quarta-feira, 13 de julho de 2011
Queiroz Galvão amplia presença em petróleo e gás
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Fundos de R$ 2 bi para óleo e gás
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Petróleo avança na bolsa
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Petróleo sobe, ancorado na alta das importações chinesas e queda do dólar
SÃO PAULO – O petróleo inicia a tarde desta segunda-feira (12) com valorização, enquanto investidores avaliam a alta das importações da commodity na China e também o anúncio de ajuda da União Européia à Grecia, que atualmente passa por sérios problemas fiscais. Há pouco, o barril de óleo bruto operava cotado a US$ 85,37 em Londres, com alta de 0,64% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho positivo dessa sessão, o petróleo acumula forte alta de 5,17% neste mês de abril. O contrato com vencimento em maio de 2010, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 85,23 por barril, configurando uma alta de 0,37% frente ao fechamento anterior.
A despeito do impacto negativo do primeiro déficit comercial chinês em seis anos, no mercado de petróleo a alta das importações do gigante asiático tem reflexo positivo e colabora com o comportamento das cotações no intraday. De acordo com dados preliminares divulgados pela Administração Geral das Alfândegas, a China, segundo maior consumidor de petróleo do globo, importou 21,1 milhões de toneladas de óleo bruto no mês passado.
Da Ásia para a Europa, onde um aparente desfecho favorável da questão fiscal grega chama atenção do mercado. Os ministros das finanças dos 16 países que compõem a Zona do Euro acertaram um pacote de resgate ao país no valor de € 30 bilhões, com aportefinanceiro do BCE (Banco Central Europeu). Cabe lembrar que os ministros ressaltaram que o resgate não será provido agora, e sim em caso de insolvência grega.
Outro fator que colabora para a valorização do petróleo tanto em Londres quanto em Nova York no começo desta tarde é a depreciação do dólar norte-americano frente às principais divisas do globo. Um dólar menos valorizado é sinônimo de petróleo mais barato, visto que a commodity é negociada nesta moeda. Assim, é de se esperar que haja uma alta nos preços para equivaler a queda da moeda em que o petróleo é cotado.
Fonte: Infomoney
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Preço do petróleo tende a recuperar nível pré-crise
segunda-feira, 8 de março de 2010
Rapidinhas do mercado: Segunda-feira, 08 Março
O crédito ao consumidor cresceu para US$ 2,5 trilhões de dólares nos Estados Unidos, surpreendendo analistas que esperavam retração no volume...
O segmento Bovespa teve nova redução no volume financeiro e número de negócios em fevereiro. Na BM&F o volume financeiro também teve queda, apesar dos altos valores negociados, aproximadamente R$ 2,5 trilhões...
A taxa de desemprego ficou estável em fevereiro nos EUA e o número de cortes de empregos na economia foi de apenas 36 mil vagas...
Os dados do mercado de trabalho norte-americano fizeram a cotação do petróleo subir na sexta-feira, ampliando os ganhos da commodity no mês...
A Hypermarcas está à caça: a empresa adquiriu a compra de mais uma empresa. Desta vez a Jontex, fabricante de preservativos, foi o alvo...
Fonte: ADVFN
sábado, 6 de março de 2010
Petróleo fecha a US$ 81,50, máxima em sete semanas
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Emergentes aumentam demanda global de petróleo, diz AIE
Do lado do suprimento, entre os países não membros do cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), é o Brasil que deverá apresentar a maior expansão de produção este ano. A AIE estima que ela vai crescer 220 mil barris por dia (incluindo o equivalente em etanol), seguido pela produção da China, com mais 170 mil barris diários, Azerbaijão, com 120 mil barris por dia, e a Rússia, com 100 mil barris por dia.
Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/internacional/13/6101434/emergentes-puxam-demanda-de-petroleo#ixzz0fEQXW5Gm
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Efeito China determina baixa na Bovespa
Segundo o assessor de investimento da Corretora Souza Barros, Luiz Roberto Monteiro, a história se repete: notícias ruins sobre a China derrubam o preço das commodities e, por conseguinte, os papéis brasileiros.
Os investidores no lado ocidental do globo começaram o dia assimilando uma queda de 5% no Xangai Composite, da Bolsa de Xangai. Entre os inúmeros motivos para a queda, o mais discutido foi a expectativa de medidas para restringir o crédito e a entrada de capital na China. O governo estaria preocupado com bolhas no mercado de ações e imobiliário.
