quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Sócio estratégico na Oi
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Petrobras já planeja novo gasoduto e dez plataformas no pré-sal
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Preço do petróleo tende a recuperar nível pré-crise
sábado, 6 de março de 2010
Petróleo fecha a US$ 81,50, máxima em sete semanas
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Emergentes aumentam demanda global de petróleo, diz AIE
Do lado do suprimento, entre os países não membros do cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), é o Brasil que deverá apresentar a maior expansão de produção este ano. A AIE estima que ela vai crescer 220 mil barris por dia (incluindo o equivalente em etanol), seguido pela produção da China, com mais 170 mil barris diários, Azerbaijão, com 120 mil barris por dia, e a Rússia, com 100 mil barris por dia.
Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/internacional/13/6101434/emergentes-puxam-demanda-de-petroleo#ixzz0fEQXW5Gm
sábado, 16 de janeiro de 2010
Ações da Brasil Telecom caem 9,70% com congelamento de incorporação
Oi interrompou o processo de absorção de papéis Brasil Telecom após encontrar provisão extra de 1,29 bilhão
A Oi informou nesta sexta-feira que decidiu suspender a incorporação das ações da Brasil Telecom devido a uma nova análise contábil, que determinou um acréscimo de 1,29 bilhão de reais nos valores de provisão destinados a contingências judiciais da empresa comprada em janeiro de 2009. A partir do anúncio, as ações preferenciais da Brasil Telecom, (BRTO4) despencaram na Bovespa e, às 11h30, operavam com baixa de 9,70%, sendo negociadas a 15,10 reais. Os papéis da Oi (TNLP4) também apresentavam uma redução de 3,15% em seu valor, que chegava a 35,40 reais.
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Com esse aumento, as despesas totais com provisões daBrasil Telecom. chegariam a 2,53 bilhões de reais. A Oi anunciou que realizará estudos para que os gastos envolvam de maneira proporcional as duas companhias e seus acionistas. Como após a análise a divisão passará por aprovação interna, ainda não há previsão de quando a incorporação será retomada.
Segundo auditoria realizada pela BDO Trevisan, esse valor extra de provisões seria dispensado a gastos com ações na Justiça referentes à súmula 371 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de 2009, que determinou à Brasil Telecom a compensação aos consumidores em regime de contrato de participação financeira através do valor patrimonial das ações (VPA) referente ao balanço do mês em que o serviço foi contratado.
Antigamente, quando os serviços eram contratados por meio desse modelo de “financiamento”, era dado à companhia um período de doze meses para a compensação aos consumidores por meio de papéis na bolsa. A quantidade de ações repassada era calculada a partir da divisão entre o total gasto na aquisição e o VPA.
Os contratantes começaram a se sentir lesados a partir do momento em que o VPA subiu com a inflação brasileira na década de 1990 e a quantidade de papéis adquiridos tornou-se menor. A partir da súmula do STJ, que também determina que ações judiciais semelhantes sejam resolvidas da mesma maneira, os consumidores conquistaram a oportunidade de reajustar as ações de acordo com o valor determinado no mês da compra.
Como essa nova determinação da Justiça não havia sido incluída na auditoria contábil à época em que a Oi divulgou a incorporação da Brasil Telecom, foi identificada essa discrepância de valores provisionais em segunda análise, o que provocou o congelamento do processo.
Para os analistas do banco Barclays, ainda há muitas incertezas envolvidas nesse processo e não é possível determinar quem vai pagar a conta dessa nova provisão: os acionistas da Oi ou da Brasil Telecom. No entanto, o banco acredita que a discussão pode atrasar a conclusão da fusão, postergar a captura de sinergias e ter um impacto negativo nos resultados da Oi.
Fonte: Portal Exame
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Teoria da conspiração? Tese de fraude do petróleo aponta roubo de US$ 2 trilhões/mês
26/11/09 - 13h24
InfoMoney
Imagine se existisse uma fraude 50 vezes superior à de Madoff, com cerca de US$ 2,5 trilhões em perdas. Além do montante expressivo, idealize uma periodicidade mensal para tal prejuízo. Do impossível para a realidade subliminar, esse é o provável montante que os traders e bancos roubam da renda real do mundo através do petróleo.
