quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Banco de oportunidades
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Oferta da Petrobras dita ranking global
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Brasileiros compram banco local nos EUA
quarta-feira, 31 de março de 2010
Tarifas de bancos subiram 328% desde 2008, diz Idec
Entre abril de 2008 e fevereiro deste ano, as tarifas ficaram muito acima da inflação do período, que foi de 9,88% ou dos pacotes de serviços, que subiram 65,8%
Por Agência Estado
As tarifas avulsas de serviços bancários subiram até 328% entre abril de 2008, quando o Banco Central (BC) instituiu novas regras para o segmento, e fevereiro deste ano. O porcentual supera amplamente a inflação do período, que foi de 9,88%. Nos pacotes de serviços, a maior variação foi de 65,8%.
Os números integram estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O levantamento, realizado pela economista Ione Amorim, foi feito com base nas informações que as instituições publicam em seus sites na internet. Participaram da amostra os dez bancos brasileiros que têm mais de 1 milhão de clientes.
"A principal conclusão que tiramos é que as maiores variações são explicadas pelo realinhamento das tarifas com a média do setor", diz Ione. "Isso mostra que os bancos não trabalham pela menor tarifa, mas para estar junto dos outros, o que demonstra pouca concorrência."
Depois que o BC apertou as regras, ficou mais fácil para os bancos comparar as tarifas com os concorrentes. Daí o realinhamento a que se refere o Idec. Quem cobrava menos procurou se aproximar de quem cobrava mais - e não o contrário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Época Negócios
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Bancos têm maior lucro entre empresas no Brasil

Estudo da consultoria Economatica mostra que o segundo setor mais lucrativo no país é de petróleo e gás. As dez empresas mais lucrativas do Brasil concentram 55% do total.
Os bancos registram o maior lucro entre asempresas de capital aberto no Brasil, com mais de 20% do lucro total de todas as companhias brasileiras, apontou nesta segunda-feira (23/11) estudo da consultoria Economatica. De julho a setembro, os bancos somaram R$ 7,57 bilhões. Em segundo lugar no ranking aparecem as empresas do setor de petróleo e gás, com cinco companhias e lucro líquido de R$ 7,47 bilhões. Somente aPetrobras representa R$ 7,30 bilhões no setor.
A partir do lucro líquido consolidado das empresas brasileiras no terceiro trimestre deste ano, a Economatica verificou que o setor bancário, representado por 23 instituições, concentra o maior volume entre os 29 setores estudados. O lucro acumulado dos dois maiores setores, Bancário e Petróleo/gás concentram 40,3% do total acumulado pelas 314 empresas estudadas.
O terceiro setor com maior lucro, de Energia, reúne 38 empresas e soma R$ 4,61 bilhões no período.
As dez empresas mais lucrativas concentram 55% do lucro consolidado das empresas de capital aberto brasileiras. A Petrobras responde por 19,5% do lucro total e a Vale figura em segundo lugar, com 8%, enquanto a terceira posição vai para o ItaúUnibanco, com 6,1% do total.
Ambev é a empresa mais lucrativa do setor de Alimentos e Bebidas, CSN no setor de Siderurgia e Metalurgia, Braskem no setor Químico, Telesp do setor de Telecom e Cemig no setor de Energia Elétrica.
Veja abaixo o lucro dos 29 setores analisados pela Economatica e o lucro das 10 maiores empresas de capital aberto.
Fonte: Época Negócios
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Bancos voltam a animar mercados e Ibovespa sobe 1% com fôlego de Vale
13/04/09 - 18h39
InfoMoney
A notícia de que o Wells Fargo teria registrado um lucro de US$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano voltou à tona nesta segunda-feira (13). O fato alimentou melhores perspectivas para os resultados do setor previstos para as próximas duas semanas e deu fôlego aos papéis de bancos, que dispararam liderados por Citigroup, Bank of America e JPMorgan. Ainda nesta sessão, os analistas do Citi recomendaram aos investidores que comprem ações dos seis maiores bancos dos EUA.
Passando ao mercado de commodities, a aprovação do plano de estímulo adicional de ¥ 15,4 trilhões no Japão e os rumores de novas medidas governamentais na China influenciaram positivamente os preços dos metais. Dado que a LME (London Metal Exchange) esteve fechada por conta da continuidade do feriado da Páscoa, as atenções se voltaram para as negociações das commodities metálicas na Ásia, que disparam diante da perspectiva de retomada da demanda.
No âmbito corporativo, as preocupações com a Chevron e a saúde financeira da GM trouxeram pressão adicional às bolsas norte-americanas. A petrolífera declarou que o lucro líquido do primeiro trimestre deste ano foi inferior ao obtido no período contábil antecedente, de US$ 4,9 bilhões. Já a montadora estaria ainda mais perto de entrar em concordata, como válvula para sua recuperação financeira, segundo noticiado pelo jornal New York Times.
