sexta-feira, 26 de março de 2010
Lucro do UOL cresce no trimestre e em 2009
As receitas com assinaturas aumentaram 1% entre outubro e dezembro de 2009, quando comparadas as de mesmo intervalo do ano anterior, para R$ 133,1 milhões. As receitas com publicidade somaram R$ 140,7 milhões no trimestre, ampliação de 59%. O custo dos serviços prestados teve redução de 5%, para R$ 56 milhões.
As despesas com vendas se situaram em R$ 48,6 milhões nos três meses finais de 2009, com alta de 14% no comparativo com um ano antes. As despesas gerais e administrativas subiram 42%, para R$ 39,7 milhões.
O UOL registrou lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 75,7 milhões no trimestre, expansão de 215% sobre o montante dos três últimos meses de 2008.
Leia mais: Valor Online
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Bancos têm maior lucro entre empresas no Brasil

Estudo da consultoria Economatica mostra que o segundo setor mais lucrativo no país é de petróleo e gás. As dez empresas mais lucrativas do Brasil concentram 55% do total.
Os bancos registram o maior lucro entre asempresas de capital aberto no Brasil, com mais de 20% do lucro total de todas as companhias brasileiras, apontou nesta segunda-feira (23/11) estudo da consultoria Economatica. De julho a setembro, os bancos somaram R$ 7,57 bilhões. Em segundo lugar no ranking aparecem as empresas do setor de petróleo e gás, com cinco companhias e lucro líquido de R$ 7,47 bilhões. Somente aPetrobras representa R$ 7,30 bilhões no setor.
A partir do lucro líquido consolidado das empresas brasileiras no terceiro trimestre deste ano, a Economatica verificou que o setor bancário, representado por 23 instituições, concentra o maior volume entre os 29 setores estudados. O lucro acumulado dos dois maiores setores, Bancário e Petróleo/gás concentram 40,3% do total acumulado pelas 314 empresas estudadas.
O terceiro setor com maior lucro, de Energia, reúne 38 empresas e soma R$ 4,61 bilhões no período.
As dez empresas mais lucrativas concentram 55% do lucro consolidado das empresas de capital aberto brasileiras. A Petrobras responde por 19,5% do lucro total e a Vale figura em segundo lugar, com 8%, enquanto a terceira posição vai para o ItaúUnibanco, com 6,1% do total.
Ambev é a empresa mais lucrativa do setor de Alimentos e Bebidas, CSN no setor de Siderurgia e Metalurgia, Braskem no setor Químico, Telesp do setor de Telecom e Cemig no setor de Energia Elétrica.
Veja abaixo o lucro dos 29 setores analisados pela Economatica e o lucro das 10 maiores empresas de capital aberto.
Fonte: Época Negócios
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
O melhor resultado da década da Petrobras
A Petrobras teve o segundo maior lucro líquido entre as empresas das Américas no terceiro trimestre de 2009 e também nos últimos 12 meses, segundo uma pesquisa da consultoria Economática. Na comparação internacional, este é o melhor resultado da companhia na década - um desempenho que veio melhorando ano após ano. Em 2008, a Petrobras teve o 5º maior lucro da região; em 2007, o 9º maior; lá atrás, em 2000, estava na 18ª posição.
Há algumas explicações para a evolução da Petrobras. Uma delas é o crescimento da companhia nos últimos anos, em razão ao aumento da produção e da descoberta de novas reservas - o que elevou seu lucro em termos absolutos. "Em 2009, com a queda dos preços do petróleo, o lucro da empresa chegou a diminuir, mas num ritmo bem menor que o das concorrentes no exterior. E isso contribuiu para melhorar sua posição no ranking", diz Flávio Conde, analista da Gradual Investimentos.
A desvalorização do dólar também ajudou, porque reduziu o impacto da dívida da Petrobras em moeda estrangeira. Fora isso, houve o impacto da crise mundial, que afetou muito mais o resultado de empresas americanas do que das brasileiras. Companhias como GE e Microsoft, que lucravam mais que a Petrobras, caíram algumas posições no ranking neste ano.
Mas, é claro, nem tudo são rosas. O Guilherme Fogaça e eu lemos relatórios de bancos e corretoras e conversamos com analistas que lembraram que o resultado operacional da Petrobras no terceiro trimestre deste ano, divulgado recentemente, foi apenas razoável. Um relatório da corretora Ativa destaca que a produção de petróleo ficou estável entre setembro e outubro, o que deve fazer com que a meta de produção de 2009 não seja cumprida.
"Não há problemas sérios na operação da Petrobras, mas é fato que os resultados pioraram um pouco", diz Luiz Rogé, diretor da consultoria InvestCerto. "Além de a produção ter ficado estável, houve aumento das despesas em razão dos pesados investimentos que foram feitos em exploração." Rogé e a maioria dos analistas espera que haja alguma recuperação nos próximos meses, principalmente em razão da tendência de alta do preço do petróleo. A conferir.
