver seu lucro anual cair.
"As condições do mercado estão extremamente difíceis", disse Philippe Gijsels, estrategista sênior do Fortis Bank.
Outro destaque de queda veio do setor de energia, após os preços do petróleo recuarem. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Tullow Oil, Repsol, Total e StatoilHydro perderam entre 3,6 e 5,8 por cento.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em baixa de 5,33 por cento, a 3.625 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX declinou 3,48 por cento, para 3.710 pontos. Continuação...
Fonte: Reuters Brasil
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Medidas anticrise na China e Europa sustentam otimismo
SÃO PAULO (Reuters) - Esperançosos com as iniciativas de governos de China e Europa para enfrentar a desaceleração global, os investidores dos mercados de ações seguiram na ponta compradora, fechando os olhos a uma bateria de dados desanimadores da economia dos Estados Unidos.
Com isso, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo disparou 4,76 por cento, para 36.469 pontos. Em três sessões consecutivas de otimismo, o Ibovespa acumulou ganho de 16,7 por cento.
O movimento foi lastreado por um giro financeiro de 4,5 bilhões de reais na sessão, um dos maiores do mês.
Atividade manufatureira, renda e gastos dos consumidores em níveis recorde de baixa nos Estados Unidos não foram suficientes para tirar o ímpeto comprador do mercado, mesmo sendo véspera do feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, que fecha as bolsas de Wall Street na quinta-feira.
"O investidor parece que preferiu olhar para a frente, otimista com o pacote econômica da Europa e o corte de juro na China", disse Rodrigo Bresser Pereira, diretor da Bresser Gestão de Recursos.
A China promoveu nesta quarta-feira o maior corte de juro dos últimos 11 anos, enquanto a União Européia delineou um plano de estímulo no valor de 200 bilhões de euros, à medida que bancos centrais e governos tentam tirar o mundo da desaceleração.
Essas notícias também deram suporte à recuperação dos preços de commodities e dos papéis de instituições financeiras, movimento integralmente refletido na Bovespa. Banco do Brasil liderou o seu setor, saltando 9,4 por cento, para 14,09 reais.
Na trilha da disparada de mais de 6 por cento na cotação do barril de petróleo, Petrobras cresceu 6 por cento, para 20,52 reais. Dentre as companhias ligadas a metais Gerdau foi a grande estrela, crescendo 12,3 por cento, valendo 14,48 reais.
Rumores de consolidação envolvendo companhias domésticas ajudaram a abrilhantar a sessão. A principal delas foi TIM Participações, com um salto de 18,4 por cento, a 7 reais, depois de o jornal italiano "Il Sole 24 Ore" veicular que a Telecom Itália está negociando a venda das operações no Brasil para a espanhola Telefónica, dona da Vivo.
Outro rumor envolvendo a possível venda da Sadia para a Nestlé, alavancou as ações da companhia brasileira, movimento que perdeu força depois que esta negou os boatos. No final, a ação subiu apenas 0,3 por cento, a 3,36 reais.
(Edição de vanessa Stelzer)
Fonte: Reuters Brasil