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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

OGX, Petrobras e Vale: Como vão as três maiores da bolsa?

O índice Ibovespa é composto por uma série de empresas, todas elas excelentes e que atraem a atenção dos investidores, mas sem dúvida o mercado brasileiro hoje depende em grande parte das três maiores: OGX Petróleo, Petrobras e Vale. Sem o aval dessas empresas o índice Ibovespa fica ancorado. Vamos analisar brevemente as três para tirar algumas conclusões sobre o mercado no momento. OGX Petróleo: em termos de volume hoje é a terceira ação mais negociada na bolsa. Seus papéis vêm sofrendo desvalorização desde o início de novembro de 2010 e infelizmente não há nada que faça com que os preços saiam de sua tendência de queda. Recentemente o papel perdeu a grande linha de tendência de alta traçada desde o final de 2008, quando perdeu o suporte de R$ 18,51 em dezembro do ano passado. A Petrobras é a segunda ação mais negociada na bolsa brasileira. A situação da maior petrolífera brasileira e uma das maiores do mundo parece ter se estabilizado. Depois do estresse causado pela diluição da participação dos acionistas minoritários no ano passado as ações preferenciais parecem estar oscilando entre os R$ 25,00 e R$ 28,00. Para desânimo dos investidores o papel deverá encontrar muitas resistências em um retorno do movimento ascendente. A Vale encontra-se destoante das companheiras, queridinha do mercado desde o ano passado e a mais negociada do índice Ibovespa ultimamente. As ações preferenciais da minerado ainda não perderam a linha de tendência de alta traçada desde o fundo da crise de 2008. Apesar de sofrer junto com o mercado recentemente a maioria dos analistas se sente bastante confortável em colocá-la no topo de suas listas de recomendações. Os papéis deverão encontrar nova resistência somente acima dos R$ 54,00, quando deverão procurar testar o topo de preços histórico de R$ 59,22. Portanto analisando a bolsa pelo prisma das ações que a compõe, precisamos torcer e aguardar que quaisquer que sejam os motivos segurando os papéis da OGX Petróleo e Petrobras sejam resolvidos o mais breve possível.
Fonte: ADVFN

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Exercício de opções sobre ações movimenta R$5,28 bi na BM&FBOVESPA

A BM&FBOVESPA informa que o exercício de contratos de opções sobre ações movimentou em 19/04, no segmento Bovespa, R$5,28 bilhões, sendo R$4,97 bilhões em opções de compra e R$310,3 milhões em opções de venda. A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de hoje:
  • Vale PNA a R$45,64 por ação movimentou R$723,1 milhões em opções de compra;
  • Vale PNA a R$39,64 por ação movimentou R$559,6 milhões em opções de compra;
  • Vale PNA a R$47,64 por ação movimentou R$503,2 milhões em opções de compra;
  • OGX ON a R$18,50 por ação movimentou R$423,5 milhões em opções de compra; e
  • OGX ON a R$17,50 por ação movimentou R$402,0 milhões em opções de compra.

