Mostrando postagens com marcador Opções. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Opções. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vencimento de opções sobre ações movimenta R$ 3,77 bilhões em janeiro

SÃO PAULO - O exercício de opções sobre ações de janeiro movimentou R$ 3,77 bilhões na BM&F Bovespa, alta de 26,1% em relação ao resultado visto em dezembro, quando alcançou R$ 2,99 bilhões. Já na comparação com o mesmo mês de 2010, o volume registrado mostrou um decréscimo de 28,2%.
De acordo com a nota divulgada nesta segunda-feira (17) pela BM&F Bovespa, do valor total, R$ 3 bilhões foram referentes às opções de compra e R$ 773,8 milhões às opções de venda.
Call de Petro e Vale e put de CSN em destaque
Voltando a ocupar a liderança no mercado de derivativos, os contratos de opções de compra com as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) e com preço de exercício de R$ 25,71 movimentaram R$ 512,6 milhões.
Logo atrás, aparecem dois calls com as ações preferenciais classe A da Vale (VALE5). Os contratos com preço de exercício de R$ 51,26 tiveram um giro financeiro de R$ 376,1 milhões, ao passo que os contratos com strike de R$ 49,26 movimentaram R$ 341,1 milhões.
Fechando a lista dos cinco maiores volumes, aparecem duas opções de venda envolvendo os ativos da CSN (CSNA3). Os puts com preço de exercícios de R$ 34,50 e R$ 33,50 registraram volume de R$ 265,3 milhões e R$ 257,6 milhões, respectivamente, informou a BM&F Bovespa.
Dados históricos dos vencimentos de opções:
VencimentoOpções de compra
(R$ milhões)
Opções de venda
(R$ milhões)
Total
(R$ milhões)
17/01/2011R$ 3.000R$ 777,8R$ 3.770
20/12/2010R$ 2.120R$ 875,6R$ 2.990
16/11/2010R$ 2.040R$ 806,7R$ 2.850
18/10/2010R$ 4.130R$ 740,9R$ 4.870
20/09/2010 R$ 2.400R$ 1.040R$ 3.440
16/08/2010 R$ 2.740R$952,8 R$ 3.690 
19/07/2010R$ 1.550R$ 869,1R$ 2.420
21/06/2010R$ 2.670R$ 1.280R$ 3.960
17/05/2010R$ 500,4R$ 1.920R$ 2.240
19/04/2010R$ 4.970R$ 310,3R$ 5.280
15/03/2010R$ 4.030R$ 1.000R$ 5.030
07/02/2010R$ 1.150R$ 1.040R$ 2.200
18/01/2010R$ 4.370 R$ 874,8 R$ 5.250 
Fonte: BM&F Bovespa
Vencimento eleva volatilidade
A forte oscilação verificada em dias de vencimento de derivativos reflete a disputa entre "comprados" e "vendidos". De modo geral, os "comprados" apostam na alta das ações, enquanto os "vendidos" visam o fraco desempenho dos papéis.

Neste cenário, os "comprados" tendem a adquirir grandes quantidades de ações, na tentativa de elevar seu preço, enquanto os "vendidos" promovem a venda dos papéis, com o intuito de derrubar as cotações.

Vale lembrar que esse movimento ganha força na medida em que as ações mais negociadas nos contratos de opções costumam carregar participação significativa no Índice Bovespa.
Fonte: Infomoney

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Opção de compra de Vale PNA a R$ 36,00 lidera exercício

SÃO PAULO - A opção de compra de Vale PNA a R$ 36,00 por ação movimentou R$ 519,7 milhões e liderou o exercício de contratos de opções sobre ações hoje. No total, o exercício movimentou R$ 3,44 bilhões no segmento Bovespa, sendo R$ 2,40 bilhões em opções de compra e R$ 1,04 bilhão em opções de venda, informou a BM&FBovespa.
Entre as opções que registraram forte volume financeiro neste exercício também se destacaram: Vale PNA a R$ 34,00 por ação, que movimentou R$ 317,1 milhões em opções de compra; Cosan ON a R$ 34,50 por ação, com volume de R$ 304,9 milhões em opções de venda; Cosan ON a R$ 33,50 por ação, com R$ 296,1 milhões em opções de venda; e Vale PNA a R$ 42,00 por ação, que movimentou R$ 260,8 milhões em opções de compra.