Seguindo o roteiro básico, notícias ruins para a China atingem em cheio o preço das commodities, já que o país asiático é o grande consumidor de matérias-primas no mundo. O barril de WTI, por exemplo, perdeu 5,8%, para US$ 63,35. E os metais também perderam valor.
Só isso já seria suficiente para estimular uma queda no Ibovespa. Mas dados negativos da economia americana e uma valorização de 11,45% acumulada nos últimos 10 pregões também favoreceram a atuação dos investidores na ponta vendedora.
Segundo Monteiro, para saber se essa realização de lucros vai durar mais ou não, o investidor deve monitorar o fluxo de recursos estrangeiros.
O especialista lembra que foram os estrangeiros que puxaram a alta observada até o começo de junho, quando o Ibovespa flertou com os 55 mil pontos pela primeira vez, e que também foram esses investidores que derrubaram o índice para baixo dos 49 mil duas semanas atrás. "E agora não será diferente."
Os dados disponibilizados pela Bovespa mostram que o saldo de negociação do não residente estava positivo em R$ 1,59 bilhão no acumulado do mês até o dia 24 de julho. Isso significa que em oito pregões os "gringos" compraram mais de R$ 3,73 bilhões em ações brasileiras, já que o saldo até o dia 14 estava negativo em R$ 2,13 bilhões.
No lado corporativo, Petrobras PN apresentou baixa de 2,67%, para R$ 30,90, e o papel ON recuou 3,66%, para R$ 37,85. Além do menor preço do petróleo, a companhia admitiu, em nota, que os poços perfurados no pré-sal não tiveram 100% de sucesso exploratório. De acordo com a estatal, a taxa de sucesso para a presença de hidrocarbonetos foi de 87% para 30 poços perfurados na região, enquanto 100% de sucesso acontece apenas quando são consideradas as 11 perfurações feitas pela companhia no pré-sal da Bacia de Santos.
Liderando o volume negociado, Vale PNA fechou com baixa de 1,69%, fechando a R$ 31,85.
Ainda no segmento de commodities, Gerdau PN caiu 2,45%, para R$ 21,06, e Usiminas PNA devolveu 1,39%, a R$ 42,40. Com outra dinâmica, o segmento de papel e celulose seguiu atraindo compradores. VCP PN garantiu alta de 2,94%, para R$ 27,30.
Entre os bancos, Itaú Unibanco PN cedeu 1,32%, para R$ 33,45, e Bradesco PN recuou 1,70%, a R$ 29,45.
Na ponta compradora, destaque para unit da ALL Logística, que garantiu alta de 3,08%, para R$ 11,36. Papéis de telecom e energia, tidos como de caráter mais defensivo também ganharam valor. Telemar PN subiu 3,05%, a R$ 28,70, e Cemig PN ganhou 2,12%, a R$ 26,88.
Liderando as vendas durante todo o pregão, o papel PN da TAM caiu 4,90%, para R$ 22,50. Já a concorrente Gol PN devolveu 2,25%, a R$ 13,88.
Fora do índice, chamou a atenção a valorização do papel ON da OGX Petróleo, que ganhou 7,54%, para R$ 1.140,00, com elevado volume financeiro. As construtoras também continuaram atraindo compradores. CR2 Empreendimentos saltou 8,02%, a R$ 5,79, e InPar ON ganhou 6,66%, para R$ 3,20.
(Eduardo Campos | Valor Online)
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Reservas mundiais de petróleo recuam pela primeira vez desde 1998
10/06/09 - 11h00
InfoMoney
De acordo com o estudo, no final de 2008 as reservas totalizavam 1,258 trilhão de barris, cerca de 0,2% a menos do que o 1,261 trilhão registrado no ano anterior. Esse número assegura mais 42 anos de abastecimento, pelas taxas de produção atuais, afirmou a petrolífera.
"Os nossos dados confirmam que o mundo possui reservas suficientes de petróleo, gás natural e carvão para satisfazer as necessidades globais por décadas. Os desafios que o mundo enfrenta para aumentar os seus estoques tendo em vista a demanda futura não estão abaixo, mas acima da terra", disse Tony Hayward, presidente da BP.
Em detrimento das reservas
Nos últimos períodos as companhias do setor petrolífero têm lutado para substituir as suas reservas à medida que o acesso aos depósitos sob o solo está cada vez mais difícil e os campos existentes, como no Reino Unido e no México, estão se deteriorando.
