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sexta-feira, 26 de março de 2010

Com o mercado em baixa, trader aponta operação de venda para o curto prazo


SÃO PAULO - Pressionado por uma LTB (Linha de Tendência de Baixa) de curtíssimo prazo vinda do topo em 70.500 pontos, oIbovespa encontrou na última sessão sua LTA (Linha de Tendência de Alta) de curtíssimo prazo, por onde passa a média móvel de 21 dias, importante suporte de curto prazo do índice.
Logo abaixo, nos 67.860 pontos, encontra-se a banda inferior do canal de congestão iniciado no começo deste mês, teste que deve ser acompanhado de perto pelos investidores.
Além deste ponto, o trader deve ficar atento ao suporte dos 10.700 pontos marcado no índice Dow Jones, que neste momento apresenta divergência de baixa pelo MACD Histograma e com o IFR (Índice de Força Relativa) de 14 períodos próximo de sua resistência histórica.
Pelos sinais gráficos apresentados, há expectativa de continuação do movimento de correção no mercado brasileiro, fato que sugere operações na ponta vendedora no curtíssimo prazo, com toda cautela em função da tendência de alta do Ibovespa no curto e longo prazo.



Operação em destaque
Com esta visão em mente, Leandro Santos, da Futura Investimentos, chama atenção para os papéis preferenciais classe A da Usiminas (USIM5). Segundo o trader, o martelo invertido (candle de reversão baixista) feito no teste da resistência em R$ 57,65 sugere uma operação de venda, sempre atento ao stop loss do trade.

Tendo em vista o comportamento do papel, neste momento em congestão, Santos recomenda entrada abaixo dos R$ 56,10, ou seja, no rompimento da LTA de curto prazo.
Realizada a entrada - com muito cautela, já que é contra a tendência principal do papel - o stop loss da operação concentra-se pouco acima da resistência da congestão e o objetivo da venda próximo do suporte do canal lateral, em R$ 54,30.




Fonte: Infomoney

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Wall Street cai 2,51% em semana de perdas

Nova York, 30 out (EFE).- A bolsa nova-iorquina perdeu hoje todo o avanço conseguido na quinta-feira e viu seu principal índice, o Dow Jones Industrial, fechar em queda de 249,85 (-2,51%), para 9.712,73.

A baixa do pregão desta sexta-feira se deve a um dia de dados econômicos desfavoráveis que levaram Wall Street a encerrar a semana com notáveis perdas.

O índice seletivo S&P 500 fechou em queda de 29,93 pontos (-2,81%), aos 1.036,18. O indicador composto da bolsa tecnológica Nasdaq perdeu 52,44 pontos (-2,5%), encerrando o dia em 2.045,11.

O setor industrial caiu 4,05% e foi o que mais sofreu perdas no pregão de hoje, seguido dos de matérias-primas e de energia, que fecharam em baixa de 3,8% cada.

Depois da euforia de ontem após o anúncio de que a economia americana cresceu 3,5% no último trimestre, o Dow Jones fecha a semana com perdas de 2,6%, mesma cifra de seu prejuízo no total de outubro.

O S&P 500 retrocedeu 4,02% na semana e 2,07% no mês, enquanto o Nasdaq caiu 5,07% na semana e 3,64% em outubro.

As companhias do ramo financeiro estiveram entre as que mais perderam hoje no Dow Jones, caso de Bank of America (-7,31%), JPMorgan Chase (5,82%), American Express (-4,39%) e Travelers (-4,08%).

O dia também não foi bom para Alcoa (-4,46%), General Electric (-4,1%), Caterpillar (-3,83%), Dupont (-3,49%), Home Depot (-3,16%) e Pfizer (2,96%).

O Departamento de Comércio divulgou hoje que os gastos dos consumidores americanos caíram 0,5% em setembro.

Além disso, o índice de confiança elaborado mensalmente pela Universidade de Michigan ficou em 70,6 pontos em outubro, menos que os 73,5 pontos do mês anterior.

Na semana que vem, mais dados relativos à atividade do setor manufatureiro e de serviços em outubro serão divulgados, assim como informações sobre a evolução do mercado de trabalho nesse mês.