Direto ao ponto: expectativa é de estabilidade com vencimento de opções

SÃO PAULO - O Ibovespa encerrou a sessão de sexta-feira (17) com queda  de 0,85%, em 97.089 pontos, refletindo o clima instável nos mercados internacionais, causado, em parte, pelo Quadruple Witching - data em que ocorrem quatro vencimentos simultâneos no mercado norte-americano: contratos futuros de índices acionários, contratos futuros de ações, opções sobre índices e opções sobre ações.
Nesta segunda-feira (20), o movimento pode se repetir, já que é a vez do vencimento de opções sobre ações da Bovespa. De acordo com Leonardo Petri, assessor de investimentos da Investor, o exercício impossibilita que o investidor tenha clara visão do comportamento do Ibovespa, devido à volatilidade inerente à data. 
Isso acontece porque o mercado sente o efeito da disputa entre "comprados" e "vendidos". De modo geral, os "comprados" apostam na alta das ações, enquanto os "vendidos" visam o fraco desempenho dos papéis. Neste cenário, os "comprados" tendem a adquirir grandes quantidades de ações, na tentativa de elevar seu preço, enquanto os "vendidos" promovem a venda dos papéis, com o intuito de derrubar as cotações. Vale lembrar que esse movimento ganha força na medida em que as ações mais negociadas nos contratos de opções costumam carregar participação significativa no índice Bovespa.
Assim, Petri acredita que esses papéis funcionam como "traves", o que equilibra o índice, que, se não cai muito, também não sobe.

Fonte: Infomoney

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Cresce adesão a planos de opções


Já não se trata mais de uma nova tendência. O uso de planos de opções como parte da remuneração de executivos está disseminado, em especial entre as companhias que abriram capital após 2004. Estudo realizado pelo BTG Pactual mostra que praticamente 80% das companhias do Novo Mercado adotam essa ferramenta. O levantamento avaliou 104 empresas e 80 delas concedem opções de ações a seus principais executivos.
Os analistas Carlos Sequeira e Antonio Junqueira, autores da pesquisa, destacam que o fato é positivo, pois a função principal dos planos é alinhar o interesse dos administradores ao dos acionistas. Além disso, segundo eles, de forma geral, os planos brasileiros "são muito bons".
No Brasil, a adoção de planos de opções é recente. Antes da retomada da atividade do mercado e das aberturas de capital, pouquíssimas empresas usavam essa ferramenta. Em geral, eram companhias geridas pela GP Investimentos ou com algum fundo de participação atuante na gestão.
Nos Estados Unidos, essa forma de remuneração já deu muita dor de cabeça ao mercado. Foi um dos combustíveis das fraudes contábeis, pois os executivos estavam preocupados em gerar lucros de curto prazo e puxar as ações na bolsa para colocar no bolso quantia significativa de dinheiro. Depois, houve a fraude das datas de concessão dos planos ("back dating"), em que as companhias e os executivos escolhiam posteriormente o pior momento de preço em bolsa como data oficial de concessão do plano, de forma a maximizar o ganho do administrador.
Na avaliação de Sequeira e Junqueira, os planos adotados no Brasil são bons justamente por conta dos mecanismos que visam controlar a agressividade do executivo no curto prazo, alinhando o interesse com o longo prazo.
De acordo com o levantamento do BTG Pactual, em mais de metade das empresas que possuem essa ferramenta o exercício ocorre num prazo entre três e cinco anos, considerado por eles suficiente para gerir riscos.
Outro resultado da pesquisa considerado como positivo pelos analistas é o fato de os planos representarem, em 86% dos casos, um potencial de diluição dos acionistas apenas entre 3% e 5% do capital total.
Segundo Christian Pereira, consultor sênior da Mercer, o mais comum é que os planos compreendam entre 3% e 6% do capital da empresa. Apesar disso, reconhece que em alguns casos, em que o valor de mercado da companhia não é tão grande, o percentual acaba sendo maior. "Se não for assim a empresa não remunera como gostaria. Seria melhor não dar."
A pesquisa mostra que no Novo Mercado há apenas oito empresas em que os planos de opção envolvem fatia consideravelmente maior que 5%. O maior dos planos é o daTarpon, que pode alcançar até 25% do capital. Em seguida, aparece o da Tempo Participações, com 12% .
Segundo Felipe Rebelli, líder na América Latina da área de talentos e recompensas daTowers Watson, no exterior, como as empresas possuem esses planos há mais tempo, eles costumam representar entre 10% a 15% do capital entre as indústrias, chegando a 20% no setor financeiro.
Gilberto Mifano, presidente do conselho do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e ex-presidente do conselho de administração da BM&FBovespa, acredita que os planos de opções são uma ferramenta positiva de alinhamento de interesses. "Pelo menos, esse é o objetivo principal e original." No entanto, destaca que equilibrar os interesses com essa ferramenta é praticamente uma "arte".
Na opinião de Marcio Brito, analista da Jardim Botânico Investimentos, gestora carioca focada em governança, os planos de opção são um componente importante de um bom pacote de remuneração de executivos, que deve conter ainda uma parcela fixa razoável e bônus, sendo as parcelas variáveis atreladas a metas adequadas e bem planejadas para o momento da companhia. Na opinião do especialista, contudo, melhor do que planos de opções são planos de ações, em que o executivo adquire os papéis da companhia.
A diferença principal entre os dois é que no plano de opção o executivo só exerce os papéis se tiver certeza de que terá ganho, ou seja, se o valor em bolsa estiver superior ao preço pelo qual tem direito sobre as opções. Sendo assim, pode deixar de ganhar, mas não tem risco de perder se o valor da companhia diminuir. Já no plano de ação, citado por Brito, o executivo passa a correr exatamente o mesmo risco que os demais acionistas, podendo perder com a desvalorização dos papéis na bolsa.
Ponto polêmico dos planos de opção é o preço pelo qual os papéis são concedidos aos executivos. Sequeira e Junqueira apontam que 45% preveem desconto sobre a cotação em bolsa (ou a média de um período), 39% estão atrelados ao preço no pregão, mas sem desconto, e 16% não estão claramente definido. Na visão dos analistas, o desconto é um estímulo importante, caso contrário pode não haver incentivo para o executivo.
Mifano, do IBGC, acredita que o melhor seria não atribuir desconto. Na avaliação dele, a concessão de um desconto e a quase garantia de ganho acabam não estimulando o administrador a elevar o valor no mercado. "Fica parecendo um bônus."
Na visão do consultor da Mercer, on mais recomendado é que o preço de exercício da opção seja determinado com base na média pondera das ações, sem ajuste. "Se há o desconto, pode ser porque a empresa também não confia que a ação vá subir tanto." Ele pondera, entretanto, que o desconto permite que se dê o mesmo valor para o executivo, com uma diluição menor dos demais acionistas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Exercício de opções sobre ações movimenta R$5,28 bi na BM&FBOVESPA