Conforme indicado pelos dados, as reservas da Arábia Saudita, as maiores do mundo, permaneceram praticamente inalteradas, em 264,1 bilhões de barris. Nesse sentido, o Oriente Médio dispõe de uma capacidade total de 754,1 bilhões, abaixo dos 755 bilhões reportados ao final do ano de 2007.
Um dos principais motivos dessa retração das reservas globais é o recuo dos campos localizados na Noruega, Rússia e China. Além disso, algumas medidas protecionistas adotadas em países do Oriente Médio e a própria Rússia têm restringido a entrada de empresasestrangeiras.
Vale destacar também que, segundo o relatório, nenhuma das maiores companhias internacionais de petróleo adicionou mais capacidade às suas reservas através de novas descobertas ou extensão de campos. Algumas estão expandindo seus estoques por meio de aquisições, como no caso da holandesa Shell.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Dólar cai e preço do petróleo volta a superar US$ 70 por barril
SÃO PAULO - Os preços futuros do petróleo encerraram com valorização, amparados pela alta no mercado acionário e tambem pela depreciação da moeda americana. Agentes de mercado também começam as apostas sobre os estoques nos EUA em boletim a ser divulgado amanhã. Não há consenso sobre o relatório.
O contrato de WTI negociado para o mês de julho em Nova York fechou a US$ 70,01, com aumento de US$ 1,92. O vencimento para o mês seguinte avançou US$ 1,71, para US$ 70,74. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês subiu US$ 1,74, para US$ 69,62. O contrato para agosto encerrou cotado a US$ 70,30, com valorização de US$ 1,63 em relação ao pregão anterior.
Hoje o Departamento de Energia dos Estados Unidos elevou a previsão de preço médio do barril de petróleo para este ano de R$ 51,70 para R$ 58,70. A nova estimativa também incentivou a valorização da commodity no mercado internacional.
Analistas do segmento continuam ponderando, no entanto, que o mercado de petróleo não está se movimentando com base em fundamentos de oferta e demanda, mas segue influenciado mais fortemente pelo comportamento dos demais ativos e commodities, sobretudo pela moeda americana.
O vaivém do dólar, por sua vez, continua associado à confiança ou cautela em relação ao endividamento dos Estados Unidos e a recuperação da economia. A emissão de títulos pelo Tesouro americano para injetar liquidez na economia vem gerando forte desvalorização do dólar em relação a outras moedas globais.
Nos momentos de incerteza global, os investidores ainda se abrigam no dólar, mas conforme diminui o risco em outros mercados os agentes têm buscado a diversificação em outras moedas e ativos, o que reduz o preço da divisa.
A baixa do dólar, por sua vez, afeta diretamente a demanda por contratos de petróleo, que são cotados em moeda americana e ficam mais baratos e atraentes aos investidores.
Fonte: Globo.com
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Preço do petróleo supera US$ 60 em Londres e excede US$ 61 em NY
SÃO PAULO - Os agentes nos mercados de petróleo analisam a situação dos estoques de produtos energéticos dos Estados Unidos na semana passada.
Pelo último relatório do Departamento de Energia americano, na semana terminada no dia 15 deste mês, as reservas de cru cederam em 2,1 milhões de barris, para 368,5 milhões de barris. Alguns analistas esperavam uma queda de 1,5 milhão de barris no período.
Os níveis de gasolina diminuíram em 4,3 milhões de barris e ficaram em 204 milhões de barris. A expectativa era de uma redução de 1,7 milhão de barris.
Os estoques de destilados, no entanto, cresceram em 600 mil barris na semana passada, somando 148,1 milhões de barris. Algumas projeções eram de acréscimo de 1,3 milhão de barris.
Em Nova York, o contrato do WTI para junho aumentava US$ 1,28, a US$ 61,38. O vencimento de julho subia US$ 1,17, cotado a US$ 61,98.
Em Londres, o Brent para julho era transacionado a US$ 60,06, com acréscimo de US$ 1,14. O contrato de agosto estava em US$ 60,80, com alta de US$ 1,07.
(Valor Online, com agências internacionais)
Fonte: O Globo.com
terça-feira, 19 de maio de 2009
Petrobras consegue financiamento de US$ 10 bilhões de banco chinês
SÃO PAULO - A Petrobras conseguiu um financiamento de US$ 10 bilhões por dez anos do China Development Bank (CDB). O empréstimo será usado para financiar os investimentos da estatal, incluindo compra de bens e serviços de empresas chinesas.
"Dentro do contrato de empréstimo com o CDB, assinado hoje, foi acordado um incremento no volume atual de exportação de petróleo do Brasil para a China", informou a Petrobras em nota.
