quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Especialistas em periferia
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Inteligência artificial chega a Wall Street
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
De Wall Street para a Faria Lima
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Wall St sobe por bancos e lucros acima do esperado
NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos tiveram um rali nesta sexta-feira, à medida que os lucros corporativos mostraram que algumas empresas têm resistido à recessão e indicadores econômicos levantaram esperanças de que a economia possa ter passado o pior momento.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, subiu 1,5 por cento, para 8.076 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq avançou 2,55 por cento, para 1.694 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve valorização de 1,68 por cento, aos 866 pontos.
Investidores também não se mostraram assustados pela divulgação de um documento antecipado sobre os testes de estresse nas 19 maiores instituições financeiras dos Estados Unidos.
As ações da American Express foram as que mais contribuíram para a alta no índice Dow Jones, decolando quase 21 por cento, para 25,30 dólares, um dia depois de a empresa reportar resultados que superaram expectativas de analistas, ajudados por um corte agressivo de custos.
A Ford também divulgou perdas no primeiro trimestre menores que as esperadas e disse que está a caminho de alguma estabilização em 2011 e que não espera buscar empréstimos do governo norte-americano. Com isso, os papéis da empresa dispararam 11,4 por centro, para 5 dólares.
Dados econômicos também alimentaram o furor de compra, depois que as encomendas de bens duráveis caíram em março menos que a previsão de Wall Street. As vendas de casas novas para famílias também tiveram queda, mas os estoques caíram em um ritmo recorde.
Fonte: UOL Economia
quarta-feira, 18 de março de 2009
Após anúncio do Fed, Wall Street consolida alta e estende ganhos da véspera
18/03/09 - 17h52
InfoMoney
Trata-se do sexto avanço das bolsas em sete sessões. Antes do anúncio da decisão do comitê de política monetária do Federal Reserve, Wall Street viveu uma sessão instável. Apenas o índiceNasdaq estava livre do sobe-e-desce, favorecido por rumores de fusões e aquisições no plano corporativo.
Segundo publicado no The Wall Street Journal, a IBM (International Business Machines) negocia a compra da Sun Microsystems, estando disposta a despender até US$ 6,5 bilhões no processo. Os papéis da IBM recuaram 1,03%, enquanto os da Sun registraram movimento inverso, ao dispararem 78,87%.
Fed
Limitado em continuar com a flexibilização monetária tradicional, visto que a Fed Funds Rate já está próxima de zero, o Fed anunciou a compra de até US$ 300 bilhões em Treasuries de longo prazo nos próximos seis meses.
Paralelamente, decidiu ampliar seu orçamento para comprar US$ 750 bilhões adicionais em títulos com lastro em hipotecas - os chamados títulos podres - levando o total de aquisições este ano para US$ 1,25 trilhão.
Inflação
O CPI (Consumer Price Index), índice que mede a evolução dos preços ao consumidor, marcou um avanço um pouco acima daquele esperado no mês de fevereiro, de acordo com os dados publicados pelo Departamento de Trabalho.
Bolsas dos EUA em alta
O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em alta de 2,09% a 794 pontos, acumulando no ano forte baixa de 12,06%.
O Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, encerrou o pregão em valorização de 1,99% atingindo 1.491 pontos e caindo 5,44% no ano.
Por fim, o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, apresentou alta de 1,23% chegando a 7.487 pontos e acumulando no ano forte baixa de 14,70%.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Preço das opções em Wall Street indica mau momento das bolsas por mais dois anos
02/03/09 - 11h50
InfoMoney
De acordo com matéria publicada na Bloomberg nesta segunda-feira (2), os contratos para se proteger contra uma queda do índice Standard & Poor's 500 já custam US$ 15,1 mil na bolsa de Chicago - aumento bastante expressivo, se comparado aos US$ 6,8 mil de 2007.
O verdadeiro "pânico nos mercados", segundo o analista Peter Sorrentino, está associado à perda de esperança dos investidores, que amargam sinais negativos na renda variável. Na semana passada, o índice que reúne os principais papéis dos EUA caiu 4,5% e chegou ao menor patamar dos últimos 12 anos.
