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segunda-feira, 2 de março de 2009

Índice de ações europeu mergulha 5% e beira mínima histórica

segunda-feira, 2 de março de 2009 15:11 BRT

Por Atul Prakash

LONDRES (Reuters) - As bolsas de valores da Europa encerraram a segunda-feira em forte queda, afetadas pelas ações de bancos após a seguradora norte-americana AIG divulgar prejuízo trimestral recorde e o HSBC anunciar a maior emissão da história britânica.

O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais praças da região, fechou em baixa de 5,16 por cento, a 682 pontos --menor patamar em seis anos e perto da marca mais baixa da história, segundo dados preliminares.

O indicador já acumula queda de 14 por cento no ano, após ter despencado 45 por cento em 2008.

Os papéis do Standard Chartered Bank declinaram 11,6 por cento, os do Lloyds caíram 15,3 por cento e os do HSBC tiveram baixa de 18,8 por cento. O banco lançou uma emissão de 12,5 bilhões de libras após ver seu lucro anual cair.

"As condições do mercado estão extremamente difíceis", disse Philippe Gijsels, estrategista sênior do Fortis Bank.

Outro destaque de queda veio do setor de energia, após os preços do petróleo recuarem. BP, Royal Dutch Shell, BG Group, Tullow Oil, Repsol, Total e StatoilHydro perderam entre 3,6 e 5,8 por cento.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em baixa de 5,33 por cento, a 3.625 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX declinou 3,48 por cento, para 3.710 pontos.  Continuação...

Fonte: Reuters Brasil

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Commodities voltam a pesar sobre a bolsa, que cai 1,02% e fecha semana no vermelho
Por: Equipe InfoMoney19/12/08 - 18h39InfoMoney

SÃO PAULO - Mesmo com os índices acionários dos Estados Unidos ganhando certo fôlego com o resgate anunciado pelo governo às montadoras de Detroit, a bolsa brasileira mais uma vez sofreu com a desvalorização das commodities no mercado internacional e voltou a trilhar uma semana de saldo negativo.Apesar da incerteza adicionada pelo vencimento de derivativos nos EUA e Europa e do peso de projeções modestas para o setor financeiro norte-americano, os US$ 17,4 bilhões destinados a GM e Chrysler dominaram as manchetes ao redor do mundo. A ajuda que demorou a chegar rendeu forte alta às ações do setor, mesmo com as companhias se comprometendo a passar por uma reestruturação.Até pela ansiedade que os mercados esperavam por esta notícia, as demais referências da sexta-feira (19) ficaram em segundo plano. Deutsche Bank, Goldman Sachs, Morgan Stanley e UBS são alguns dos bancos cujos ratings ou perspectivas foram cortados pela Standard & Poor's. De acordo com a agência de classificação de risco, os bancos ainda estão a mercê de muitas baixas contábeis. Também foi dia de quadruple witching nos EUA, significando vencimento simultâneo para quatro tipos de ativos: futuros de índices, futuros de ações, opções sobre índices e opções sobre ações. O petróleo foi destaque à parte. Voltou a operar em forte queda em Nova York e chegou a ser negociado na margem de US$ 32 por barril. A resposta das ações da Petrobras ajudou a pressionar o Ibovespa, assim como as perdas da Vale frente ao desempenho dos metais básicos. A estatal petrolífera ainda anunciou redução de 1,5% em sua produção média no mês de novembro e seu Conselho não concluiu a revisão do plano de negócios. Por aqui, a exceção às perdas foi o setor imobiliário, destaque positivo da sexta-feira.Dólar sobeEmbora tenha reduzido os ganhos do início da sessão, o dólar comercial fechou com alta de 0,17%, cotado a R$ 2,3630.O Banco Central voltou a intervir. Além de leilão de dólares no mercado à vista, foram ofertados 12.000 contratos de swap cambial, mas apenas metade foi absorvida pelo mercado.Ibovespa resiste aos ganhosNovamente pressionado pelo cenário de desvalorização dos contratos futuros de matérias-primas, o Ibovespa fechou a sexta-feira com queda de 1,02%, cotado a 39.131 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 2,9 bilhões. Com esta pontuação, o índice acumulou baixa de 0,61% na semana.O destaque negativo do dia ficou por conta das ações preferenciais da TIM Participações, que lideraram as perdas do índice também no acumulado da semana, com desvalorização de 23,5%. Na contramão, os papéis da Light ignoraram a tendência declinante do índice e encabeçaram as altas do dia.As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Petróleo barato impulsiona varejo e ações em Wall Street



Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam a sexta-feira com fortes ganhos, revertendo a tendência negativa de grande parte do dia, com os investidores apostando que o amplo declínio dos preços do petróleo impulsionará o gasto do consumidor.