Em artigo publicado no website Seeking Alpha, Philip Davis desnuda a possibilidade da maior fraude existente na história, ao revelar como aproximadamente 99% dos negócios nos mercados futuros de petróleo não passam de meras especulações, em um esquema envolvendo bancos, petrolíferas e até a própria imprensa.
Fantasma de mão dupla
"US$ 2,5 trilhões é menos do que o preço excedente que a população é manipulada todo mês para pagar por um barril de petróleo", afirma Davis, ao ressaltar que tais roubos ocorrem na ICE (Intercontinental Exchange).
Criada em 2001, a ICE possui como fundadoras as petrolíferas BP (British Petroleum), Royal Dutch Shell e Total, além dos bancos Morgan Stanley, Goldman Sachs, Deutsche Bank e Société Générale. A bolsa é sediada em Altanta, nos EUA, mas a regulação norte-americana passa longe das negociações.
Tamanha falta de regulação gera as chamadas dark pools of liquidity, ATS (Alternative Trading Systems) usados por traders que procuram movimentar grandes quantias sem revelar as operações no mercado aberto. Como decorrência, a especulação toma forma, e explica como o barril de petróleo saltou de US$ 40,00 para US$ 80,00 somente este ano, em meio à fraca demanda física pela commodity.
Á procura da verdade, Davis mostra que investigação do Congresso dos EUA datada de 2003 descobriu como a ICE é usada para facilitar negociações "round trip" (viagens de ida e de volta), nas quais uma firma "A" vende energia para uma empresa "B", que vende novamente o mesmo montante de volta para a firma "A": o resultado real é nulo, mas o sinal ascendente para os preços do petróleo não.
Preços disparam e ignoram demanda real
Na época em que a DMS Energy foi investigada pelo governo norte-americano, a empresa de energia assumiu que nada menos de 80% das negociações em 2001 eram fantasmas. Em movimento semelhante, a Duke Energy revelou que negociou US$ 1,1 bilhão através das round trips, sendo dois terços comercializados na ICE.
"Você pode enxergar o dano causado pelo Goldman Sachs e por sua gangue de ladrões quando olhar a diferença de preços antes da criação da ICE e depois da criação da ICE", afirma Davis, ao ressaltar que, em apenas cinco anos após a criação (de 2001 a 2006), os preços das commodities triplicou - contraparte impossível na demanda.
Para Chris Cook, ex-diretor da International Petroleum Exchange, os laços entre bancos e petrolíferas são bem mais antigos do que se pensa. "Parece-me claro que o Goldman Sachs e a BP vêm trabalhando em cooperação - ao menos em um nível estratégico - por pelo menos 15 anos", diz Cook.
A ponte mais do que estreita entre bancos e petrolíferas lembra a tese de Vladimir Lenin no texto "Imperialismo, fase superior do capitalismo", no qual explicita a junção entre capital industrial e capital bancário, resultando apenas em um tipo de capital: o financeiro.
Petróleo: causa da recessão?
Antes da existência da ICE, as famílias norte-americanas gastavam, em média, 7% de sua renda em alimentos e combustíveis. No último ano, a proporção saltou para 20%. "Isso é 13% da renda de todo norte-americano, o que dá mais de US$ 1 trilhão por ano, roubados através da manipulação do mercado", completa Davis, citando que, em uma escala global, US$ 4 trilhões são roubados por ano - 80 vezes o tamanho da fraude de Madoff.
Nesse sentido, Jeff Rubin, economista-chefe do CIBC (Canadian Imperial Bank of Commerce), sugere que a recessão corrente foi causada pelos altos preços do petróleo, ao afirmar que as hipotecas não pagas nos EUA são apenas um sintoma da doença causada pelo óleo bruto. Talvez explique porque o Japão e algumas economias na Zona do Euro entraram em recessão antes mesmo da bolha norte-americana estourar.
Além disso, os elevados preços do petróleo foram responsáveis por quatro das últimas cinco recessões do mundo, podendo ter começado também a atual, caso confirmada a tese. "Os choques do petróleo criam recessões, ao transferirem bilhões de dólares de economias em que os consumidores gastam cada centavo que possuem para países com alta taxa de poupança. Enquanto esses petrodólares podem ser reciclados de volta para fundos soberanos de investimento, eles não são reciclados para a demanda real", completa Rubin.