Os investidores estarão também atentos à reunião do Comitê do Mercado Aberto do Federal Reserve (Fed, banco central americano), na quarta-feira, quando o órgão decide se mantém as atuais taxas de juros e divulga sua análise da economia americana.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Mercados consolidam recuperação com otimismo na Ásia e commodities

Por: Equipe InfoMoney
04/03/09 - 12h45
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois da leve alta registrada na última sessão, a bolsa brasileira finalmente esboça uma recuperação mais consistente nesta quarta-feira (4). Amparado pelas commodities e pelo clima mais favorável nos mercados internacionais, dado o relativo otimismo com a economia chinesa, o Ibovespa vai registrando forte valorização neste início de tarde.

Na China, foi informado que o nível de atividade do setor manufatureiro subiu em fevereiro. Além disso, também são esperadas novidades sobre o possível anúncio de um pacote de estímulo à economia, cujo valor pode chegar a US$ 585 bilhões, conforme destacou o ex-chefe do gabinete de estatística da China, Li Deshu.

Com as notícias vindas da economia asiática sendo interpretadas como uma possibilidade de recuperação da demanda, as commodities metálicas registram alta em Londres, com destaque para a forte escalada do níquel. O preço do petróleo, por sua vez, sobe 4% na capital inglesa, enquanto em Nova York a alta é de cerca de 8%.

Agenda
As notícias não são tão boas na Europa, onde caiu o nível de atividade do setor de serviços em fevereiro. Os piores resultados foram verificados em Alemanha, França, Itália e Espanha, algumas das economias mais poderosas do continente.

Os investidores também avaliam os dados econômicos dos Estados Unidos, onde o ADP Employment mostrou corte de 697 mil postos de trabalho no setor privado na passagem entre janeiro e fevereiro, enquanto o mercado esperava um corte em torno de 630 mil.

Além disso, os eventos da parte da tarde também chamam a atenção. São aguardados a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve e o discurso do primeiro-ministro britânico Gordon Brown no Congresso norte-americano.

Treasuries
Diante do clima favorável nas bolsas, o preço das notas do Tesouro dos EUA apresenta baixa, enquanto o rendimento dos títulos traça caminho inverso.

Petróleo
Já o preço do barril de petróleo é negociado com forte alta, na faixa dos US$ 45 em Nova York. A expectativa de recuperação da demanda trazida pelo noticiário chinês impulsiona as cotações.

Dólar e DI
A moeda norte-americana perde 0,54% frente ao real, cotada a R$ 2,403, e os juros futuros operam predominantemente em baixa na BM&F Bovespa, em linha com o clima mais ameno nos mercados.

Bolsa
Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, apresenta forte alta de 3,51% nesta tarde e atinge 37.746 pontos. O volume financeiro é de R$ 1,251 bilhão. 

O principal destaque positivo fica com as ações ordinárias da Vale (VALE3), que registram valorização de 6,57% e são cotadas a R$ 31,63. Com essa variação, a alta acumulada desde o início do ano chega a 14,23%.


Por outro lado, o pior desempenho fica com os papéis preferenciais da Duratex (DURA4), que são cotados a R$ 12,83 e apresentam forte baixa de 4,18%.

Fonte: Infomoney

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Humor em torno dos bancos melhora, trazendo ares positivos para a sessão

Por: Equipe InfoMoney
26/02/09 - 08h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Após um dia negativo, o humor nos mercados financeiros internacionais melhora nesta manhã, apoiado em ações dos governos contra a crise e na cena corporativa. Os futuros de Wall Street indicam abertura em alta, movimento também visto nas bolsas européias, depois de cinco sessões de baixa.

Nos EUA, o setor financeiro aliviou as tensões acerca da ameaça de nacionalização após o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, afirmar que o governo pode até adquirir participação substancial no Citigroup e em outras instituições, porém não pretende realizar uma nacionalização em larga escala.

A agenda norte-americana também apresenta referências importantes durante o dia, com os dados do Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego, e do Durable Good Orders, que mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis, ambos programados para 10h30 (horário de Brasília). Às 12h00, é a vez da divulgação do New Home Sales, que traz as vendas de imóveis novos nos EUA.

Ajuda do governo
Assim como nos EUA, no Reino Unido as atenções também se voltam para a relação entre o sistema financeiro e o governo, através da extensão de garantias sobre os ativos dos bancos. A instituição mais cotada a participar do programa é o RBS (Royal Bank of Scotland Group), que planejaria colocar £ 325 bilhões em ativos no programa.