O movimento animou as ações do varejo e contrabalançou a demissão de mais de meio milhão de pessoas no país em novembro.

O índice Dow Jones avançou 3,09 por cento, a 8.635 pontos. O Standard & Poor's 500 subiu 3,65 por cento, a 876 pontos. O Nasdaq saltou 4,41 por cento, a 1.509 pontos.

Na semana, o Dow caiu 2,2 por cento, o S&P declinou 2,3 por cento e o Nasdaq perdeu 1,7 por cento.

Os papéis do Wal-Mart subiram 5,6 por cento, sendo o destaque no Dow Jones. O índice varejista do S&P subiu 4,4 por cento. A Apple ajudou a levantar o Nasdaq, com suas ações subindo quase 3 por cento, para 94 dólares.

"Isto significa mais gastos para os consumidores, que estão começando a se sentir um pouco melhores pois não terão que gastar 100 dólares toda vez que forem encher o tanque de gasolina", afirmou Angel Mata, diretora gerente de operações da Stifel Nicolaus.

"Tudo isso está começando a se encaixar. É isto que está contando para esta alta e para esta valorização que tivémos nesta semana".

Um relatório do governo mostrou que os empregadores norte-americanos cortaram 533 mil vagas em novembro, o pior desempenho em 34 anos, enquanto que a taxa de desemprego subiu para 6,7 por cento, a maior desde 1993.

Fonte: UOL Economia

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Quinta-feira, 04 de dezembro de 2008, 18h40

Bovespa fecha em baixa de 0,48% com NY e Petrobras




CLAUDIA VIOLANTE

Em mais um pregão de muita volatilidade, a Bovespa terminou com ligeira baixa. O sinal virou no finalzinho, depois de o azul ter predominado na maior parte do pregão. A piora dos índices acionários norte-americanos a pouco mais de uma hora do fechamento levou as ações da Petrobras e da Vale a ampliar as perdas.

O Ibovespa, principal índice acionário doméstico, fechou na mínima pontuação do dia, aos 35.127,77 pontos, em baixa de 0,48%. Na máxima, atingiu 35.944 pontos (+1,83%). No mês, acumula perdas de 4,01% e, no ano, de 45,01%. O giro foi o menor do mês ao somar R$ 2,626 bilhões. Os dados são preliminares.

Em Wall Street, as bolsas operaram predominantemente em queda hoje. Às 18h20 (de Brasília), o Dow Jones caía 2,91%, o S&P, 3,39% e o Nasdaq, 3,29%. As montadoras pressionavam para baixo, com a notícia, do The Wall Street Journal, de que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deve rejeitar os pedidos para fazer empréstimos diretamente a estas empresas, deixando a questão nas mãos do Congresso e do governo Bush. Os executivos das montadoras pediram novamente hoje aos parlamentares uma ajuda financeira. 

Os investidores também trabalharam na defensiva ao relatório do mercado de trabalho de novembro, a ser conhecido amanhã. As estimativas não são nada boas: -350 mil vagas, dando ainda mais peso aos indicadores que mostram fragilidade na maior economia do planeta. Para agravar os piores presságios, várias empresas vêm anunciando cortes de vagas. Só hoje foram Dupont (2,5 mil, além de 4 mil terceirizados), AT&T (12 mil) e Credit Suisse (5,3 mil internos e 1,2 mil terceirizados). 

Para compensar, o dado de pedidos de auxílio-desemprego veio melhor do que o esperado: mostrou queda de 21 mil na semana passada, ante previsão de alta de 11 mil pedidos. Já as encomendas à indústria também foram ruins (-5,1% em outubro, o maior declínio em oito anos) e alguns varejistas apresentaram números fracos. 

No Brasil, com os últimos indicadores sinalizando enfraquecimento da atividade - hoje saíram dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores e da Confederação Nacional da Indústria -, os analistas já começam a pressionar por um corte na taxa de juros, mas não acreditam que isso vai acontecer na próxima semana. Assim, ele seria empurrado para 2009, quando acredita-se que o PIB brasileiro vai sentir, no primeiro trimestre, os efeitos mais fortes da crise financeira. 

As principais ações domésticas fecharam nas mínimas, num dia de noticiário forte em relação a elas. Petrobras ON recuou 4,60% e PN, 3,68%. A estatal anunciou hoje a captação de um total de US$ 700 milhões no exterior de novembro até hoje, além de outros US$ 200 milhões com o Bradesco em 3 de dezembro. 