A BM&FBOVESPA informa que o exercício de contratos de opções sobre ações movimentou em 19/04, no segmento Bovespa, R$5,28 bilhões, sendo R$4,97 bilhões em opções de compra e R$310,3 milhões em opções de venda. A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de hoje:
  • Vale PNA a R$45,64 por ação movimentou R$723,1 milhões em opções de compra;
  • Vale PNA a R$39,64 por ação movimentou R$559,6 milhões em opções de compra;
  • Vale PNA a R$47,64 por ação movimentou R$503,2 milhões em opções de compra;
  • OGX ON a R$18,50 por ação movimentou R$423,5 milhões em opções de compra; e
  • OGX ON a R$17,50 por ação movimentou R$402,0 milhões em opções de compra.

Fonte: BMFBovespa

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

TCX analisa exercício de opções e prevê fim da hegemonia de PETR4 e VALE5


SÃO PAULO - O exercício de opções sobre ações de fevereiro movimentou R$ 2,2 bilhões na BM&F Bovespa, com destaque para as opções de venda, responsáveis por R$ 1,04 bilhão desse valor, o terceiro maior volume da história, ficando atrás apenas dos números reportados em 20 de fevereiro de 1995 (R$ 1,32 bilhão) e 19 de dezembro de 1994 (R$ 1,712 bilhão).
Os outros R$ 1,15 bilhão de giro vistos em fevereiro foram referentes às opções de compra.
Operador de renda variável da TCX Consultoria, Eduardo Munhoz, considera o elevado volume das opções de venda atípico, e reflexo de uma maior maturidade do mercado brasileiro. Além disso, afirma que a hegemonia de papéis como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE5) está com seus dias contados.
Munhoz também justifica seu ceticismo quanto ao viés otimista à BM&F Bovespa em 2010. Para ele, a instabilidade ainda é forte no fluxo de notícias global e os problemas estruturais da crise ainda em aberto farão com que a BM&F Bovespa "ande de lado neste ano".

Fonte: Infomoney

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Exercício de opções sobre ações movimenta R$3,96 bilhões na BM&FBOVESPA

A BM&FBOVESPA informa que o exercício de contratos de opções sobre ações movimentou hoje, no segmento Bovespa, R$3,96 bilhões, sendo R$3,43 bilhões em opções de compra e R$533,71 milhões em opções de venda.