As notícias vêm depois do RBS anunciar prejuízo anual de £ 24,1 bilhões, citado como sendo o maior da história do Reino Unido. Contudo, as perdas ficaram abaixo da média das estimativas dosanalistas, de prejuízo de £ 25,9 bilhões. Apesar do banco aparecer no topo da lista, também há especulações sobre a participação do Lloyds Banking Group e do Barclays no programa.

Troca de CEO
Na Suíça, quem chama a atenção é o UBS, que nomeou o alemão Oswald Gruebel para a vaga de CEO no lugar de Marcel Rohner, que deixará o cargo imediatamente. Vale lembrar que Gruebel levou o Credit Suisse a reverter dois anos de prejuízos antes de se aposentar, em 2007.

No Brasil
Por aqui, a agenda traz dados de inflação e a Nota de Política Monetária do Banco Central. O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de fevereiro apontou inflação de 0,26%, taxa 0,70 ponto percentual acima da registrada no mês anterior. Porém, o índice mostrou inflação menor do que a esperada, de 0,40%.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Futuros dos EUA em baixa, avaliando palavras de Obama sobre agravamento da crise

Por: Equipe InfoMoney
10/02/09 - 10h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta terça-feira (10), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em baixa das bolsas dos EUA. 

"Os problemas estão acelerando, ao invés de melhorarem". A afirmação é de Barack Obama, presidente dos EUA, e sintetiza o olhar da autoridade frente à recessão no país, ao passo que o elevado desemprego e as incertezas quanto ao resgate do combalido setor financeiro geram dúvidas sobre quando haverá recuperação do crescimento econômico norte-americano.

Em reflexo das expectativas negativas que rondam os bancos, os papéis do Bank of America operavam há instantes com desvalorização de 3%, assim como os do rival Citigroup, cuja desvalorização é mais modesta, de 1%. Na mesma esteira, só que preocupada com a baixa propensão ao consumo, a fabricante de aviões Boeing vê suas ações caírem 3,5%. Todos ativos são negociados em Frankfurt.

Por último, a agenda econômica ganha ênfase, através do indicador Whosale Inventories. A ser divulgado às 13h00, o índice é responsável por medir a variação mensal dos estoques atacadistas na maior economia do mundo. Analistas prevêem nova variação negativa no decorrer de dezembro último.

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 856,10 pontos, baixa de 11,28 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 858,61 pontos, desvalorização de 1,30% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.263,43 pontos, queda de 1,42% frente ao fechamento de segunda-feira (9). O contrato futuro negociava há instantes a 1.262,75 pontos, 18,22 pontos abaixo do valor justo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Como foi o pregão de Sexta-feira 06/02

Bolsas internacionais subiram ontem à espera de pacote de Obama
Valor Online
06/02/2009 07:50 
 
SÃO PAULO - As bolsas de Nova York reagiram positivamente ontem à possivel aprovação de um novo plano de resgate do setor bancário que vem sendo conduzido pelo governo americano. Papéis de banco e de empresas de tecnologia lideraram o movimento.
O Dow Jones fechou aos 8.063 pontos, com valorização de 1,34%. O Standard & Poor´s 500 avançou 1,64%, para 845 pontos. O Nasdaq encerrou com 1.546 pontos, em alta de 2,06%.

Além das expectativas em relação ao pacote, os agentes também monitoraram alguns balanços positivos. Foi o caso da Mastercard, cujo lucro foi melhor do que o esperado. As ações subiram 19,69%.

Também correram rumores de que bancos importantes como Goldman Sachs e Morgan Stanley já estariam em condições de pagar ao governo as injeções de recursos feitas após o agravamento da crise. Os papéis subiram 5,55% e 5,36%, respectivamente.

Entre outros destaques, as ações da Cisco, que divulgou balanço ontem à noite, subiram 3,22%, e as da Wal-Mart ganharam 4,61%, puxadas por vendas melhores em janeiro.

Já as ações europeias encerraram o pregão em baixa, puxadas pelas financeiras, notavelmente a resseguradora Swiss Re. Os mercados praticamente ignoraram as esperadas decisões do Banco da Inglaterra - corte da taxa básica de juro em 0,50 ponto percentual para o nível recorde de baixa de 1,0% -, e do Banco Central Europeu (BCE), taxa de juro inalterada em 2%.

