terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Pessoa física pode aplicar em commodities agrícolas por home broker
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Tudo pelo investidor
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Bolsa lançará recibo de ações de empresas estrangeiras
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
BM&F Bovespa anuncia novos recordes de volume e minicontratos
24/09/10 - 19h43
InfoMoney
O volume, por sua vez, atingiu o patamar de R$ 1.744.919.163,00 nesta sexta-feira, ultrapassando os R$ 1.581.865.226,00 registrados em 6 de maio de 2010.
Fonte: InfoMoney
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Ações brasileiras serão negociadas em Hong Kong
terça-feira, 13 de abril de 2010
Bolsa Brasileira de Mercadorias lança negociação eletrônica de carne em Campo Grande (MS)
Nova modalidade de venda e compra eletrônica de carne bovina é lançada oficialmente na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul
13/04/2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Negócios de Home Broker na Bolsa atingem recorde
segunda-feira, 22 de março de 2010
Estrangeiro compra corretora no Brasil
segunda-feira, 8 de março de 2010
Rapidinhas do mercado: Segunda-feira, 08 Março
O crédito ao consumidor cresceu para US$ 2,5 trilhões de dólares nos Estados Unidos, surpreendendo analistas que esperavam retração no volume...
O segmento Bovespa teve nova redução no volume financeiro e número de negócios em fevereiro. Na BM&F o volume financeiro também teve queda, apesar dos altos valores negociados, aproximadamente R$ 2,5 trilhões...
A taxa de desemprego ficou estável em fevereiro nos EUA e o número de cortes de empregos na economia foi de apenas 36 mil vagas...
Os dados do mercado de trabalho norte-americano fizeram a cotação do petróleo subir na sexta-feira, ampliando os ganhos da commodity no mês...
A Hypermarcas está à caça: a empresa adquiriu a compra de mais uma empresa. Desta vez a Jontex, fabricante de preservativos, foi o alvo...
Fonte: ADVFN
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Amil compra controle da Medial por R$ 612 milhões
A operadora de planos de saúde Amil comprou uma de suas maiores concorrentes, a Medial. A empresa anunciou a aquisição de 36,22 milhões de ações ordinárias (com direito a voto), o que corresponde a quase 52% do capital total.
09:02 | Planilha cita 41 empresas e caixa 2 de R$ 11 mi no DF
09:01 | Agnelli recebe prêmio em NY sob protesto de sindicato
09:00 | Armínio Fraga vê "máquina de bolhas" na economia global
08:40 | Corrida por serviço público é mau negócio ao Brasil
08:39 | Petrobras cria barreira técnica para máquinas importadas
Há vários meses o mercado especulava sobre a aquisição da Medial pela Amil. No ano passado, EXAME antecipou que as duas empresas negociavam uma fusão.
A Medial sempre negou a existência das conversas, mas em outubro os rumores voltaram a circular devido à saída de Emílio Carazzai da presidência da empresa. Sua substituição pelo executivo Henning Von Koss foi interpretada no mercado como um sinal de que a Medial poderia ser alvo de aquisição.
Como a Medial faz parte do Novo Mercado da BM&FBovespa, os minoritários terão direito de vender suas ações à Amil nas mesmas condições oferecidas aos controladores (R$ 17,2066 por papel). A empresa já informou que fará a oferta pública para a recompra de todos os papéis da Medial, que, se bem-sucedida, levará a sua saída da Bovespa.
O negócio ainda precisará ser aprovado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regulamenta o setor de planos de saúde no Brasil. Além disso, terá de ter o aval dos órgãos de defesa da concorrência brasileiros.
Fonte: Portal Exame
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Agilidade no mercado futuro e parceria com a maior Bolsa de derivativos do mundo
Globex é o nome dado à maior rede mundial de negociação de contratos derivativos do mundo. Esta plataforma de negociação pertence ao CME Group, resultado da fusão entre três bolsas norte-americanas: a Chicago Mercantile Exchange (CME), a Chicago Board of Trade (CBOT) e a New York Mercantile Exchange (NYMEX).Ao firmar a parceria com o CME Group, em janeiro de 2008, a BM&FBOVESPA garantiu a possibilidade de distribuir, internacionalmente e em curto espaço de tempo, todos os seus produtos, por meio de milhares de terminais instalados em mais de 80 países e via roteamento de ordens.
Confira as outras vantagens desta importante parceria:
- Forte aceleração do processo de internacionalização da BM&FBOVESPA, e sua consolidação como centro de liquidez regional e porta de entrada da América Latina.
- Forte crescimento potencial dos contratos de commodities da BM&FBOVESPA que, além de já poderem ser liquidados em dólares, ganharão maior visibilidade e facilidade de acesso.
- Possibilidade de os corretores brasileiros oferecerem a seus clientes amplo acesso aos produtos do CME Group, via Global Trading System (GTS).
O que significa rotear uma ordem?
Significa determinar a direção imediata de um bloco de informações enviado em uma rede de computadores onde há comutação (troca) de pacotes.
Pelo acordo comercial estabelecido entre a BM&FBOVESPA e o CME Group, é possível rotear ordens por dois caminhos:
1) Roteamento CME Group => BM&FBOVESPA
Roteamento de ordens da plataforma eletrônica de negociação do CME (Globex) para a plataforma eletrônica de negociação da BM&FBOVESPA (GTS), Segmento BM&F.
2) Roteamento BM&FBOVESPA => CME Group
Previsão para implantação: dezembro de 2009
Roteamento de ordens da plataforma eletrônica de negociação da BM&FBOVESPA (GTS), Segmento BM&F, para a plataforma eletrônica de negociação do CME (Globex).