A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de 21 de dezembro:

  • Vale PNA a R$39,58 por ação movimentou R$480,86 milhões em opções de compra;
  • Vale PNA a R$41,58 por ação movimentou R$443,25 milhões em opções de compra;
  • Vale PNA a R$37,58 por ação movimentou R$293,74 milhões em opções de compra;
  • Petrobras PN a R$35,41 por ação movimentou R$285 milhões em opções de compra;
  • Petrobras PN a R$33,07 por ação movimentou R$204,87 milhões em opções de compra.

Fonte: Bovespa

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Exercício de opções sobre ações movimenta R$3,62 bilhões na BM&FBOVESPA

A BM&FBOVESPA informa que o exercício de contratos de opções sobre ações movimentou no dia 16/11, no segmento Bovespa, R$3,62 bilhões, sendo R$3,53 bilhões em opções de compra e R$91 milhões em opções de venda. A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de hoje:

  • Petrobras PN a R$35,83 por ação movimentou R$440,4 milhões em opções de compra.
  • Vale PNA a R$39,58 por ação movimentou R$432,9 milhões em opções de compra.
  • Vale PNA a R$41,58 por ação movimentou R$385,1 milhões em opções de compra.
  • Vale PNA a R$37,58 por ação movimentou R$238,3 milhões em opções de compra.
  • Vale PNA a R$35,58 por ação movimentou R$233,0 milhões em opções de compra.

Fonte: Bovespa

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Exercício de opções sobre ações movimenta R$ 2,34 bilhões na BM&FBOVESPA

O exercício de contratos de opções sobre ações movimentou no dia 20/04 R$2.343.238.887,11 sendo R$1.894.952.607,11 em opções de compra e R$448.286.280,00 em opções de venda. A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício do dia de referência:

  • Vale R Doce PNA a R$ 27,48 por ação movimentou R$361,7 milhões em opções de compra.
  • Petrobras PN a R$ 27,66 por ação movimentou R$247,7milhões em opções de compra.
  • Vale R Doce PNA a R$ 25,48 por ação movimentou R$220,5 milhões em opções de compra.
  • Petrobras PN a R$ 25,66 por ação movimentou R$167,1 milhões em opções de compra.
  • Gerdau PN a R$ 20,46 por ação movimentou R$ 142,5 milhões em opções de venda.
Fonte: Bovespa

segunda-feira, 2 de março de 2009

Preço das opções em Wall Street indica mau momento das bolsas por mais dois anos

Por: Equipe InfoMoney
02/03/09 - 11h50
InfoMoney

SÃO PAULO - A maior volatilidade na renda variável deixa os investidores mais dispostos a pagar por proteção. As opções com vencimento em 2010 já dobraram de preço e, segundo analistas, esse movimento indica que o mercado prevê que a instabilidade continue nos próximos dois anos.

De acordo com matéria publicada na Bloomberg nesta segunda-feira (2), os contratos para se proteger contra uma queda do índice Standard & Poor's 500 já custam US$ 15,1 mil na bolsa de Chicago - aumento bastante expressivo, se comparado aos US$ 6,8 mil de 2007.

O verdadeiro "pânico nos mercados", segundo o analista Peter Sorrentino, está associado à perda de esperança dos investidores, que amargam sinais negativos na renda variável. Na semana passada, o índice que reúne os principais papéis dos EUA caiu 4,5% e chegou ao menor patamar dos últimos 12 anos.

Volatilidade elevada
Segundo economistas, o grau de preocupação já é o mesmo quando o Bear Stearns e o Lehman Brothers entraram em colapso no ano passado.

Os preços refletem ainda o pouco número de bancos de investimento e hedge funds dispostos a vender opções, diminuindo a oferta no mercado. "Algumas pessoas querem comprar esses seguros a qualquer preço", o que favorece a disparada, sugere Sorrentino.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Porsche lucra mais com opções do que com venda de carros