O índice FTSEurofirst 300, que acompanha as principais ações do continente, fechou em queda de 0,11%, a 810 pontos, bem acima da mínima do dia, depois de uma forte aceleração das bolsas dos Estados Unidos.

Em Londres, o índice Financial Times fechou com leve alta de 0,01%, aos 4.228 pontos. Em Frankfurt, avanço de 0,39%, para 4.510 pontos. Em Paris, queda de 0,09%, para 3.066 pontos. Em Milão, elevação de 0,15%, a 14.370 pontos. Em Madri, baixa de 0,65%, para 8.440 pontos. Em Lisboa, queda de 1,06%, para 6350 pontos.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Bovespa sobe mais de 3,5% e bate os 41 mil pontos

Valor Online
04/02/2009 13:14 

 
SÃO PAULO - Os investidores mantêm o tom positivo da terça-feira e levam a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) para cima dos 41 mil pontos. Por volta das 13 horas, o Ibovespa registrava valorização de 3,52%, aos 41.146 pontos, com giro financeiro em R$ 1,69 bilhão.
O bom humor externo contribui para as compras. Em Wall Street, o dia começou com alta 0,58% para o Dow Jones e de 1,19% para o Nasdaq.

O destaque está com os dados de emprego da ADP. Segundo a empresa que processa folhas de pagamento, o setor privado norte-americano perdeu 522 mil empregos em janeiro, contra previsão de 515 mil a 525 mil.

De acordo com o Banco Fator, o impacto dos números da ADP sobre o estado de ânimo é positivo, mas reafirma a monumental tarefa do governo dos EUA na direção de abreviar a corrosão do mercado de trabalho.

Para a consultoria UpTrend, o dado apresenta uma melhora relativa no mercado de trabalho dos EUA, pois reverte a premissa de perdas constantes e crescentes de emprego, o que ocorre desde o início do ano passado.

Na avaliação da UpTrend, a estabilidade de indicadores econômicos em patamares negativos é a melhor notícia no curto prazo, pois nenhuma melhora significativa deve ocorrer antes do primeiro, ou mesmo segundo trimestre de 2009.

O relatório da ADP é tido como uma prévia dos dados oficiais do Departamento de Trabalho, que serão apresentados na sexta-feira. A previsão aponta para perda de 500 mil postos de trabalho.

De volta ao mercado interno, as ações da Vale seguem operando com destaque. O papel PNA subia 6,86%, a R$ 31,00, e o ON aumentava 5,66%, a R$ 35,83. Entre as siderúrgicas, Gerdau PN ganhava 5,70%, a R$ 16,48, e CNS ON tinha alta de 3,71%, a R$ 37,69. Tanto as mineradoras quanto as siderúrgicas ganham valor em meio a rumores e relatórios sugerindo retomada na demanda na China.

Com o segundo maior volume do dia, Petrobras PN tinha acréscimo de 3,16%, negociada a R$ 26,39. O barril de petróleo sobe pelo segundo dia seguido retomando os US$ 41 o barril de WTI.

O destaque de alta pelo segundo dia segue com as construtoras. Cyrela ON ganhava 9,13%, para R$ 11,35, e Gafisa ON subia 6,96%, a R$ 14,12.

Na ponta vendedora, Celesc PNB caía 3,20%, a R$ 32,67, B2W Varejo perdia 2,85%, a R$ 22,79, e Klabin PN recuava 2,07%, para R$ 3,30.

O papel ON da operadora TIM se desvalorizava 1,80%, a R$ 6,53. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendeu a determinação que obrigava que da Telco, holding que controla a Telecom Italia SpA, a fazer uma oferta pública de aquisição pelos minoritários da TIM Part. O colegiado deu mais tempo para a empresa italiana apresentar recurso contestando o parecer da área técnica da autarquia.

Fora do índice, atenção para as ações da Telebrás. O papel ON ganhava 13,88%, a R$ 0,41, e o PN subia 9,09%, a R$ 0,36. O Conselho de Administração da companhia aprovou o aumento de capital de R$ 200 milhões mediante a capitalização de créditos da União.

No câmbio, a menor aversão ao risco e as commodities em alta aqui e lá fora puxam o dólar para baixo dos R$ 2,30, importante ponto de resistência. Há pouco, o dólar comercial era negociado a R$ 2,289 na venda, queda de 1,37%.