Vale ON perdeu 3,14% e PNA, 2,23%. Por causa das condições atuais do mercado global de níquel, a empresa vai paralisar por tempo indeterminado a mina de Copper Cliff South (CC South), localizada em Sudbury, província de Ontário, Canadá, a partir de janeiro de 2009 e postergar investimentos na região. O presidente da Vale, Roger Agnelli, disse que não descarta novas demissões no curto prazo - ontem a mineradora informou que já demitiu 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior.

Publicado em: 04 de dezembro de 2008, 18h40

Fonte: AE Investimentos

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Para Bernanke, política dos EUA precisa atuar com vigor

01 de Dezembro de 2008 | 17:33
Ele afirmou que mais cortes nas taxas de juro, do atual patamar de 1 por cento, são "certamente factíveis", mas sugeriu que o Fed também usa outras medidas não convencionais para ajudar no crescimento.

"Apesar de a política convencional de taxa de juro estar limitada ao fato de as taxas nominais não poderem cair abaixo de zero, a segunda ferramenta do Federal Reserve --a provisão de liquidez-- continua efetiva", acrescentou.

Bernanke afirmou que o Fed pode adquirir diretamente títulos de longo prazo do Tesouro de forma a influenciar os retornos e estimular a demanda.

"Além disso, o Federal Reserve pode dar suporte à liquidez não somente para instituições financeiras mas também diretamente nos mercados financeiros, assim como fizemos recentemente com o mercado de commercial paper."

A expectativa é de que o Fed corte a taxa de juro em 0,50 ponto percentual na próxima reunião, marcada para 15 e 16 de dezembro, e adote outras medidas para impulsionar a liquidez dos mercados financeiros e limitar a fraqueza econômica.

"A duração da turbulência financeira é díficil de julgar, e então a incerteza ao redor das perspectivas econômicas é notávelmente grande. Mesmo que o funcionamento dos mercados financeiros continue melhorando, as condições econômicas irão provavelmente continuar fracas por um tempo", avaliou.

Fonte: Portal Exame

Para Bernanke, política dos EUA precisa atuar com vigor

01 de Dezembro de 2008 | 17:33
Ele afirmou que mais cortes nas taxas de juro, do atual patamar de 1 por cento, são "certamente factíveis", mas sugeriu que o Fed também usa outras medidas não convencionais para ajudar no crescimento.

"Apesar de a política convencional de taxa de juro estar limitada ao fato de as taxas nominais não poderem cair abaixo de zero, a segunda ferramenta do Federal Reserve --a provisão de liquidez-- continua efetiva", acrescentou.

Bernanke afirmou que o Fed pode adquirir diretamente títulos de longo prazo do Tesouro de forma a influenciar os retornos e estimular a demanda.

"Além disso, o Federal Reserve pode dar suporte à liquidez não somente para instituições financeiras mas também diretamente nos mercados financeiros, assim como fizemos recentemente com o mercado de commercial paper."

A expectativa é de que o Fed corte a taxa de juro em 0,50 ponto percentual na próxima reunião, marcada para 15 e 16 de dezembro, e adote outras medidas para impulsionar a liquidez dos mercados financeiros e limitar a fraqueza econômica.

"A duração da turbulência financeira é díficil de julgar, e então a incerteza ao redor das perspectivas econômicas é notávelmente grande. Mesmo que o funcionamento dos mercados financeiros continue melhorando, as condições econômicas irão provavelmente continuar fracas por um tempo", avaliou.

Fonte: Portal Exame

Brascan corta em 10% o preço justo das ações da Marcopolo

Apesar da revisão, corretora vê um potencial de alta de quase 150% para os papéis da companhia

A corretora Brascan rebaixou o preço justo das ações preferenciais da Marcopolo (POMO4, sem direito a voto) de 10,21 reais por papel para 9,17 reais - um corte de 10% na projeção. A revisão foi baseada nos resultados apresentados pela empresa no terceiro trimestre, pela incorporação de novos dados macroeconômicos à análise, e pelo fraco desempenho esperado pelos analistas para as operações da Marcopolo na Rússia. Ainda assim, o novo preço justo representa um potencial de valorização de 148% sobre a cotação de fechamento dos papéis na sexta-feira (28/11)): 3,70 reais. 


Do lado macroeconômico, o ajuste efetuado pela Brascan tende a ajudar os números da empresa. Isto porque a corretora elevou de 1,73 real para 2,20 reais a taxa média de câmbio para 2009. Como 40% das receitas da fabricante gaúcha de ônibus estão atreladas ao dólar, a valorização da moeda americana é positiva. Além disso, apenas 25% dos custos sofrem impacto cambial.