Parabéns, você construiu Dubai
Embora sem provas concretas, dada à falta de regulação na ICE - reguladores seriam subornados? -, a teoria da manipulação pode ser verdadeira, em um mercado cansado de especulação. Ou seria o próprio mercado a personificação da especulação?
Entre tantas questões, sempre lembre: quanto será da minha renda que está indo para a construção de um palácio de ouro no Oriente Médio, ou para algum trader do Goldman Sachs?
terça-feira, 9 de junho de 2009
Dólar cai e preço do petróleo volta a superar US$ 70 por barril
SÃO PAULO - Os preços futuros do petróleo encerraram com valorização, amparados pela alta no mercado acionário e tambem pela depreciação da moeda americana. Agentes de mercado também começam as apostas sobre os estoques nos EUA em boletim a ser divulgado amanhã. Não há consenso sobre o relatório.
O contrato de WTI negociado para o mês de julho em Nova York fechou a US$ 70,01, com aumento de US$ 1,92. O vencimento para o mês seguinte avançou US$ 1,71, para US$ 70,74. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês subiu US$ 1,74, para US$ 69,62. O contrato para agosto encerrou cotado a US$ 70,30, com valorização de US$ 1,63 em relação ao pregão anterior.
Hoje o Departamento de Energia dos Estados Unidos elevou a previsão de preço médio do barril de petróleo para este ano de R$ 51,70 para R$ 58,70. A nova estimativa também incentivou a valorização da commodity no mercado internacional.
Analistas do segmento continuam ponderando, no entanto, que o mercado de petróleo não está se movimentando com base em fundamentos de oferta e demanda, mas segue influenciado mais fortemente pelo comportamento dos demais ativos e commodities, sobretudo pela moeda americana.
O vaivém do dólar, por sua vez, continua associado à confiança ou cautela em relação ao endividamento dos Estados Unidos e a recuperação da economia. A emissão de títulos pelo Tesouro americano para injetar liquidez na economia vem gerando forte desvalorização do dólar em relação a outras moedas globais.
Nos momentos de incerteza global, os investidores ainda se abrigam no dólar, mas conforme diminui o risco em outros mercados os agentes têm buscado a diversificação em outras moedas e ativos, o que reduz o preço da divisa.
A baixa do dólar, por sua vez, afeta diretamente a demanda por contratos de petróleo, que são cotados em moeda americana e ficam mais baratos e atraentes aos investidores.
Fonte: Globo.com
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Preços do petróleo cedem ao menos US$ 2 em Londres e Nova York
SÃO PAULO - Os preços do petróleo recuavam nesta jornada. Os agentes acompanham a situação da economia global e o impacto na demanda por combustíveis. Além disso, merece atenção a paridade do dólar frente a outras moedas.
Ontem, a Agência Internacional de Energia (AIE) informou esperar uma queda de 2,6 milhões de barris por dia na demanda global de petróleo em 2009 em relação a um ano antes.
A nova revisão para baixo da estimativa está relacionada com o desaquecimento da atividade econômica no mundo.
Minutos atrás, em Londres, o Brent para julho cedia US$ 2,46, para US$ 56,13. O vencimento de agosto estava a US$ 56,94, com baixa de US$ 2,49.
Em Nova York, o WTI para junho perdia US$ 2,06, cotado a US$ 56,56. O contrato de julho declinava US$ 2,26, para US$ 57,16.
Fonte: O Globo.com
domingo, 10 de maio de 2009
Petróleo fecha a US$ 58,63 em Nova York, maior valor em seis meses
Produto também seguiu de perto o humor dos mercados financeiros.
Os preços do petróleo subiram para o patamar mais alto dos últimos seis meses nesta sexta-feira em Nova York (8), depois que a divulgação de números sobre o desemprego melhores do que o previsto reforçaram a impressão de que a economia vai se recuperar mais cedo que o previsto.
Com isso, na Bolsa de Mercadorias e Futuros de Nova York (Nymex), o barril de petróleo com vencimento em junho subiu US$ 1,92, fechando a US$ 58,63. O barril de óleo cru teve valorização de 10,2% durante a semana, no mercado norte-americano.