(Eduardo Campos | Valor Online)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Fechamento de sexta-feira 23/01/09

O índice passou a maior parte do dia no campo negativo, a tarde iniciou um movimento de alta seguindo Wall Street e o preço do barril de petróleo que chegou a quase 10% de alta no meio da tarde de hoje.
Hoje a noite a diretoria da Petrobrás divulga planos de investimentos para a empresa no período de 2009 a 2012, a expectativa é bem grande.






quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Gráficos do dia 22/01/09

Indicadores futuros no vermelho sem grandes perspectivas de ganho.



Nos USA o dia também foi negativo, com uma leve alta no fim do dia com especulações a respeito do programa de Obama ...


Dia tenso e de notícias ruíns fez a Bovespa cair forte ...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

BOLSAS: Ásia em baixa após confirmação de recessão nos EUA

As bolsas da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira, afetadas pela confirmação de que a economia dos Estados Unidos está em recessão desde 2007. A notícia, somada a publicação de indicadores econômicos abaixo do esperado e a atuação emergencial dos bancos centrais do Japão e da Austrália - para estimular as economias locais, deterioraram o ânimo dos investidores e incentivaram a venda de ações nos pregões.

O Escritório Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA (NBER, sigla em inglês) informou ontem que a economia norte-americana está em recessão há doze meses. A evidência de uma retração se fez sentir durante meses: produção reduzida, salários estagnados e centenas de milhares de demissões. A confirmação derrubou os mercados na Europa e em Wall Street.

Na Ásia, o cenário não poderia ser diferente. Entre os principais índices da região, o Nikkei 225 de Tóquio teve forte baixa de 6,35%, para 7.863,69 pontos, também influenciado negativamente pela desvalorização do dólar ante o iene. A divisa norte-americana encerrou o dia cotada a 93,17 ienes, contra 95,24 ienes da última sessão.

O setor exportador nipônico liderou as perdas no pregão. As ações daItochu, por exemplo, despencaram 12,21%. Grandes companhias que exportam para os EUA, como CanonSony e Honda perderam 6,22%, 4,63% e 6,86%, respectivamente. Já os papéis da Toyota caíram 3,57%, afetados também pelo anúncio de que a empresa reduzirá em 10% o pagamento de bônus para aproximadamente 5.000 diretores.

Ainda hoje, o Banco do Japão (BoJ, central) optou por manter inalterada a taxa básica de juros, atualmente fixada em 0,30% ao ano, após o término de uma reunião extraordinária. A autoridade monetária decidiu também aceitar, como garantia dos empréstimos que concede aos bancos comerciais, obrigações do setor privado de qualidade média.

Na Coréia do Sul, o índice Kospi de Seul recuou 3,34%, para 1.023,20 pontos. A revisão para baixo do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que avançou 0,5% entre julho e setembro deste ano, em relação ao trimestre anterior, deteriorou as perspectivas para o futuro da economia local. Além disso, as cinco maiores fabricantes de veículos sul-coreanas também reportaram quedas nas vendas de novembro, afetadas principalmente pelo recuo da demanda doméstica.

Em Hong Kong, o indicador referencial Hang Seng caiu 4,98%, para 13.405,85 pontos. Na China, o índice Xangai Composto teve ligeira perda de 0,26%, para 1.889,63 pontos. Já em Sydney, o All Ordinaries perdeu 4,02%, para 3.473,40 pontos, mesmo com a atuação da autoridade monetária local para estimular a economia do país.

Banco Central da Austrália reduziu hoje a taxa básica de juros em 1%, para 4,25% ao ano. É o menor nível do juro australiano em seis anos. Além disso, a decisão também representa a maior série de cortes na taxa básica realizada no país desde a recessão em 1991.

No mercado de commodities, os preços do petróleo atingiram durante a madrugada os US$ 47,58 por barril, registrando o menor valor desde 20 de maio de 2005. Há instantes, o barril era negociado a US$ 48,00 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês), alcançando uma queda de 2,60%. Desde 11 de julho de 2008, quando atingiu o recorde de US$ 147,27 por barril, os preços da commodity já recuaram 67%.