Fonte: BMFBovespa

quinta-feira, 18 de março de 2010

'Risco X' pesa e afasta investidores


O gigantismo dos negócios do empresário Eike Batista, dono de uma fortuna calculada em US$ 27 bilhões pela revista "Forbes", acabou pesando negativamente para o sucesso da abertura de capital da quinta empresa do grupo EBX, a companhia do setor naval OSX.
Analistas dizem que o receio de concentração excessiva da carteira no "risco X", letra que se repete nos nomes de todas as companhias criadas por Eike, deixou os investidores reticentes em aumentar ainda mais a exposição a esses projetos, que estão de alguma forma interligados.
Isso se somou ao mau momento para as empresas estreantes na bolsa, já que nas quatro ofertas iniciais feitas até agora em 2010 as companhias tiveram que cortar o preço inicialmente previsto para venda de suas ações. Também com oferta prevista para fechar ontem, a Renova Energia decidiu adiar o processo.
Para conseguir atrair os investidores, a OSX e os bancos coordenadores tiveram que reduzir o tamanho da oferta em mais de 40% em relação à estimativa mínima, conforme antecipou ontem o Valor. A operação será de US$ 1,8 bilhão, sendo que Eike Batista entrará com US$ 300 milhões. Antes das mudanças, a companhia captaria US$ 3,15 bilhões em um cenário conservador e mais de US$ 5,5 bilhões caso o preço saísse pelo teto e os lotes extras fossem colocados.
Há que se notar, no entanto, que a fortuna do empresário também o ajudou a garantir ao menos que a oferta da OSX fosse concluída, o que não foi o caso de outras empresas que enfrentaram falta de demanda por suas ações.
Eike Batista peitou o mercado e entrou com dinheiro próprio, apostando na companhia. Além dos US$ 300 milhões da oferta, foi acertado que a OSX terá uma opção de venda de suas ações no valor de US$ 1 bilhão que poderá ser exercida contra empresas controladas integralmente por Eike. A opção terá validade até 2013 e terá como referência o preço da ação na oferta, de R$ 800 por papel.
Isso significa que, quando a OSX precisar de mais recursos para seus projetos, ela poderá obrigar Eike a injetar essa quantia via aumento de capital.
Quando se fala em concentração no "risco X", a OGX Petróleo é a que mais compete por recursos com a OSX. Nas apresentações da oferta desta última para os potenciais investidores, boa parte do tempo era dedicada a explicar as operações da OGX. A OSX, que está em fase pré-operacional, surgiu com a necessidade de investimentos da OGX em unidades de exploração e produção de petróleo. Ela tem como principal ativo a garantia de demanda por seus produtos, por meio de um contrato já assinado de cooperação estratégica com a OGX, em que as companhias se comprometem a dar prioridade uma a outra nas contratações.
A OGX, dona de 29 blocos de petróleo e gás em fase de pesquisa, prevê a necessidade de 48 unidades de exploração e produção nos próximos dez anos, com custo estimado de US$ 30 bilhões.
Para montar as embarcações que prestarão esse serviço, a OSX vai usar parte do dinheiro captado na oferta para construir um estaleiro no litoral de Santa Catarina.
Da maneira como seu modelo está estruturado, o risco de investir em OSX seria equivalente ao de investir em OGX, sendo que o mercado já está inundado de papéis da petrolífera, que faz parte do Ibovespa. Segundo um analista ouvido pelo Valor, muitos escolheram ficar com as ações da empresa de petróleo, onde haveria mais potencial de valorização.
Uma evidência de que há correlação entre as empresas do grupo EBX é que as ações de todas as suas controladas fecharam em baixa ontem, dia em que metade dos papéis do Ibovespa subiu e a outra metade perdeu valor. OGX teve desvalorização de 0,52%, LLX Logística caiu 2,76%, MPX Energia recuou 4% e MMX Mineração cedeu 2,23%.
Um analista afirma que a exigência de desconto no mercado é sinal de que os investidores estão fazendo mais contas e pedindo um retorno mais adequado para o tipo de risco que a OSX representa. Ele avalia que, apesar de Eike ser um empresário arrojado e com trajetória positiva, projetos desse tipo têm risco e o investidor tem que ter prêmio para participar. Algumas contas de mercado concluíam que a ação deveria ser vendida a R$ 500.
De qualquer forma, o desconto já foi grande. Considerando as condições previstas para a operação, a OSX vai estrear na bolsa com valor de mercado de R$ 9,7 bilhões. Com base nos preços e quantidades de ações indicados inicialmente no prospecto, o valor da companhia oscilaria entre R$ 13,6 bilhões e R$ 20,8 bilhões.
Para Eike Batista, no entanto, a oferta será suficiente para somar US$ 4 bilhões a sua fortuna, pouco menos do que os US$ 4,6 bilhões que teria em um cenário conservador nos termos antigos da oferta. A diferença não é tão grande porque ele venderá uma fatia menor da companhia, sendo menos diluído. Se o sucesso fosse total, a fatia dele na OSX valeria US$ 6,2 bilhões.