Os fundos hedge ganharam mais munição para suas queixas legais contra a Porsche depois que a fabricante alemã de carros esportivos revelou que ganhou quase 400 milhões de euros (US$ 514 milhões) com apostas em várias "blue chips" alemãs, além dos controvertidos negócios com opções da Volkswagen (VW) no ano passado.
Holger Härter, diretor financeiro da Porsche, disse recentemente que a empresa ganhou 392 milhões de euros em liquidez em seu ano fiscal de 2007-08, com negócios com opções - contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo, numa data estabelecida, a um prazo pré-determinado - de empresas que fazem parte do Índice Dax, de empresas "blue chips" alemãs.
Härter disse em uma assembleia de acionistas da Porsche em janeiro: "Também arranjamos opções de ações para gerar liquidez. As ações subjacentes eram referentes a companhias do Dax e não à Volkswagen".
A revelação, que ficou clara a partir de transcrições da assembleia anual da semana passada, questionou as alegações da Porsche de que seus negócios com opções da VW foram motivados pela lógica industrial, uma vez que ela formou uma participação na maior montadora da Europa.
Em 2008, a Porsche teve lucro de 6,8 bilhões de euros com negócios com opções da VW e um lucro de cerca de 1 bilhão de euros com as vendas de carros esportivos. A Porsche disse que usou os negócios para gerar liquidez livre de juros, explorando pequenas diferenças de preços entre as opções.
A Porsche desencadeou um aumento extraordinário no preço das ações da VW em outubro, quando revelou que controlava, por meio de posições diretas e opções, 74% da montadora. Era uma participação muito maior que o mercado imaginava. Os negócios provocaram grandes perdas aos fundos hedge e outros investidores que haviam feito apostas na queda dos preços das ações da VW.

Alguns desses "hedge funds" entraram com queixas legais contra a Porsche em várias cortes de Justiça da Alemanha, alegando que suas atividades de negócios com títulos na Volkswagen foram contra os estatutos da própria companhia, o que a Porsche nega. A Bafin, agência reguladora do mercado financeiro alemão, está investigando possíveis manipulações de mercado nos preços das ações da VW. A Porsche vem negando todas as afirmações de que manipulou os preços das ações da Volkswagen.
Promotores públicos da Alemanha não decidirão se vão lançar uma investigação formal sobre as queixas dos fundos hedge, enquanto a Bafin não terminar sua investigação.
Wendelin Wiedeking, presidente-executivo da Porsche, disse que a companhia simplesmente usou os derivativos para se proteger contra uma alta nos preços das ações da Volkswagen. Ele disse: "Não somos especuladores; nunca fomos e nunca vamos querer ser". Entretanto, analistas disseram que os negócios com as opções da VW e a revelação de novos negócios com outras ações do índice Dax fizeram de fato a Porsche parecer uma especuladora.


A Porsche assumiu o controle da Volkswagen quando elevou sua participação para mais de 50% em janeiro, e ela pretende aumentar sua fatia para 75% este ano. A fabricante de carros esportivos está discutindo com bancos o refinanciamento de um empréstimo sindicalizado de 10 bilhões de euros que vence no fim de março.
Härter disse recentemente que as negociações vão bem, mas alguns dos bancos envolvidos disseram que a Porsche terá de pagar juros pesados no futuro se a concessão do empréstimo for ampliada.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Exercício de opções sobre ações movimenta R$1,18 bilhão na BM&FBOVESPA

19 de Janeiro de 2009
O exercício de contratos de opções sobre ações movimentou hoje (19/01) R$1.183.582.084,00 sendo R$893.305.258,00 em opções de compra e R$290.276.826,00 em opções de venda.

A seguir, as opções que registraram o maior volume de exercício em 19/01:

- Petrobras PN a R$ 23,32 por ação movimentou R$ 165,66 milhões em opções de compra;
- Petrobras PN a R$ 19,32 por ação movimentou R$ 154,36 milhões em opções de compra;
- Petrobras PN a R$ 21,32 por ação movimentou R$ 124,86 milhões em opções de compra;
- Vale R Doce PNA a R$ 25,42 por ação movimentou R$ 108,43 milhões em opções de compra;
- Gerdau PN a R$ 17,00 por ação movimentou R$ 98,60 milhões em opções de venda.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Exercício de opções sobre ações movimenta R$1,54 bilhão na BM&F BOVESPA
15 de Dezembro de 2008

O exercício de contratos de opções sobre ações movimentou em 15/12 R$1.547.795.562,00 sendo R$840.377.176,00 em opções de compra e R$707.418.386,00 em opções de venda.
A seguir, as opções que registraram o maior volume de exercício do dia:
Petrobras PN a R$ 20,00 por ação movimentou R$ 177,66 milhões em opções de compra;
Petrobras PN a R$ 22,00 por ação movimentou R$ 148,43 milhões em opções de compra;
Vale R Doce PNA a R$ 24,00 por ação movimentou R$ 104,94 milhões em opções de compra;
Petrobras PN a R$ 18,00 por ação movimentou R$ 104,49 milhões em opções de compra;
Petrobras PN a R$ 43,00 por ação movimentou R$ 103,03 milhões em opções de venda.