Integração eletrônica para Roteamento de Ordens para Ativos – SISBEX
Por meio de sua interface FIX, o GTS permite que participantes de mercado habilitados possam enviar ordens para os Participantes de Negociação de Ativos (PNA). Este, por sua vez, tem condições de verificar a ordem e ingressá-la no SISBEX (conjunto de aplicativos que permite a negociação e o registro de operações realizadas com títulos e outros ativos).
Para mais informações, acesse www.cmegroup-bmfbovespa.com.br
Fonte: Bovespa
terça-feira, 28 de abril de 2009
Menor volatilidade reduz negociação de futuros agrícolas na BM&F
RIBEIRÃO PRETO (Reuters) - As negociações dos contratos agropecuários da BM&F Bovespa estão fechando o primeiro quadrimestre do ano com uma queda de mais de 35 por cento em relação ao ano passado, devido à menor volatilidade dos preços em 2009 e também em função do crédito mais reduzido no mercado, o que deixa menos recursos para operações nos futuros.
Segundo o diretor de Commodities da instituição, Ivan Wedekin, de janeiro até esta terça-feira o volume de contratos futuros agropecuários negociados somou 602.650, queda de 36,4 por cento ante os 947.204 verificados no mesmo período de 2008, quando a BM&F bateu recordes de negociações agropecuárias.
"A volatilidade menor é o principal fator", disse Wedekin, admitindo que num cenário de menos oscilações de preços as pessoas tendem a buscar menos os mercados futuros para se protegerem. Em 2008, muitos preços agrícolas foram negociados perto dos maiores valores históricos.
A menor volatilidade, segundo ele, vale especialmente para os mercados de boi gordo e café, que respondem por mais de 80 por cento dos negócios na bolsa.
"No caso do boi, a arroba saiu de 80 para 100 (reais) no primeiro semestre do ano passado. Este ano está flat (estável)", declarou, após evento na Agrishow, em Ribeirão Preto.
A redução no número de contratos negociados de boi gordo foi de 27,2 por cento, para 289,4 mil contratos.
A falta de crédito também contribuiu para o menor volume de negócios.
"Muitos participantes do mercado retraíram o nível de exposição no mercado financeiro", observou, lembrando que a queda no volume de negócios na bolsa não ocorre apenas para os contratos agropecuários e atingem também os financeiros, embora os primeiros estejam sofrendo mais.
Já o mercado de café teve uma redução maior no número de negócios efetuados, da ordem de 43 por cento, para 176,9 mil contratos, entre janeiro e esta terça-feira.
"O café também teve queda pelo menor volume de arbitragens, o cara compra aqui e vende em Nova York", acrescentou.
(Edição de Camila Moreira)
Fonte: OGlobo.com
quarta-feira, 18 de março de 2009
BM&Fbovespa agora prevê 2009 "espetacular"
Portal EXAME -
Apesar da queda de 9% no lucro líquido do último trimestre de 2008 em comparação ao mesmo período do ano passado, a BM&Fbovespa acredita que 2009 será uma ano de crescimento. "Esperamos um volume de negócios espetacular para este ano", afirmou nesta quarta-feira o diretor-presidente, Edemir Pinto.
O entusiasmo do executivo deve-se aos resultados nas negociações diárias de contratos nos três primeiros meses do ano. No segmento BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), a média de contratos gira em torno de 1,4 milhão por dia, contra 1,2 milhão no trimestre anterior. Já o volume negociado na Bovespa teve pequena queda de 4,3 bilhões de reais para 4,2 bilhões de reais entre o quarto trimestre de 2008 e o início deste ano. Edemir Pinto, porém, preferiu ressaltar o retorno dos investidores estrangeiros para a Bovespa. "O crescimento voltou", disse.
Apesar do otimismo oficial, a corretora Ativa não fez uma previsão tão otimista para 2009. Os analistas da corretora acreditam que os volumes negociados serão fracos neste ano e diz que o ponto forte dos próximos balanços deve ser os ganhos de sinergia entre a BM&F e a Bovespa.
A BM&FBovespa tem passado por grandes reestruturações desde a fusão das duas bolsas em maio do ano passado. A crise financeira nos países desenvolvidos impulsionou ainda mais a reavaliação de gastos e a reestruturação da companhia.
Um projeto de desmobilização já está sendo implementado, incluindo a venda de dois prédios. O edifício da rua 3 de Dezembro foi vendido por 5,3 milhões de reais e outro localizado na rua Florêncio de Abreu está em negociação.
A reavaliação do desempenho das filiais também faz parte da reestruturação, sendo que a filial de Recife já foi desativada e as de Curitiba, Fortaleza e Rio Grande do Sul estão sofrendo readequações de custos.
Edemir Pinto garante que as demissões de 175 funcionários ocorridas em março encerram a redução de custos com o pessoal. Porém, a redução com gastos operacionais deve continuar forte, gerando boa parte do capital de 116 milhões de reais previstos para o setor de TI (Tecnologia da Informação), que é uma das principais áreas de investimento da empresa.
Mesmo em um cenário de alta volatilidade e de recentes quedas nos volumes financeiros, Edemir Pinto está motivado para 2009 devido ao resultado anual da bolsa "Mesmo nesse momento de incerteza entregamos resultados positivos, com aumento de 20% do lucro e a redução dos custos em 7% em relação a 2007."
O anúncio referente a entrada do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, para o conselho da BM&FBovespa ocorrido na última terça-feira (17/03), é outro fator que gera otimismo à companhia. "Armínio Fraga era um sonho da empresa que se realizou. Ele é um diferencial no mercado pela sua expertise e envergadura", disse Edemir Pinto.
Fonte: Portal Exame