Situação russa

O maior dólar médio deve compensar outro ponto revisado pelos analistas: um desempenho pior que o esperado das operações na Rússia. As duas fábricas mantidas no país devem permanecer em stand by até que a situação mundial melhore. Por isso, a Brascan estima que apenas 100 unidades sejam produzidas na Rússia em 2009. Como as fábricas são uma parceria com um sócio local - a Ruspromauto -, apenas 50 veículos serão contabilizados pela Marcopolo. A projeção original era de uma produção de 1.500 unidades no próximo ano - 750 delas para a brasileira. 

O fraco desempenho na Rússia levou a Brascan a rebaixar a expectativa de produção total da Marcopolo em 2009 para 25.952 unidades, 16,5% maior que a expectativa para 2008, mas 6,5% inferior à projeção inicial da corretora. 

O dólar médio mais alto também deve contribuir para uma leve melhoria da margem de ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em 2009, que passaria de 9,2% em 2008 para 9,8%. 

Além da produção mais fraca que a estimada inicialmente, outro item que contribuiu para o rebaixamento do valor justo da Marcopolo foi o aumento do custo de capital, que reflete a alta das taxas de juros decorrentes da atual escassez de liquidez. O custo médio ponderado de capital (WACC, na sigla em inglês) da empresa passou de 11,2% para 12,1%, segundo a Brascan. O WACC é composto por dois fatores. O primeiro é o custo de capital de terceiros, como os bancos que concedem crédito à Marcopolo. Esse custo subiu de 9,7% para 11,5% ao ano. O segundo é o custo de capital próprio, que mede o quanto os acionistas querem de retorno médio do negócio. Essa conta subiu levemente de 14,7% para 14,8%, refletindo o aumento do risco-país de 175 pontos-base para 200 pontos. 

No terceiro trimestre, a Marcopolo apresentou lucro líquido de 25,9 milhões de reais, cifra 24% inferior aos 33,9 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro de 80,1 milhões de reais representa uma queda de 8,5%.

Fonte: Exame Online

BOLSAS: Ásia em baixa após confirmação de recessão nos EUA

As bolsas da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira, afetadas pela confirmação de que a economia dos Estados Unidos está em recessão desde 2007. A notícia, somada a publicação de indicadores econômicos abaixo do esperado e a atuação emergencial dos bancos centrais do Japão e da Austrália - para estimular as economias locais, deterioraram o ânimo dos investidores e incentivaram a venda de ações nos pregões.

O Escritório Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA (NBER, sigla em inglês) informou ontem que a economia norte-americana está em recessão há doze meses. A evidência de uma retração se fez sentir durante meses: produção reduzida, salários estagnados e centenas de milhares de demissões. A confirmação derrubou os mercados na Europa e em Wall Street.

Na Ásia, o cenário não poderia ser diferente. Entre os principais índices da região, o Nikkei 225 de Tóquio teve forte baixa de 6,35%, para 7.863,69 pontos, também influenciado negativamente pela desvalorização do dólar ante o iene. A divisa norte-americana encerrou o dia cotada a 93,17 ienes, contra 95,24 ienes da última sessão.

O setor exportador nipônico liderou as perdas no pregão. As ações daItochu, por exemplo, despencaram 12,21%. Grandes companhias que exportam para os EUA, como CanonSony e Honda perderam 6,22%, 4,63% e 6,86%, respectivamente. Já os papéis da Toyota caíram 3,57%, afetados também pelo anúncio de que a empresa reduzirá em 10% o pagamento de bônus para aproximadamente 5.000 diretores.

Ainda hoje, o Banco do Japão (BoJ, central) optou por manter inalterada a taxa básica de juros, atualmente fixada em 0,30% ao ano, após o término de uma reunião extraordinária. A autoridade monetária decidiu também aceitar, como garantia dos empréstimos que concede aos bancos comerciais, obrigações do setor privado de qualidade média.

Na Coréia do Sul, o índice Kospi de Seul recuou 3,34%, para 1.023,20 pontos. A revisão para baixo do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que avançou 0,5% entre julho e setembro deste ano, em relação ao trimestre anterior, deteriorou as perspectivas para o futuro da economia local. Além disso, as cinco maiores fabricantes de veículos sul-coreanas também reportaram quedas nas vendas de novembro, afetadas principalmente pelo recuo da demanda doméstica.