Foi previsto um pacto de longo prazo de exportação entre Petrobras e Unipec Ásia, subsidiária da Sinopec. A estimativa é de volume de venda de 150 mil barris de petróleo por dia para o primeiro ano e de 200 mil barris de petróleo diários nos nove anos seguintes.
Além disso, um memorando de entendimento entre a estatal brasileira e a Sinopec visa à cooperação em áreas de exploração, refino e petroquímica, por exemplo.
Fonte: Globo.com
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Preços do petróleo cedem ao menos US$ 2 em Londres e Nova York
SÃO PAULO - Os preços do petróleo recuavam nesta jornada. Os agentes acompanham a situação da economia global e o impacto na demanda por combustíveis. Além disso, merece atenção a paridade do dólar frente a outras moedas.
Ontem, a Agência Internacional de Energia (AIE) informou esperar uma queda de 2,6 milhões de barris por dia na demanda global de petróleo em 2009 em relação a um ano antes.
A nova revisão para baixo da estimativa está relacionada com o desaquecimento da atividade econômica no mundo.
Minutos atrás, em Londres, o Brent para julho cedia US$ 2,46, para US$ 56,13. O vencimento de agosto estava a US$ 56,94, com baixa de US$ 2,49.
Em Nova York, o WTI para junho perdia US$ 2,06, cotado a US$ 56,56. O contrato de julho declinava US$ 2,26, para US$ 57,16.
Fonte: O Globo.com
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Irã acha que preço do petróleo subirá com demanda chinesa e indiana
Teerã, 14 mai (EFE).- O Irã acredita que o preço do barril de petróleo subirá em um futuro próximo, devido ao aumento da demanda da China e da Índia, duas das economias que mais crescem no mundo, disse o ministro do Petróleo iraniano, Gholam Hussein Nozari.
Em declarações divulgadas hoje pela imprensa econômica iraniana, o responsável iraniano disse que as perspectivas de mercado com as quais seu país trabalha "indicam que haverá mudanças na demanda da China e da Índia, o que permitirá que o preço do petróleo retorne a sua natureza passada".
"Na próxima reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), certamente poderemos ter uma imagem mais clara da evolução do mercado nos próximos meses", disse.
Os ministros de petróleo da Opep devem se reunir, em Viena, em 28 de maio.
Em dezembro do ano passado, o cartel decidiu reduzir sua produção para tentar aumentar o preço do petróleo, que caiu em 2008 abaixo dos US$ 40 por barril após ter superado, meses antes, a barreira dos US$ 160.
O Irã, cuja economia depende quase exclusivamente do preço do petróleo, acusou os países não membros da Opep de ter prejudicado a iniciativa, por não colaborarem no corte.
Tanto a China quanto a Índia são dois dos principais clientes do Irã, segundo maior exportador da Opep e terceiro do mundo quanto a reservas comprovadas de petróleo. EFE
Fonte: Portal G1
Estoques dos EUA e relatório da Opep influenciam negócios com petróleo
SÃO PAULO - Os agentes nos mercados de petróleo avaliam a situação dos estoques de energia dos Estados Unidos e o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
O governo americano mostrou uma queda de 4,7 milhões de barris nas reservas de cru e baixa de 4,1 milhões de barris nas de gasolina na semana terminada em 8 de maio ante expectativa de aumento em ambos casos. Os níveis de destilados subiram em 1 milhão de barris no período, em linha com as estimativas.
A Opep revisou novamente seu prognóstico para a demanda por cru em 2009. Segundo o cartel, a demanda irá se contrair em 1,57 milhão de barris por dia neste ano, situando-se em 84,03 milhões de barris contra 85,59 milhões de barris em 2008. No mês passado, a organização havia projetado uma queda de 1,37 milhão de barris diários.
Minutos atrás, o Brent para junho declinava US$ 0,57, a US$ 57,37. O contrato de julho era transacionado a US$ 58,16, com retração de US$ 0,59.
Em Nova York, o WTI para junho recuava US$ 0,65, a US$ 58,20. O vencimento de julho era negociado a US$ 59,04, com redução de US$ 0,67.
(Valor Online, com agências internacionais)
Fonte: O Globo
terça-feira, 12 de maio de 2009
Petróleo fecha a US$ 58,85 e atinge o maior nível em 6 meses
No entanto, os ganhos foram magros na véspera da divulgação do relatório semanal de estoques do produto, que deve mostrar novo aumento das reservas norte-americanas.