quarta-feira, 3 de março de 2010

No rastro da OGX


Está marcada para 19 de março a estreia da quinta empresa do grupo EBX, de Eike Batista, na Bovespa: a companhia de construção naval para a indústria de petróleoOSX. A operação tem potencial para ser a maior já feita pelo empresário e até superar a oferta da OGX, que somou R$ 6,7 bilhões em junho de 2008. A captação de recursos pela OSX deve variar de R$ 5,5 bilhões a R$ 9,9 bilhões, conforme o intervalo de preço sugerido para as ações.
A OSX nasce na esteira da necessidade de investimentos da OGX, outra empresa do grupo, em unidades de exploração e produção de petróleo. Mas a companhia pretende também conseguir atender a estatal Petrobras com o pré-sal.
Ao mercado, por enquanto, a OSX tem a oferecer como garantia de demanda por seus produtos um contrato de cooperação estratégica com a OGX em que as companhias se comprometem a dar prioridade uma a outra.
A OGX, dona de 29 blocos de petróleo e gás em fase de pesquisa, prevê a necessidade de 48 unidades de exploração e produção nos próximos dez anos, com custo estimado de US$ 30 bilhões.
Diante dessa cifra, Batista, reconhecido por sua capacidade de alavancar oportunidades, viu aí o caminho para mais um megaempreendimento.
Assim, sua investida no ramo de petróleo rendeu duas companhias: a OGX e a OSX. A primeira é avaliada hoje em R$ 51,8 bilhões. Já a OSX, conforme o preço resultante da oferta, deve chegar à bolsa valendo entre R$ 13,6 bilhões e R$ 20,8 bilhões. Mas já é fato que deverá ser a segunda maior companhia do empresário.
Sem contar a OSX, as companhias de Eike Batista já captaram cerca de R$ 10 bilhões na bolsa - a mineradora MMX, a empresa de energia MPX e a OGX fizeram oferta de ações. Todas as quatro empresas abertas, incluindo a de logística LLX, valiam ontem, juntas, mais de R$ 68 bilhões - sendo R$ 43 bilhões de propriedade da EBX.
A capacidade de gerar valor - conhecida há apenas cinco anos - é tratada na apresentação da OSX como um diferencial de sucesso do grupo. No entanto, vale lembrar que boa parte dos projetos do empresário ainda não saiu do papel, pois são de longo prazo, ou ainda não alcançou grande escala.
Como as demais empresas do grupo, a OSX chegará à Bovespa em fase pré-operacional. Seu balanço de 2009 não tem nada além de um prejuízo de R$ 33,4 milhões, resultado de despesas de R$ 10,6 milhões e provisão para passivo descoberto de R$ 25,9 milhões. A companhia tinha ao fim de dezembro um patrimônio líquido de R$ 28,4 milhões e uma dívida de R$ 628 milhões. Por ainda não ter atividade, a oferta será aberta só aos investidores qualificados e a aplicação mínima é de R$ 300 mil.
A ideia é que a OSX produza as unidades que serão usadas pela OGX, que no lugar de gastar para comprar as unidades terá um contrato semelhante a um leasing com a empresa "irmã". Com isso, como é de praxe na indústria de petróleo, equilibra o fluxo de caixa entre a produção de petróleo e a despesa de sua exploração.
O objetivo da OSX é levantar, pelo menos, R$ 6,5 bilhões com a oferta. O preço médio do intervalo sugerido para as ações - R$ 1.000,00 a R$ 1.333,33 - resultaria na captação de R$ 6,1 bilhões.