Vale e produtoras de celulose
Enfrentando a instabilidade externa, o Ibovespa conseguiu fechar com valorização diante do bom desempenho dos setores de mineração e papel e celulose. O bom desempenho de ações de incorporadoras imobiliárias também favoreceu a performance da bolsa brasileira.
Os papéis de VCP e Aracruz estiveram entre os principais ganhos do dia diante das melhores perspectivas para a demanda por matérias-primas. Na última quinta-feira, o Morgan Stanley atribuiu recomendação "overweight" (acima da média) para as ações da primeira e projetou recuperação dos preços da celulose em 2010.
As ações de incorporadoras imobiliárias como Rossi Residencial e Cyrela Realty também disparam nesta sessão, influenciadas pelo plano habitacional do governo, que prevê investimentos de R$ 34 bilhões no segmento e começa a coletar cadastros neste início de semana.
Terceira alta consecutiva
Confirmando a terceira valorização consecutiva, o Ibovespa fechou com alta de 1%, aos 45.991 pontos. O volume financeiro do índice totalizou R$ 4,19 bilhões.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Ibovespa renova mínima com Vale, Petrobras e bancos e perde os 40 mil pontos
17/02/09 - 15h25
InfoMoney
A reabertura das bolsas norte-americanas após o feriado coloca os índices de Wall Street de volta ao nível de três meses atrás. A visão do investidor é de que o pacote de US$ 787 bilhões é pequeno diante de tanta recessão. Como argumento, o índice de atividade industrial do Federal Reserve de Nova York apontou recuo recorde.
Vale, Petrobras e bancos
O ceticismo com as medidas do governo e sinais rotineiros de retração econômica volta a pesar sobre as commodities. Entre os metais básicos, o cobre desaba mais de 7%, mesma variação registrada pelos contratos futuros de petróleo em Nova York. Pior para Vale e Petrobras, papéis mais negociados da bolsa brasileira. As ações da mineradora caem mais de 6,5% e dominam a ponta negativa do Ibovespa com seus ativos ordinários.
Pesa, ainda, declaração da Cisa (Chinesa Iron and Steel Association) de que a China não deve aceitar reajuste diferente para o preço do minério de ferro brasileiro em relação ao australiano. Além das commodities, os bancos figuram entre as principais quedas do dia, em reflexo ao cenário de expressivas perdas para seus pares internacionais. Destaque para units do Unibanco (-5,7%) e ações preferenciais de Itaú (-5,7%) e Bradesco (-4,4%).
Montadoras em cena
Não bastassem todas as preocupações com os últimos indicadores e descrédito das medidas governamentais de combate à crise, os problemas das montadoras de Detroit voltam a ser noticiados. Esta terça-feira representa o prazo limite para GM e Chrysler apresentarem seu projeto de reestruturação às autoridades norte-americanas.
As companhias aproveitam para barganhar aportes extras do Tesouro dos Estados Unidos, sob o argumento de que os US$ 13,4 bilhões liberados no final do ano passado são insuficientes. Na véspera, analistas da agência de classificação de risco Moody's projetaram na mídia internacional que o resgate total das três grandes de Detroit poderia custar até US$ 125 bilhões aos cofres do governo norte-americano.
Ibovespa perde os 40 mil pontos
A resposta negativa da bolsa brasileira ao cenário de preocupações renovadas com o avanço da recessão nas economias mais maduras custa os 40 mil pontos ao Ibovespa, que segue com queda superior a 4% durante a tarde. O volume financeiro supera R$ 2,4 bilhões, um dia após o vencimento de opções sobre ações e na véspera do vencimento de opções sobre Ibovespa e contratos Ibovespa futuro.
Entre os destaques de queda estão os papéis de VCP PN (VCPA4, -6,01%), Vale Rio Doce ON (VALE3, -6,00%), Petrobras ON (PETR3, -5,69%), Itausa PN (ITSA4, -5,58%) e Unibanco UNT (UBBR11, -5,57%).
Por outro lado, as ações Light ON (LIGT3, +1,91%), Telesp PN (TLPP4, +0,28%), Brasil T Par ON (BRTP3, +0,17%), Celesc PNB N2 (CLSC6, -0,03%) e Nossa Caixa ON (BNCA3, -0,07%) apresentam melhor desempenho.
Os maiores volumes ficaram com Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 569,79 milhões), Petrobras PN (PETR4, R$ 426,70 milhões), Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 151,49 milhões), Petrobras ON (PETR3, R$ 108,38 milhões) e Bradesco PN (BBDC4, R$ 87,33 milhões).