Em Londres, o produto com entrega em junho também teve alta, de US$ 1,67, fechando a US$ 58,14. "Os preços da energia parecem desafiar a gravidade", comentou Phil Flynn, da Alaron Trading.
Há várias semanas que os preços do petróleo acompanham a evolução das bolsas, que teriam capacidade de antecipar a recuperação econômica, servindo como "termômetro" para a demanda mundial do produto.
"É um impulso financeiro que não condiz com a realidade do mercado", concordou Antoine Halff, da Newedge Group. "O aumento se deve a uma intensificação do otimismo com os fundos de investimentos", explicou.
Nesta semana, além da perda de empregos menor que a esperada (539 mil vagas foram fechadas em abril), Além disso, as últimas estatísticas do Departamento Americano da Energia mostraram que as reservas de bruto diminuíram na semana passada nos Estados Unidos, devido a uma maior atividade das refinarias.
Fonte: Globo.com
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Petróleo nos EUA tem leve alta apesar de queda em Wall Street
NOVA YORK (Reuters) - Os futuros do petróleo nos Estados Unidos atingiram o maior nível em quase seis meses nesta quinta-feira, mas fecharam abaixo do pico de 2009 registrado durante a sessão.
Realização de lucros, após um enfraquecimento em Wall Street, reduziu a força do petróleo.
O enfraquecimento do dólar diante do euro, dados sobre pedidos de auxílio-desemprego nos EUA melhores que esperados e esperanças crescentes de recuperação econômica impulsionaram o mercado de petróleo mais cedo.
"A reviravolta do S&P causou a realização de lucros no mercado de petróleo. As coisas que dirigem este mercado, o otimismo econômico, não mudaram. Então pode ser que o mercado esteja apenas respirando", disse Gene McGillian, analista da Tradition Energy, em Connecticut.
Na Nymex, o petróleo para entrega em junho subiu 0,37 dólar, ou 0,66 por cento, a 56,71 dólares por barril, o maior nível de fechamento desde 14 de novembro de 2008, quando fechou em 57,04 dólares.
O contrato foi negociado entre 55,46 dólares e 58,57 dólares, o maior valor intradia desde 17 de novembro de 2008, quando chegou a 58,98 dólares.
Em Londres, o petróleo Brent para entrega em junho subiu 0,32 dólar, ou 0,57 por cento, a 56,47 dólares por barril.
(Reportagem de Gene Ramos e Robert Gibbons)
Fonte: UOL Economia
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Petróleo fecha em alta nos EUA seguindo tendência em Wall Street
NOVA YORK (Reuters) - Os futuros do petróleo nos Estados Unidos subiram nesta quarta-feira, impulsionados por ganhos em Wall Street e com traders ignorando uma alta nos estoques domésticos do produto.
"Como tem sido o caso para o mercado de energia, os mercados de fora, especificamente os mercados acionários globais liderados pelo S&P 500, seguem sendo a carta trunfo na direção dos preços de energia", disse Chris Jarvis, analista sênior da Caprock Risk Management em New Hampshire.
A Administração de Informação de Energia dos EUA informou que os estoques domésticos do petróleo subiram 4,1 milhões de barris na semana passada, quase o dobro do que o esperado, atingindo 374,7 milhões de barris, o maior nível desde a semana de 7 de setembro de 1990, quando atingiu 378,8 milhões de barris. Analistas previam em pesquisa Reuters um aumento de 2,1 milhões de barris.
Na Nymex, o petróleo para entrega em junho subiu 1,05 dólar, ou 2,1 por cento, a 50,97 dólares por barril.
Em Londres, o petróleo Brent para entrega em junho subiu 0,79 dólar, ou 1,58 por cento, a 50,78 dólares por barril.
(Reportagem de Gene Ramos e Robert Gibbons)
Fonte: UOL Economia
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Petróleo fecha acima de US$ 51 em Nova York e Londres
No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de "light sweet" para entrega em junho ganhou US$ 1,93 entre ontem e hoje, fechando a US$ 51,55.
Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com igual vencimento subiu US$ 1,56, fechando a US$ 51,67.
"A pressão exercida sobre o dólar sustenta os preços do petróleo", resumiu Mike Fitzpatrick, da MF Global.
"O dólar caiu de forma significativa nos dois últimos dias. Esta queda sustenta os preços porque o bruto (vendido em dólares) fica mais barato para o resto do mundo", explicou o analista independente Ellis Eckland.