Volatilidade elevada
Segundo economistas, o grau de preocupação já é o mesmo quando o Bear Stearns e o Lehman Brothers entraram em colapso no ano passado.
Os preços refletem ainda o pouco número de bancos de investimento e hedge funds dispostos a vender opções, diminuindo a oferta no mercado. "Algumas pessoas querem comprar esses seguros a qualquer preço", o que favorece a disparada, sugere Sorrentino.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Humor em torno dos bancos melhora, trazendo ares positivos para a sessão
26/02/09 - 08h50
InfoMoney
Nos EUA, o setor financeiro aliviou as tensões acerca da ameaça de nacionalização após o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, afirmar que o governo pode até adquirir participação substancial no Citigroup e em outras instituições, porém não pretende realizar uma nacionalização em larga escala.
A agenda norte-americana também apresenta referências importantes durante o dia, com os dados do Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego, e do Durable Good Orders, que mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis, ambos programados para 10h30 (horário de Brasília). Às 12h00, é a vez da divulgação do New Home Sales, que traz as vendas de imóveis novos nos EUA.
Ajuda do governo
Assim como nos EUA, no Reino Unido as atenções também se voltam para a relação entre o sistema financeiro e o governo, através da extensão de garantias sobre os ativos dos bancos. A instituição mais cotada a participar do programa é o RBS (Royal Bank of Scotland Group), que planejaria colocar £ 325 bilhões em ativos no programa.
As notícias vêm depois do RBS anunciar prejuízo anual de £ 24,1 bilhões, citado como sendo o maior da história do Reino Unido. Contudo, as perdas ficaram abaixo da média das estimativas dosanalistas, de prejuízo de £ 25,9 bilhões. Apesar do banco aparecer no topo da lista, também há especulações sobre a participação do Lloyds Banking Group e do Barclays no programa.
Troca de CEO
Na Suíça, quem chama a atenção é o UBS, que nomeou o alemão Oswald Gruebel para a vaga de CEO no lugar de Marcel Rohner, que deixará o cargo imediatamente. Vale lembrar que Gruebel levou o Credit Suisse a reverter dois anos de prejuízos antes de se aposentar, em 2007.
No Brasil
Por aqui, a agenda traz dados de inflação e a Nota de Política Monetária do Banco Central. O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de fevereiro apontou inflação de 0,26%, taxa 0,70 ponto percentual acima da registrada no mês anterior. Porém, o índice mostrou inflação menor do que a esperada, de 0,40%.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam a sexta-feira com fortes ganhos, revertendo a tendência negativa de grande parte do dia, com os investidores apostando que o amplo declínio dos preços do petróleo impulsionará o gasto do consumidor.
O movimento animou as ações do varejo e contrabalançou a demissão de mais de meio milhão de pessoas no país em novembro.
O índice Dow Jones avançou 3,09 por cento, a 8.635 pontos. O Standard & Poor's 500 subiu 3,65 por cento, a 876 pontos. O Nasdaq saltou 4,41 por cento, a 1.509 pontos.
Na semana, o Dow caiu 2,2 por cento, o S&P declinou 2,3 por cento e o Nasdaq perdeu 1,7 por cento.
Os papéis do Wal-Mart subiram 5,6 por cento, sendo o destaque no Dow Jones. O índice varejista do S&P subiu 4,4 por cento. A Apple ajudou a levantar o Nasdaq, com suas ações subindo quase 3 por cento, para 94 dólares.
"Isto significa mais gastos para os consumidores, que estão começando a se sentir um pouco melhores pois não terão que gastar 100 dólares toda vez que forem encher o tanque de gasolina", afirmou Angel Mata, diretora gerente de operações da Stifel Nicolaus.
"Tudo isso está começando a se encaixar. É isto que está contando para esta alta e para esta valorização que tivémos nesta semana".
Um relatório do governo mostrou que os empregadores norte-americanos cortaram 533 mil vagas em novembro, o pior desempenho em 34 anos, enquanto que a taxa de desemprego subiu para 6,7 por cento, a maior desde 1993.
Fonte: UOL Economia

