segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sem tradição, XP lidera em ações
segunda-feira, 22 de março de 2010
Estrangeiro compra corretora no Brasil
sábado, 6 de março de 2010
Estrangeiros ficam com 82% da oferta de ações da Multiplus
de investidores e também coordenador da oferta, ao lado do líder, BTG Pactual.
A ação saiu ao preço de R$ 16, abaixo do piso da faixa indicativa inicial, que variava entre R$ 18 e R$ 24. Além do lote principal, de 39,340 milhões de ações, foi exercido lote suplementar de 10%, com mais 3,934 milhões de ações, resultando no valor final de R$ 692,384 milhões.
Também participaram da oferta 124 pessoas jurídicas, com 5.831.864 ações (13,48%), 1,167 mil pessoas físicas, com 1.724.556 papéis (3,99%), além de 24 clubes de investimento (63.448), um fundo de investimento (44 mil ações), duas entidades de previdência privada (7.457) e uma instituição financeira (66 mil ações). O BTG Pactual realizou atividade de
estabilização, com a compra e venda de 537 mil ações.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Credit Suisse atuará como formador de mercado das ações da Hypermarcas
O contrato entra em vigor nesta quarta-feira e terá vigência de um ano, com a possibilidade de ser prorrogado automaticamente.
A Hypermarcas possui 200.483.496 ações ordinárias em circulação no mercado. Em nota, a empresa ressaltou que não celebrou qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários com o formador de mercado.
(Beatriz Cutait | Valor)
Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/empresas/11/6135560/credit-suisse-atuara-como-formador-de-mercado-das-acoes-da-hypermarcas#ixzz0hDWE7dK2
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Stuhlberger segue pessimista com a bolsa. E aposta na alta do dólar
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Sem EUA, temor de moratória no Dubai mantém bolsas no negativo pela tarde
26/11/09 - 14h23
InfoMoney
O Dubai World, gerido pelo governo do país, pediu uma extensão do prazo de pagamento de suas dívidas, que somam US$ 59 bilhões, alimentando temores de uma possível moratória. Os papéis de seus principais credores - Credit Suisse, Barclays e HSBC - despencam no mercado europeu.
Por aqui, o dia é de agenda econômica movimentada. O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15) revelou alta de 0,44% em novembro, contra 0,18% em outubro, mês em que o superávit primário do governo brasileiro cresceu para R$ 13,818 bilhões, de acordo com a Nota de Política Fiscal divulgada pelo Banco Central nesta manhã.
Petróleo, câmbio e renda fixa
O clima negativo nas bolsas se estende ao mercado de commodities. O barril de petróleo negociado em Londres registra um recuo de 1,31%, com o barril sendo negociado a US$ 77,41 cada.
No mercado cambial, o dólar comercial mantém a valorizaçãoregistrada desde a abertura, sendo cotado a R$ 1,747, o que representa uma alta de 1,16%.
Trajetória ascendente semelhante é registrada pelas taxas dos contratos de DI futuro negociadas na BM&F Bovespa, em resposta também à aceleração da inflação mensurada pelo IPCA-15.
Ibovespa em queda
Acompanhando o desempenho negativo das bolsas europeias, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, apresenta baixa de 2,27% nesta tarde, atingindo 66.377 pontos. Com o feriado nos EUA, o volume financeiro é baixo: R$ 1,728 bilhão.
O principal destaque negativo da sessão fica com as units da ALL (ALLL11), que caem 4,56% e são cotadas a R$ 15,70. Apesar dessa variação, a alta acumulada desde o início do ano chega a 58,00%.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Bovespa sobe 2,03%, retoma os 45 mil pontos e fica no azul na semana
A cotação do dólar comercial subiu 0,82% e fechou em R$ 2,219, depois de ter caído 1,96% no pregão anterior. Na semana, a moeda americana acumula alta de 1,19%; no mês,ainda tem queda de 4,31%.
O dia foi de instabilidade para as Bolsas no mundo e a Bovespa se manteve alheia ao movimento externo e sustentou a alta até o final da sessão. De um lado, alguns balanços de empresas nos Estados Unidos ajudaram no otimismo do investidor. Mas a divulgação de indicadores preocupantes manteve o alerta entre investidores.
| MAIS ECONOMIA | ||||||
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O banco Credit Suisse lucrou US$ 1,71 bilhão no primeiro trimestre, duas vezes acima do esperado por analistas.
Já os dados de emprego nos EUA desanimaram. Os novos pedidos de auxílio-desemprego no país voltaram a subir na semana passada, em 27 mil, ainda que pouco acima do previsto. O número de pessoas que estão recebendo o benefício subiu em 93 mil, para 6,137 milhões, no maior nível desde 1967.
No Brasil, o volume de concessão de crédito subiu em março pela primeira vez desde dezembro, com alta de 26,1% sobre fevereiro. E o juro docheque especial avançou 2,4 pontos percentuais em março, para 169,1% ao ano, o único a subir no período.
A crise nas montadoras continua se aprofundando. A General Motors vai fechar temporariamente 13 instalações de montagem na América do Norte, o que permitirá reduzir a produção em cerca de 190 mil veículos.
Após registrar o primeiro prejuízo em quatro anos, a Fiat vai demitir até 15% dos funcionários de sua filial nos EUA, que hoje emprega cerca de 31 mil pessoas. A unidade é especializada na fabricação de máquinas para uso no agronegócio e na construção civil.
(Com informações da Reuters)
Europa: bolsas viram e sobem por commodities e Credit Suisse
As bolsas de valores da Europa operavam em alta nesta quinta-feira, revertendo as perdas observadas no início do pregão, conforme a firmeza do petróleo e dos preços dos metais sustentava ações ligadas a commodities. Credit Suisse e Novartis registravam valorização após resultados que agradaram investidores.
Às 8h48 (horário de Brasília), o índice Eurofirst 300, referência das principais bolsas europeias, subia 0,35%, para 798 pontos. O indicador avançou 1% na sessão passada.
Os papéis do setor de energia acompanhavam o bom desempenho do preços do petróleo, que subiam 2%. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Tullow Oil, Repsol, Total e StatoilHydro ganhavam entre 0,2% e 4%.
O Credit Suisse saltava 5,7% após ter divulgado lucro líquido de 2 bilhões de francos suíços (US$ 1,71 bilhão) no primeiro trimestre, duas vezes superior ao previsto por analistas. O banco informou ainda que permanece otimista em relação às suas perspectivas.
A farmacêutica suíça Novartis, enquanto isso, tinha alta de 2,4% depois de ter registrado um lucro melhor do que o esperado no primeiro trimestre.
Fonte: Invertia