Além disso, as Bolsas europeias registraram forte aumento, e Wall Street estava em alta no fim da sessão.
O forte aumento das Bolsas registrado desde o início de março leva os investidores a pensar que a economia vai se recuperar mais rapidamente, estimulando o consumo de matérias-primas.
"Parece que a ideia segundo a qual a atividade está recuando numa velocidade menor do que o previsto está se confirmando", observou Fitzpatrick.
"Os operadores anteciparam uma contratação da relação entre a oferta e a demanda, mas nenhuma estatística confirmou esta previsão", declarou Eckland.
As últimas estatísticas do Departamento americano da Energia mostraram um novo aumento espetacular, na semana passada, dos estoques de petróleo nos Estados Unidos, o maior consumidor mundial de ouro negro.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Petróleo sobe pelo 3º dia, mas segue abaixo de US$ 50
Na Nymex, o barril oscilou pouco abaixo de US$ 50 o barril ao longo do dia, ganhando força quando as ações norte-americanas apontaram para cima. Por volta das 15h30 (de Brasília), quando o pregão da Nymex estava fechando, o índice Dow Jones estava em alta de 22 pontos, antes de voltar ao vermelho pouco depois.
"O mercado (de petróleo) mais uma vez demonstrou sua capacidade de acompanhar o mercado acionário", disse Gene McGilian, analista da corretora Tradition Energy, em Stanford, Connecticut.
Os preços do petróleo continuam bem abaixo das máximas do ano passado, enquanto os estoques de petróleo sobem e os consumidores reduzem o uso de combustível. Nos EUA, a demanda por petróleo caiu 6,5% em relação ao ano passado em meio à recessão econômica.
Os dados econômicos desta quinta-feira trouxeram mais sinais negativos. As vendas de imóveis usados nos EUA caíram 3,0% em março. Na semana encerrada em 11 de abril, o número total de norte-americanos recebendo auxílio-desemprego saltou 93 mil para 6,137 milhões, o maior nível desde que o governo começou a apurar este indicador em 1967.
O petróleo enfrenta outras pressões de baixa poderosas. Embora a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) pareça estar desacelerando o ritmo de corte na produção. As exportações da maioria dos membros da Opep devem cair 130 mil barris por dia nas quatro semanas até 9 de maio, segundo a Oil Movements, que monitora os petroleiros. Será um declínio muito menor do que nas semanas anteriores. Os estoques de petróleo nos EUA subiram ao seu mais alto nível desde setembro de 1990, de acordo com o relatório divulgado ontem pelo Departamento de Energia.
A Opep se reúne no dia 28 de maio e os operadores estão começando a especular sobre os possíveis resultados do encontro. "Se o petróleo não superar US$ 60 até 28 de maio, a Opep vai anunciar um corte de um milhão de barris por dia sem a intenção de implementá-lo", opinou Morgan Downey, diretor e operador de commodities (matérias-primas) do banco Standard Chartered em Nova York. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Portal Exame
Europa: bolsas viram e sobem por commodities e Credit Suisse
As bolsas de valores da Europa operavam em alta nesta quinta-feira, revertendo as perdas observadas no início do pregão, conforme a firmeza do petróleo e dos preços dos metais sustentava ações ligadas a commodities. Credit Suisse e Novartis registravam valorização após resultados que agradaram investidores.
Às 8h48 (horário de Brasília), o índice Eurofirst 300, referência das principais bolsas europeias, subia 0,35%, para 798 pontos. O indicador avançou 1% na sessão passada.
Os papéis do setor de energia acompanhavam o bom desempenho do preços do petróleo, que subiam 2%. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Tullow Oil, Repsol, Total e StatoilHydro ganhavam entre 0,2% e 4%.
O Credit Suisse saltava 5,7% após ter divulgado lucro líquido de 2 bilhões de francos suíços (US$ 1,71 bilhão) no primeiro trimestre, duas vezes superior ao previsto por analistas. O banco informou ainda que permanece otimista em relação às suas perspectivas.
A farmacêutica suíça Novartis, enquanto isso, tinha alta de 2,4% depois de ter registrado um lucro melhor do que o esperado no primeiro trimestre.
Fonte: Invertia
