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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Acordo entre Casa Branca e Senado sobre pacote garante alta de Wall Street

Por: Equipe InfoMoney
11/02/09 - 19h44
InfoMoney

SÃO PAULO - As principais bolsas norte-americanas viveram uma quarta-feira (11) dominada pela volatilidade e, ao final, os sinais positivos acabaram prevalecendo. O acordo entre o Senado e a Casa Branca a respeito do pacote de estímulos econômicos, avaliado em US$ 790 bilhões, elevou os índices a instantes do fechamento.

A administração Barack Obama trabalhou no Congresso com o objetivo de consolidar o plano que passou pela Câmara com o aprovado na véspera pelo Senado. Ao final do dia, o líder democrata Harry Reid comunicou o acordo. A expectativa é que o plano final esteja nas mãos de Obama para assinatura oficial nos próximos dias.

Bancos sustentam ganhos
Também esteve em pauta o testemunho dos CEOs (Chief Executive Officers) dos maiores bancos em Washington sobre como despenderão as parcelas adicionais do Tarp (Troubled Asset Relief Program). Os executivos destacaram o êxito dos fundos do programa em facilitar a concessão de empréstimos.

As ações de Citigroup (+10,15%) e Bank of America (+9,17%) e JPMorgan Chase (+5,97%) subiram forte. Na sessão anterior, Wall Street reagiu mal aos detalhes do plano de resgate aos bancos em dificuldades financeiras, anunciados pelo secretário do Tesouro, Tim Geithner.

Bolsas dos EUA em alta
O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em alta de 0,80% a 834 pontos, acumulando no ano forte baixa de 7,70%.

O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, encerrou o pregão em valorização de 0,64% atingindo 7.940 pontos e caindo 9,54% no ano.

Por fim, o Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, apresentou alta de 0,38% chegando a 1.531 pontos e acumulando no ano baixa de 2,95%.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Futuros dos EUA em baixa, avaliando palavras de Obama sobre agravamento da crise

Por: Equipe InfoMoney
10/02/09 - 10h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta terça-feira (10), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em baixa das bolsas dos EUA. 

"Os problemas estão acelerando, ao invés de melhorarem". A afirmação é de Barack Obama, presidente dos EUA, e sintetiza o olhar da autoridade frente à recessão no país, ao passo que o elevado desemprego e as incertezas quanto ao resgate do combalido setor financeiro geram dúvidas sobre quando haverá recuperação do crescimento econômico norte-americano.

Em reflexo das expectativas negativas que rondam os bancos, os papéis do Bank of America operavam há instantes com desvalorização de 3%, assim como os do rival Citigroup, cuja desvalorização é mais modesta, de 1%. Na mesma esteira, só que preocupada com a baixa propensão ao consumo, a fabricante de aviões Boeing vê suas ações caírem 3,5%. Todos ativos são negociados em Frankfurt.

Por último, a agenda econômica ganha ênfase, através do indicador Whosale Inventories. A ser divulgado às 13h00, o índice é responsável por medir a variação mensal dos estoques atacadistas na maior economia do mundo. Analistas prevêem nova variação negativa no decorrer de dezembro último.

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 856,10 pontos, baixa de 11,28 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 858,61 pontos, desvalorização de 1,30% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.263,43 pontos, queda de 1,42% frente ao fechamento de segunda-feira (9). O contrato futuro negociava há instantes a 1.262,75 pontos, 18,22 pontos abaixo do valor justo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Tesouro dos EUA adia anúncio de plano de resgate do setor financeiro

Valor Online
09/02/2009 08:17 
 
SÃO PAULO - A administração do presidente americano Barack Obama acentuou a pressão sobre os legisladores americanos para conseguir a aprovação do pacote de estímulo econômico o quanto antes.
O conselheiro econômico de Obama, Lawrence Summers, disse ontem em programa da Fox News que o presidente dos EUA e sua equipe estão se concentrando em completar o pacote de incentivo à economia, em debate no Senado. "A vontade agora é manter o foco no programa de recuperação da economia", ressaltou.

Por isso, o plano de resgate financeiro marcado para ser apresentado nesta segunda-feira não deve ser anunciado até terça-feira, conforme nota do Tesouro americano divulgada no domingo.

Na semana passada, o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, tinha avisado detalhar hoje uma nova proposta de socorro do setor financeiro e que possivelmente envolveria a criação de um banco que compraria os ativos ilíquidos de instituições financeiras.

Além disso, o Tesouro planeja garantir títulos hipotecários, fazer novas injeções de capital em instituições financeiras e ajudar proprietários de casas em dificuldade bem como ampliar o programa de crédito ao consumidor.