O dinheiro obtido com a oferta inicial de ações, porém, seria apenas a formação de uma base de capital a partir da qual a empresa pode se alavancar, já que a necessidade de recursos para um projeto como o pretendido pela OSX é substancialmente maior.
Só a construção do estaleiro projetado pela empresa em Santa Catarina deve demandar US$ 1,7 bilhão. As primeiras 30 unidades de exploração a serem feitas exigirão mais US$ 16,5 bilhões.
Do que for levantado com a oferta, R$ 302,5 milhões vão para a construção do estaleiro e a maior parte, R$ 5,5 bilhões, para equipamentos. Essa divisão considera a captação de recursos pela média do intervalo de preço das ações.
Como não tem experiência no ramo, a OSX firmou parceria com a Hyundai, maior construtora naval do mundo. A multinacional transferirá tecnologia e conhecimento ao grupo EBX em troca de uma participação de até 10% na empresa brasileira. O acordo ainda aguarda aval do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi).
Os contratos entre partes relacionadas costumam levantar suspeitas de investidores, que procuram ficar atentos para que não haja transferência indevida de recursos nessas operações. Para reduzir as chances de mal-estar com essa estrutura, o acordo com a OGX rege até mesmo as margens da OSX. A nova companhia do grupo prevê margem de 15% na atividade de construção naval, retorno de 15% no afretamento de unidades (contratos semelhantes ao leasing) e ganho de 5% nos serviços de operação e manutenção.
O documento foi assinado em 26 de fevereiro. A acordo foi aprovada pelo conselho de administração da OGX com abstenção dos representantes indicados pela EBX.
Entre os investidores, a simbiose entre as companhias não parece, até o momento, trazer incômodo. Contudo, a consciência de que o risco do investimento é praticamente o mesmo - o sucesso da OSX depende quase totalmente da execução dos projetos da OGX - deve levar parte dos investidores a vender uma fatia da posição detida na companhia de exploração de petróleo para comprar os papéis da novata. Não por acaso, a dependência da OGX aparece como risco no prospecto da oferta da OSX.
No começo de fevereiro, as ações da OGX giravam uma média de R$ 350 milhões ao dia ou mais, e as ações chegaram a R$ 19. Os papéis encerraram o pregão de ontem a R$ 16,05, e a negociação diária recuou cerca de 30%, para perto de R$ 250 milhões.
Embora a demanda de sua "irmão mais velha" seja o único ativo que tem a apresentar aos investidores, a OSX também vê grandes oportunidades com a estatal Petrobras, devido à necessidade de infraestrutura para exploração do óleo do pré-sal.
O estudo de viabilidade da companhia - documento exigido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para negócios em fase pré-operacional - aponta que haverá demanda para 171 unidades de exploração no Brasil nos próximos dez anos, equivalentes a US$ 141 bilhões. As pesquisas apresentadas pela OSX aos investidores foram realizadas pelas empresas Verax Consultoria, Planave Engenharia e Technip.
A companhia acredita que a exigência da Agência Nacional de Petróleo (ANP) de conteúdo local de cerca de 70% nos equipamentos beneficiará seu negócio.