Dólar avança
Com o clima ruim nos mercados, o dólar comercial continua a se valorizar. Com alta de 1,62%, é negociado a R$ 2,319. O Bacen segue sem confirmar se irá intervir no mercado cambial.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Aconteceu ontem 27/01/09 na Bovespa
Ações da Vale sobem até 4% e evitam queda da Bolsa
As ações da Vale salvaram a Bovespa ontem. Embaladas pelos rumores de que a demanda chinesa por commodities metálicas possa crescer, os papéis atraíram compradores e, devido ao peso que representam no mercado doméstico, permitiram que a Bolsa paulista se apreciasse em 0,49%, para encerrar aos 38.698 pontos.
No topo dos ganhos do índice Ibovespa de ontem, os papéis da Vale se valorizaram em 4,18% (ordinários) e em 3,63% (preferenciais "A"). Os papéis responderam por 27% do total negociado ontem na Bovespa. A ação PNA foi a mais negociada.
Os estoques de minério de ferro na China tiveram recuo de cerca de 22% desde seu pico recente, registrado em setembro, segundo a Bloomberg. A baixa dos estoques estimularia um aumento na demanda.
Entre os outros papéis dos setores de siderurgia e mineração, destaque para CSN ON, que subiu 2,34%, e Usiminas PNA, com 0,40% de apreciação.
Os dados dos EUA não foram muito animadores. Pesquisa mostrou que a confiança do consumidor norte-americano recuou em janeiro. Mesmo assim, o índice Dow Jones valorizou-se em 0,72%.
À espera do relatório dos estoques de petróleo e derivados nos EUA que sai hoje, o preço do produto recuou 9% em Nova York, para US$ 41,58.
Apesar dessa queda elevada, as ações preferenciais da Petrobras resistiram e terminaram com alta de 0,42%.
Segundo operadores de corretoras, a presença de estrangeiros na ponta compradora voltou a se destacar ontem.
Em janeiro, a participação dos investidores estrangeiros tem variado bastante. De uma entrada mais expressiva de capital externo nos primeiros dias do ano, o que se viu depois foi uma reversão de fluxo.
Até o dia 22, o saldo dos negócios feitos com capital externo ficou negativo em R$ 899 milhões. O saldo até o dia 7 era positivo em R$ 1,04 bilhão.
No setor bancário, o dia foi de perdas: Unibanco UNT caiu 2,29%; Bradesco PN recuou 1,93%; e Itaú PN perdeu 1,42%. Apenas o BB, favorecido por uma mudança contábil, teve mais um pregão favorável, e suas ações ON subiram 1,70%.
Dólar elevado
O mercado de câmbio operou em direção diferente da Bolsa. O dólar encerrou o dia vendido a R$ 2,33, em alta de 0,87%, na cotação máxima do dia. O BC vendeu moeda, mas pouco influenciou nas cotações.
A proximidade do fim do mês favoreceu a elevação nas cotações. Isso porque a Ptax (média do dólar medida pelo BC diariamente) do fim do mês servirá de referência para a liquidação de contratos cambiais. Para muitos investidores, é mais lucrativo que as cotações estejam em níveis mais elevados. No mês, o dólar cai 0,17%.
No mercado futuro, as posições compradas em dólares dos estrangeiros se mantém alta. Na segunda-feira, líquidas, estavam em US$ 12,96 bilhões, um dos maiores níveis do ano. Isso significa que as apostas no dólar apreciado ainda estão muito elevadas.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Bancos e siderurgia ganham peso na prévia do Ibovespa
Não houve modificações nos ativos que compõem o principal índice da Bolsa paulista, que continua com 66 ações. O peso do setor financeiro, porém, passa dos atuais 15,132% para 15,518%, segundo cálculos da Agência Estado. A indústria siderúrgica, por sua vez, passa a responder por 11,084% da carteira, ante 10,601% na atual.
A área de telecomunicações, por sua vez, perde espaço no índice, caindo de um peso de 6,284% para 5,760%. O setor de energia, que engloba 13 ações de 12 empresas, incluindo na relação as ordinárias (ON) da Cosan, também tem sua fatia no Ibovespa reduzida de 8,699% para 8,432%.
O segmento de transportes - com ações da ALL, CCR, Gol, TAM e Embraer - passa de 4,660% para 4,222% na prévia do Ibovespa de janeiro a abril do ano que vem.
As ações ON e preferenciais (PN) da Petrobras irão, mais uma vez, ampliar sua participação no Ibovespa. Petrobras PN aparece com participação de 16,42% na prévia do Ibovespa (ante 15,387% na carteira vigente) e Petrobras ON tem 3,028% (versus 2,821%). Vale PN classe A (PNA), enquanto isso, aparece com 12,006% de participação na primeira prévia do Ibovespa (contra 12,639% hoje) e Vale ON com 3,233% (ante 3,271%).