Fonte:
Bovespa
Opções sobre o Ibovespa movimenta R$ 2,15 bilhões no pregão de ações
18 de Dezembro de 2008


O vencimento de opções sobre o Índice Bovespa (Ibovespa) movimentou em 17/12 R$2.151.830.000,00 em 42.560 contratos. Do volume de operações exercidas, R$1.774.760.000,00 referem-se a opções de venda e R$377.070.000,00 a opções de compra. O resultado elevou o volume total do mercado de ações a R$9.104.803.674,30. O Ibovespa a vista encerrou a sessão em queda de 0,12%, aos 39.947,43 pontos.

Os contratos que registraram os maiores volumes de exercício no mês:
Série a 62 mil pontos movimentou R$601,4 milhões em opções de venda; Série a 38 mil pontos movimentou R$179,7 milhões em opções de compra; Série a 68 mil pontos movimentou R$132,6 milhões em opções de venda; Série a 36 mil pontos movimentou R$125,6 milhões em opções de compra; Série a 50 mil pontos movimentou R$110,0 milhões em opções de venda.
Vencimento de Ibovespa Futuro negocia 40.578 contratosNo pregão de derivativos, ocorreu o último dia de negociação do contrato de Ibovespa Futuro com vencimento em dezembro/08 (Z08). Foram negociados 40.578 contratos que representaram volume financeiro de R$1.621.172.256,00. O ajuste do dia ficou em 39.674,00 pontos.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Vencimento de opções sobre ações movimenta R$ 1,024 bilhão em novembro

Por: Gabriel Ignatti Casonato
17/11/08 - 15h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Conforme informou a BM&F Bovespa nesta segunda-feira (17), o exercício de opções sobre ações de novembro somou R$ 1,024 bilhão, sendo R$ 275,4 milhões relativos a opções de compra e R$ 748,1 milhões referentes a opções de venda.

No mês passado, o volume movimentado foi de R$ 993,9 milhões. A maior cifra do ano até agora foi conquistada em abril, quando o giro bateu R$ 4,41 bilhões.

Opções de Petrobras e Vale dominam
Entre as opções que registraram forte volume, destaque para as de venda sobre os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4). Aquelas com preço de exercício de R$ 32,00 por ação movimentaram R$ 144,1 milhões, enquanto que as com preço de R$ 42,00 giraram R$ 92,5 milhões.

Do lado das opções de compra, destaque também para os papéis da estatal com preço de exercício de R$ 18,00 movimentando R$ 69,9 milhões. Já os preferenciais classe A da Vale (VALE5) com preço de exercício de R$ 23,42 por ação transacionaram R$ 69,3 milhões.

Dados de 2008

VencimentoOpções de compra
(R$ milhões)
Opções de venda
(R$ milhões)
Total
(R$ milhões)
17/11/2008R$ 275,4R$ 748,1R$ 1.023,5
20/10/2008R$ 207,3R$ 786,5R$ 993,9
15/09/2008R$ 330,0R$ 837,3R$ 1.167,3
18/08/2008R$ 200,8R$ 594,1R$ 794,9
21/07/2008R$ 193,7R$ 464,1R$ 657,8
16/06/2008R$ 1.113,8R$ 342,8R$ 1.456,7
19/05/2008R$ 3.989,5R$ 17,5R$ 4.007,1
22/04/2008R$ 4.377,7R$ 30,2R$ 4.407,9
17/03/2008R$ 390,2R$ 191,4R$ 581,6
18/02/2008R$ 1.801,5R$ 179,2R$ 1.980,8
21/01/2008R$ 351,7R$ 171,2R$ 523,0
Fonte: BM&F Bovespa

Vencimento eleva volatilidade
A forte oscilação verificada em dias de vencimento de derivativos reflete a disputa entre "comprados" e "vendidos". De modo geral, os "comprados" apostam na alta das ações, enquanto os "vendidos" visam o fraco desempenho dos papéis.

Neste cenário, os "comprados" tendem a adquirir grandes quantidades de ações, na tentativa de elevar seu preço, enquanto os "vendidos" promovem a venda dos papéis, com o intuito de derrubar as cotações.

Vale lembrar que esse movimento ganha força na medida em que as ações mais negociadas nos contratos de opções costumam carregar participação significativa no Índice Bovespa.

Fonte: Infomoney