Fonte: (Marcel Salim - InvestNews)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Medidas anticrise na China e Europa sustentam otimismo

SÃO PAULO (Reuters) - Esperançosos com as iniciativas de governos de China e Europa para enfrentar a desaceleração global, os investidores dos mercados de ações seguiram na ponta compradora, fechando os olhos a uma bateria de dados desanimadores da economia dos Estados Unidos.

Com isso, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo disparou 4,76 por cento, para 36.469 pontos. Em três sessões consecutivas de otimismo, o Ibovespa acumulou ganho de 16,7 por cento.

O movimento foi lastreado por um giro financeiro de 4,5 bilhões de reais na sessão, um dos maiores do mês.

Atividade manufatureira, renda e gastos dos consumidores em níveis recorde de baixa nos Estados Unidos não foram suficientes para tirar o ímpeto comprador do mercado, mesmo sendo véspera do feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças, que fecha as bolsas de Wall Street na quinta-feira.

"O investidor parece que preferiu olhar para a frente, otimista com o pacote econômica da Europa e o corte de juro na China", disse Rodrigo Bresser Pereira, diretor da Bresser Gestão de Recursos.

A China promoveu nesta quarta-feira o maior corte de juro dos últimos 11 anos, enquanto a União Européia delineou um plano de estímulo no valor de 200 bilhões de euros, à medida que bancos centrais e governos tentam tirar o mundo da desaceleração.

Essas notícias também deram suporte à recuperação dos preços de commodities e dos papéis de instituições financeiras, movimento integralmente refletido na Bovespa. Banco do Brasil liderou o seu setor, saltando 9,4 por cento, para 14,09 reais.

Na trilha da disparada de mais de 6 por cento na cotação do barril de petróleo, Petrobras cresceu 6 por cento, para 20,52 reais. Dentre as companhias ligadas a metais Gerdau foi a grande estrela, crescendo 12,3 por cento, valendo 14,48 reais.

Rumores de consolidação envolvendo companhias domésticas ajudaram a abrilhantar a sessão. A principal delas foi TIM Participações, com um salto de 18,4 por cento, a 7 reais, depois de o jornal italiano "Il Sole 24 Ore" veicular que a Telecom Itália está negociando a venda das operações no Brasil para a espanhola Telefónica, dona da Vivo.

Outro rumor envolvendo a possível venda da Sadia para a Nestlé, alavancou as ações da companhia brasileira, movimento que perdeu força depois que esta negou os boatos. No final, a ação subiu apenas 0,3 por cento, a 3,36 reais.

(Edição de vanessa Stelzer)

Fonte: Reuters Brasil

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Petróleo e resgate estatal ao Citigroup sustentam alta nos futuros dos EUA

Por: Equipe InfoMoney
24/11/08 - 10h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta segunda-feira (24), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA.

Diante das perdas correlacionadas com a crise de crédito, o governo norte-americano resgatará o Citigroup, através de duas medidas: segurança pelo FIDC (Federal Deposit Insurance Corporation) de aproximadamente US$ 306 bilhões para que o banco financie seus ativos podres no mercado e injeção de US$ 20 bilhões pelo Tesouro por meio do TARP (Troubled Assets Relief Program).

Como resposta à liquidez iminente, seus papéis disparam 30% em Frankfurt e propagam otimismo em todo o setor financeiro, explicitado pelas altas das ações de JPMorgan (2%), Bank of America (9%) e Merril Lynch (3%) no pré-market norte-americano.

Também contribuindo para a alta nos mercados futuros dos EUA, os ativos petrolíferos sobem, o que se explica pela variação positiva de 3,6% na cotação do barril do óleo bruto em Londres. Dentre as valorizações, destaque para as ações de Chevron (2,5%), ConocoPhillips (4%) e Exxon Mobil (5%).

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 814,40 pontos, alta de 15,57 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 815,60 pontos, valorização de 1,95% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.112,09 pontos, alta de 2,44% frente ao fechamento de sexta-feira. O contrato futuro negociava há instantes a 1.112,25 pontos, 26,52 pontos acima do valor justo.

Confira o último fechamento
No pregão de sexta-feira, o índice Dow Jones fechou em forte valorização de 6,54%, atingindo 8.046 pontos. Já o S&P 500 subiu 6,32%, enquanto o índice Nasdaq Composite disparou 5,18%.

Fonte: Infomoney