O dólar caiu frente ao euro para o menor nível em quatro meses, estimulando investimentos em commodities. Mas a queda no mercado acionário norte-americano e expectativas de novo aumento nos estoques dos EUA mantiveram a cautela dos investidores.
"Estamos vendo compras nas quedas e vendas nas altas, à espera de estoques. As opções do petróleo vencem na quinta-feira, o que dá alguma volatilidade", disse Dan Flynn, analista da Alaron Trading, em Chicago.
A Agência de Informação de Energia dos EUA irá divulgar seu relatório semanal sobre estoques de petróleo na quarta-feira.
Analistas estimaram em pesquisa Reuters que os estoques do produto subiriam 1,4 milhões de barris.
Na Nymex, o petróleo para entrega em junho fechou em alta de US$ 0,35, ou 0,6%, a US$ 58,85 por barril, o maior valor de fechamento desde 11 de novembro de 2008, quando encerrou a US$ 59,33 por barril.
O contrato foi negociado entre US$ 57,81 e US$ 60,08, o maior valor intradia desde 11 de novembro, quando chegou a US$ 62,28.
Em Londres, o petróleo Brent para entrega em junho subiu US$ 0,46, ou 0,8%, a US$ 57,94 por barril.
(Reportagem de Gene Ramos e Robert Gibbons)
No dia da Petrobras, OGX rouba a cena
No pregão que antecedeu a divulgação dos resultados da gigante Petrobras (que apresentou seus números após o fechamento), foram as ações da OGX que roubaram a cena. Enquanto o mercado interrompeu a sequência de valorizações do Ibovespa (queda de 0,82%, aos 50.976 pontos), as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da empresa de Eike Batista, ainda em fase pré-exploratória, chegaram a subir mais de 7%, para fechar com alta de 2,46%, aos R$ 915,00. No ano, os papéis ganham 74%, performance que supera em boa medida os ganhos da principal "blue chip" da bolsa brasileira, de 45%.
A OGX informou que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) aprovou a compra de mais 15% da participação nos direitos de exploração do bloco BM-S-29, na Bacia de Santos, abocanhando uma fatia total de 65%. Em nota, a empresa declarou que a aquisição adicional confirma a confiança no sucesso exploratório daquele bloco, "baseada no refinamento da interpretação dos dados sísmicos existentes."
Em menos de um ano listada na Bovespa - a companhia empreendeu, em junho de 2008, a maior oferta pública inicial (IPO, em inglês) do mercado brasileiro, com uma captação de R$ 6,7 bilhões -, as avaliações em torno das ações são cercadas de controvérsias. Há quem diga que os papéis, majoritariamente nas mãos dos estrangeiros, viraram ativos típicos de especulação. Outros, veem, de fato, valor neste caso de investimento, que, por ora, não passa de uma campanha exploratória.
Para o diretor-geral da Schroders Brasil, Beto Scretas, a OGX é um dos símbolos da irracionalidade recente do mercado, que levou o Ibovespa da casa dos 40 mil pontos de janeiro para marcas como a dos 52 mil pontos atingidos na semana passada. "A empresa se tornou simplesmente a décima maior capitalização de mercado da bolsa, vale R$ 29 bilhões, é quase uma CSN (com valor de mercado de R$ 36 bilhões), mas, por enquanto, é apenas uma promessa", diz. Ele cita que, quando a companhia estreou na bolsa, a R$ 1.131, as cotações internacionais do petróleo rondavam os US$ 140,00 o barril. Do início do ano para cá, os papéis quase dobraram de valor e, nesse mesmo intervalo, o óleo avançou cerca de 30%, para os US$ 58,50 negociados ontem. "Não há evidências de que a OGX vai ser tão melhor sucedida nas perfurações que vai fazer e é isso que está nos preços atuais."
A aquisição adicional dos direitos de exploração do bloco BM-S-29 é relevante porque mostra que a companhia está vendo valor nesse prospecto, que será o primeiro a ser furado, em junho, afirma a analista Paula Kovarsky, da Itaú Corretora. Apesar da valorização expressiva dos papéis neste ano, ela se diz confortável para manter indicação de compra, com um preço-alvo em R$ 1.210. As revisões sísmicas em 3D programadas para o segundo semestre e os outros cinco furos em Campos e Santos ao longo do ano é que vão dar uma dimensão do potencial do portfólio. No curto prazo, porém, as ações podem passar por um movimento de realização de lucros, de investidores que não queiram estar expostos aos riscos da primeira perfuração, que pode ser emblemática do que virá adiante. Das pesquisas até virar produção mesmo, a expectativa é de que a OGX só comece a gerar receitas a partir de 2011.