terça-feira, 12 de maio de 2009

No dia da Petrobras, OGX rouba a cena

No pregão que antecedeu a divulgação dos resultados da gigante Petrobras (que apresentou seus números após o fechamento), foram as ações da OGX que roubaram a cena. Enquanto o mercado interrompeu a sequência de valorizações do Ibovespa (queda de 0,82%, aos 50.976 pontos), as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da empresa de Eike Batista, ainda em fase pré-exploratória, chegaram a subir mais de 7%, para fechar com alta de 2,46%, aos R$ 915,00. No ano, os papéis ganham 74%, performance que supera em boa medida os ganhos da principal "blue chip" da bolsa brasileira, de 45%. 
A OGX informou que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) aprovou a compra de mais 15% da participação nos direitos de exploração do bloco BM-S-29, na Bacia de Santos, abocanhando uma fatia total de 65%. Em nota, a empresa declarou que a aquisição adicional confirma a confiança no sucesso exploratório daquele bloco, "baseada no refinamento da interpretação dos dados sísmicos existentes."
Em menos de um ano listada na Bovespa - a companhia empreendeu, em junho de 2008, a maior oferta pública inicial (IPO, em inglês) do mercado brasileiro, com uma captação de R$ 6,7 bilhões -, as avaliações em torno das ações são cercadas de controvérsias. Há quem diga que os papéis, majoritariamente nas mãos dos estrangeiros, viraram ativos típicos de especulação. Outros, veem, de fato, valor neste caso de investimento, que, por ora, não passa de uma campanha exploratória.
Para o diretor-geral da Schroders Brasil, Beto Scretas, a OGX é um dos símbolos da irracionalidade recente do mercado, que levou o Ibovespa da casa dos 40 mil pontos de janeiro para marcas como a dos 52 mil pontos atingidos na semana passada. "A empresa se tornou simplesmente a décima maior capitalização de mercado da bolsa, vale R$ 29 bilhões, é quase uma CSN (com valor de mercado de R$ 36 bilhões), mas, por enquanto, é apenas uma promessa", diz. Ele cita que, quando a companhia estreou na bolsa, a R$ 1.131, as cotações internacionais do petróleo rondavam os US$ 140,00 o barril. Do início do ano para cá, os papéis quase dobraram de valor e, nesse mesmo intervalo, o óleo avançou cerca de 30%, para os US$ 58,50 negociados ontem. "Não há evidências de que a OGX vai ser tão melhor sucedida nas perfurações que vai fazer e é isso que está nos preços atuais."

A aquisição adicional dos direitos de exploração do bloco BM-S-29 é relevante porque mostra que a companhia está vendo valor nesse prospecto, que será o primeiro a ser furado, em junho, afirma a analista Paula Kovarsky, da Itaú Corretora. Apesar da valorização expressiva dos papéis neste ano, ela se diz confortável para manter indicação de compra, com um preço-alvo em R$ 1.210. As revisões sísmicas em 3D programadas para o segundo semestre e os outros cinco furos em Campos e Santos ao longo do ano é que vão dar uma dimensão do potencial do portfólio. No curto prazo, porém, as ações podem passar por um movimento de realização de lucros, de investidores que não queiram estar expostos aos riscos da primeira perfuração, que pode ser emblemática do que virá adiante. Das pesquisas até virar produção mesmo, a expectativa é de que a OGX só comece a gerar receitas a partir de 2011.
Com quase todo o dinheiro do IPO em caixa, a OGX hoje é praticamente um fundo DI - que investe em papéis de renda fixa - e é ainda difícil mensurar quais serão os custos operacionais envolvidos no projeto e se há viabilidade econômica com o petróleo nos atuais níveis, contrapõe um analista, que prefere não ser identificado. A favor pesa o fato de a empresa ser formada por um time predominantemente egresso da Petrobras e que tem expertise nesse tipo de atividade. Ele acrescenta que o início das negociações de Global Depositary Receipts (GDR, recibos de ações) no mercado de balcão nos EUA reforça a atratividade dos papéis aos olhos dos estrangeiros. 
O ambicioso negócio de Eike Batista é principalmente pautado nas promessas do pré-sal, mas enquanto não houver resultados dos testes de perfuração, as ações ficam vulneráveis a movimentos especulativos, diz Peter Ping Ho, da Planner . Para Auro Rozenbaum, da Bradesco Corretora, a OGX é a única oportunidade no segmento de petróleo e gás, está no lugar certo (Brasil) e surgiu na hora certa. O especialista começou a cobrir a empresa no início de abril, com indicação de compra e preço em R$ 1.287,4.

Fonte: ValorOnline