"Com maciças perdas de empregos e projeções econômicas fracas, estamos focados em trabalhar com o Congresso para aprovar o projeto de recuperação da economia", destacou um porta-voz do Tesouro americano. "Os integrantes da área econômica irão trabalhar com os senadores ao longo do dia", acrescentou.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Acontece hoje no mercado, quinta-feira 29/01/09

Agenda do dia
BRL: 08:00 FGV IGP-M
BRL: 08:30 COPOM divulga ata da última reunião
USA: 11:30 Pedidos de bens duráveis
USA: 11:30 Bens duráveis exceto transporte
USA: 11:30 Seguro-Desemprego
USA: 15:00 FED/Chicago divulga atividade industrial

Acontece Hoje
• Wall Street - A agenda de balanços tem como destaques: FORD Motors, Amazon.com, 3M, Colgate-Palmolive, Eastman Kodak, International Paper e Eli Lilly

O que aconteceu no pregão de 28/01
Pelo quarto pregão consecutivo a Bolsa paulista encerrou em alta, escorada em ações da Petrobrás, Vale, bancos e construção civil. Este avanço refletiu o otimismo dos investidores quanto a medida do governo do recém eleito Barack Obama, de que o Tesouro americano poderia criar uma instituição financeira para absorver todos os ativos podres do setor financeiro, chamado de “bad bank”, o que puxou fortemente as ações de bancos americanos. 

A decisão do FED em manter as taxas de juros entre 0% e 0,25% não trouxe novidade. O IBovespa fechou em expressiva alta de +3,95% e voltou aos patamares de 40.000 pontos, encerrando o pregão aos 40.227,45 pontos.
A Petrobrás mais uma vez figurou com um dos destaques do dia, operando grande parte do dia na contra mão do petróleo. As ações preferenciais subiram + 5,44%, enquanto as ordinárias subiram + 7,41%, na esteira do anúncio feito pela PEMEX (Petróleos Mexicanos) de que conseguiu captar US$ 2 bilhões no mercado internacional, mostrando que existe apetite para este tipo de risco no mercado, o que pode favorecer a Petrobrás, que terá que
captar recursos, seja para investimentos ou para alongar os prazos de suas dívidas. O barril do petróleo avançou +1,39% na Nymex, cotado em US$ 42,16.

Em sintonia com os anúncios sobre a expectativa do mercado em relação ao reajuste do preço do minério de ferro, as ações da Vale PNA avançaram +5,16% e Vale ON +5,70%. O reajuste com a Ásia poderá vir próximo de -10%, situação bem melhor que os -40% esperados anteriormente. Basicamente em virtude da baixa dos estoques na Ásia.

O setor de construção civil vigorou entre as maiores altas do dia, na expectativa de que o governo brasileiro anuncie o pacote de habitação, para fortalecer e estimular o setor. Uma das medidas poderia ser o corte de impostos. Com isso as ações da Gafisa ON subiram +13,52%, Cyrela ON +10,79% e Rossi Residencial ON +7,71%.

A Cosan ON também situou entre as maiores altas, com avanço de +9,81%, o que, segundo fontes, se deve ao fato de que as usinas vão pedir ajuda de R$ 6 bilhões ao BNDES para revitalizar o setor.
As boas expectativas do dia atraíram investidores estrangeiros para a Bolsa paulista, o que provocou um aumento no giro financeiro, que fechou o dia em R$ 4,812 bilhões, sendo R$ 4,354 bilhões no mercado à vista e R$ 366,711 milhões em opções.

Fonte: Agência Estado e Bloomberg

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Aprovado 244-188 plano de $ 825 bilhões nos USA

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009 as 21:30h
Obama tem sua primeira vitória no congresso americano, com algumas alterações na versão oficial do plano o congresso aprovou plano de recuperação da economia americana, isso era esperado por todos no mercado de capitais, empresas e pessoas em geral que dependem do bom estado da economia para manter seus empregos.

Materia completa na Reuters

Esperança com votação de megapacote nos EUA dá otimismo aos mercados

Por: Equipe InfoMoney
28/01/09 - 09h00
InfoMoney

SÃO PAULO - A esperança em torno do megapacote de US$ 825 bilhões proposto pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para estimular a economia mexe positivamente com os mercados nesta quarta-feira (28). Ásia, Europa e Wall Street exibem variações positivas em seus índices de ações.

Nesta sessão, a Câmara dos Representantes se prepara para votar o plano, atendendo aos pedidos de urgência do democrata, que enfrentará seu primeiro teste. Além disso, especula-se que Obama irá revelar mais detalhes a respeito do chamado "Bad Bank" - instituição que absorveria os ativos tóxicos dos bancos.

O ânimo dos investidores encontra eco também no plano corporativo. O Yahoo! anunciou resultados operacionais que superaram as expectativas. Apesar do prejuízo atingir US$ 303 milhões no último trimestre do ano passado, a companhia destacou que suas receitas totalizaram US$ 1,8 bilhão no período.

Agenda
O destaque da agenda é o segundo dia da reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), que define sua política monetária para as próximas semanas, sendo que o juro básico nos EUA já está no patamar de 0% a 0,25% ao ano.

Ainda nos EUA, o Departamento de Energia divulga o nível dos estoques de petróleo na última semana, indicador de crescente importância dada a forte deterioração sofrida pelos preços do óleo bruto.

Além disso, enquanto a temporada de divulgação de resultados não começa por aqui, algumas empresas estrangeiras já adiantam seus dados referentes ao quarto trimestre de 2008. Nesta sessão, o BBVA, a LG e a Wells Fargo reportam os números do período.

No Brasil
Às 10h30, o Banco Central anuncia a Nota de Política Fiscal do mês de dezembro, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.

Fonte: Infomoney