Com quase todo o dinheiro do IPO em caixa, a OGX hoje é praticamente um fundo DI - que investe em papéis de renda fixa - e é ainda difícil mensurar quais serão os custos operacionais envolvidos no projeto e se há viabilidade econômica com o petróleo nos atuais níveis, contrapõe um analista, que prefere não ser identificado. A favor pesa o fato de a empresa ser formada por um time predominantemente egresso da Petrobras e que tem expertise nesse tipo de atividade. Ele acrescenta que o início das negociações de Global Depositary Receipts (GDR, recibos de ações) no mercado de balcão nos EUA reforça a atratividade dos papéis aos olhos dos estrangeiros.
O ambicioso negócio de Eike Batista é principalmente pautado nas promessas do pré-sal, mas enquanto não houver resultados dos testes de perfuração, as ações ficam vulneráveis a movimentos especulativos, diz Peter Ping Ho, da Planner . Para Auro Rozenbaum, da Bradesco Corretora, a OGX é a única oportunidade no segmento de petróleo e gás, está no lugar certo (Brasil) e surgiu na hora certa. O especialista começou a cobrir a empresa no início de abril, com indicação de compra e preço em R$ 1.287,4.
Fonte: ValorOnline
domingo, 10 de maio de 2009
Petróleo fecha a US$ 58,63 em Nova York, maior valor em seis meses
Produto também seguiu de perto o humor dos mercados financeiros.
Os preços do petróleo subiram para o patamar mais alto dos últimos seis meses nesta sexta-feira em Nova York (8), depois que a divulgação de números sobre o desemprego melhores do que o previsto reforçaram a impressão de que a economia vai se recuperar mais cedo que o previsto.
Com isso, na Bolsa de Mercadorias e Futuros de Nova York (Nymex), o barril de petróleo com vencimento em junho subiu US$ 1,92, fechando a US$ 58,63. O barril de óleo cru teve valorização de 10,2% durante a semana, no mercado norte-americano.
Em Londres, o produto com entrega em junho também teve alta, de US$ 1,67, fechando a US$ 58,14. "Os preços da energia parecem desafiar a gravidade", comentou Phil Flynn, da Alaron Trading.
Há várias semanas que os preços do petróleo acompanham a evolução das bolsas, que teriam capacidade de antecipar a recuperação econômica, servindo como "termômetro" para a demanda mundial do produto.
"É um impulso financeiro que não condiz com a realidade do mercado", concordou Antoine Halff, da Newedge Group. "O aumento se deve a uma intensificação do otimismo com os fundos de investimentos", explicou.
Nesta semana, além da perda de empregos menor que a esperada (539 mil vagas foram fechadas em abril), Além disso, as últimas estatísticas do Departamento Americano da Energia mostraram que as reservas de bruto diminuíram na semana passada nos Estados Unidos, devido a uma maior atividade das refinarias.
Fonte: Globo.com
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Petróleo fecha em alta nos EUA seguindo tendência em Wall Street
NOVA YORK (Reuters) - Os futuros do petróleo nos Estados Unidos subiram nesta quarta-feira, impulsionados por ganhos em Wall Street e com traders ignorando uma alta nos estoques domésticos do produto.
"Como tem sido o caso para o mercado de energia, os mercados de fora, especificamente os mercados acionários globais liderados pelo S&P 500, seguem sendo a carta trunfo na direção dos preços de energia", disse Chris Jarvis, analista sênior da Caprock Risk Management em New Hampshire.
A Administração de Informação de Energia dos EUA informou que os estoques domésticos do petróleo subiram 4,1 milhões de barris na semana passada, quase o dobro do que o esperado, atingindo 374,7 milhões de barris, o maior nível desde a semana de 7 de setembro de 1990, quando atingiu 378,8 milhões de barris. Analistas previam em pesquisa Reuters um aumento de 2,1 milhões de barris.
Na Nymex, o petróleo para entrega em junho subiu 1,05 dólar, ou 2,1 por cento, a 50,97 dólares por barril.
Em Londres, o petróleo Brent para entrega em junho subiu 0,79 dólar, ou 1,58 por cento, a 50,78 dólares por barril.
(Reportagem de Gene Ramos e Robert Gibbons)
Fonte: UOL Economia