Em Hong Kong, o indicador referencial Hang Seng caiu 4,98%, para 13.405,85 pontos. Na China, o índice Xangai Composto teve ligeira perda de 0,26%, para 1.889,63 pontos. Já em Sydney, o All Ordinaries perdeu 4,02%, para 3.473,40 pontos, mesmo com a atuação da autoridade monetária local para estimular a economia do país.

Banco Central da Austrália reduziu hoje a taxa básica de juros em 1%, para 4,25% ao ano. É o menor nível do juro australiano em seis anos. Além disso, a decisão também representa a maior série de cortes na taxa básica realizada no país desde a recessão em 1991.

No mercado de commodities, os preços do petróleo atingiram durante a madrugada os US$ 47,58 por barril, registrando o menor valor desde 20 de maio de 2005. Há instantes, o barril era negociado a US$ 48,00 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês), alcançando uma queda de 2,60%. Desde 11 de julho de 2008, quando atingiu o recorde de US$ 147,27 por barril, os preços da commodity já recuaram 67%.

Fonte: (Marcel Salim - InvestNews)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Bancos e siderurgia ganham peso na prévia do Ibovespa

São Paulo - Pelo segundo quadrimestre consecutivo, os setores bancário e siderúrgico ampliaram a relevância dentro do índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), apontam os dados da primeira prévia da próxima carteira teórica do indicador, que irá vigorar entre janeiro e abril de 2009, divulgada hoje.

Não houve modificações nos ativos que compõem o principal índice da Bolsa paulista, que continua com 66 ações. O peso do setor financeiro, porém, passa dos atuais 15,132% para 15,518%, segundo cálculos da Agência Estado. A indústria siderúrgica, por sua vez, passa a responder por 11,084% da carteira, ante 10,601% na atual.

A área de telecomunicações, por sua vez, perde espaço no índice, caindo de um peso de 6,284% para 5,760%. O setor de energia, que engloba 13 ações de 12 empresas, incluindo na relação as ordinárias (ON) da Cosan, também tem sua fatia no Ibovespa reduzida de 8,699% para 8,432%.

O segmento de transportes - com ações da ALL, CCR, Gol, TAM e Embraer - passa de 4,660% para 4,222% na prévia do Ibovespa de janeiro a abril do ano que vem.

As ações ON e preferenciais (PN) da Petrobras irão, mais uma vez, ampliar sua participação no Ibovespa. Petrobras PN aparece com participação de 16,42% na prévia do Ibovespa (ante 15,387% na carteira vigente) e Petrobras ON tem 3,028% (versus 2,821%). Vale PN classe A (PNA), enquanto isso, aparece com 12,006% de participação na primeira prévia do Ibovespa (contra 12,639% hoje) e Vale ON com 3,233% (ante 3,271%).

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Com feriado nos EUA, Ibovespa tem leve queda e volume soma R$ 830 milhões

Por: Equipe InfoMoney
27/11/08 - 15h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Na ausência de referências norte-americanas em função do feriado do Dia de Ação de Graças, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, apresenta baixa de 0,51% nesta tarde, atingindo 36.283 pontos. Na Europa, as bolsas terminaram em alta em meio ao horizonte econômico menos pessimista. 

Até o momento, o volume financeiro está em R$ 830 milhões, o que projeta algo em torno de R$ 1,68 bilhão para o final do pregão. Como base de comparação, a quarta-feira fechou com volume de R$ 4,42 bilhões.

Destaque de giro com Petrobras
O destaque de giro financeiro fica com as ações preferenciais da Petrobras (PETR4, R$ 20,16, -1,75%), que já negociaram R$ 190,32 milhões ou 22,8% da parcial. Estimativas apontam que, ao fechamento da bolsa, os papéis terão movimentado aproximadamente R$ 380 milhões.

As mais negociadas
As ações mais negociadas, dentre as componentes do índice Bovespa, são:

CódigoAtivoCot R$Var %Vol1Vol 30d1Neg
PETR4Petrobras PN20,16-1,75190,32M750,82M8.700
VALE5Vale Rio Doce PNA24,40-0,1299,42M515,15M4.220
BBDC4Bradesco PN23,89+1,2328,58M155,45M1.311
ITAU4Itaubanco PN26,500,0025,15M157,81M1.773
BVMF3BMF Bovespa ON4,95+3,1324,36M119,25M2.631
SDIA4Sadia PN3,45+2,6819,32M19,63M2.674
GGBR4Gerdau PN14,60+0,8317,83M81,08M1.662
ITSA4Itausa PN8,22-0,9615,67M83,58M996
BBAS3Brasil ON13,98-0,7814,87M80,89M1.927
USIM5Usiminas PNA23,28-0,8914,60M90,12M1.169