Fonte: Portal Exame
O melhor resultado da década da Petrobras
A Petrobras teve o segundo maior lucro líquido entre as empresas das Américas no terceiro trimestre de 2009 e também nos últimos 12 meses, segundo uma pesquisa da consultoria Economática. Na comparação internacional, este é o melhor resultado da companhia na década - um desempenho que veio melhorando ano após ano. Em 2008, a Petrobras teve o 5º maior lucro da região; em 2007, o 9º maior; lá atrás, em 2000, estava na 18ª posição.
Há algumas explicações para a evolução da Petrobras. Uma delas é o crescimento da companhia nos últimos anos, em razão ao aumento da produção e da descoberta de novas reservas - o que elevou seu lucro em termos absolutos. "Em 2009, com a queda dos preços do petróleo, o lucro da empresa chegou a diminuir, mas num ritmo bem menor que o das concorrentes no exterior. E isso contribuiu para melhorar sua posição no ranking", diz Flávio Conde, analista da Gradual Investimentos.
A desvalorização do dólar também ajudou, porque reduziu o impacto da dívida da Petrobras em moeda estrangeira. Fora isso, houve o impacto da crise mundial, que afetou muito mais o resultado de empresas americanas do que das brasileiras. Companhias como GE e Microsoft, que lucravam mais que a Petrobras, caíram algumas posições no ranking neste ano.
Mas, é claro, nem tudo são rosas. O Guilherme Fogaça e eu lemos relatórios de bancos e corretoras e conversamos com analistas que lembraram que o resultado operacional da Petrobras no terceiro trimestre deste ano, divulgado recentemente, foi apenas razoável. Um relatório da corretora Ativa destaca que a produção de petróleo ficou estável entre setembro e outubro, o que deve fazer com que a meta de produção de 2009 não seja cumprida.
"Não há problemas sérios na operação da Petrobras, mas é fato que os resultados pioraram um pouco", diz Luiz Rogé, diretor da consultoria InvestCerto. "Além de a produção ter ficado estável, houve aumento das despesas em razão dos pesados investimentos que foram feitos em exploração." Rogé e a maioria dos analistas espera que haja alguma recuperação nos próximos meses, principalmente em razão da tendência de alta do preço do petróleo. A conferir.
Fonte: Portal Exame
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Ganho com fortes emoções
Índice Bovespa recupera perdas pós-quebra do Lehman Brothers, mas volatilidade é a maior desde 1999 e aumenta o risco para o investidor.
Em menos de um ano, o Índice Bovespa zerou as perdas da crise iniciada em setembro do ano passado com a quebra do banco americano
Se serve de consolo, o investidor brasileiro não está sozinho nessa jornada. O mercado americano também está com níveis de volatilidade nunca vistos, compatíveis com a maior crise desde 1929, lembra Einar Rivero, da Economática. "É o eletrocardiograma do mercado, mostra que o coração está batendo em ritmo alucinante", diz.
Com tanta volatilidade, o mercado busca se adaptar, procurando oportunidades em prazos mais curtos, aproveitando as oscilações e distorções de preços, observa Einar. "Muita gente está ganhando dinheiro no dia a dia, deixando o longo prazo um pouco de lado", observa. Com isso, a análise fundamentalista, do desempenho da empresa, acaba ficando de lado e os investidores buscam se orientar pela análise gráfica, que indica os movimentos de curtíssimo prazo. Para Einar, talvez no segundo semestre, com a volta dos bons resultados das empresas, os prazos se estiquem um pouco mais.
A volatilidade na Bovespa é ainda muito intensa e o investidor custa a se acostumar aos vaivéns. "Faz parte de um processo de aprendizado, pois com juros abaixo de 10% ao ano, o aplicador vai ter de entender que não dá para ganhar dinheiro sem sobressaltos", diz o diretor da
"Investir em ações é para toda a vida, é para poupar parte da renda mensal, e não se preocupar com as oscilações de curto prazo, é entender que, quando a bolsa cai, é uma oportunidade para investir mais", diz Lois. O executivo reconhece, porém, que esse não é um comportamento óbvio porque quando o Ibovespa aponta sistematicamente para baixo, a exemplo do que ocorreu após a quebra do Lehman Brothers, o investidor se sente mais pobre.
Para um período de 12 meses, o Ibovespa ainda deve dar retornos acima do custo de oportunidade - a Selic projetada -, espera o diretor de Renda Variável do
A única coisa que pode reduzir a volatilidade da bolsa é uma maior visibilidade sobre o futuro da economia mundial, cenário que ainda parece estar distante, diz Lika Takahashi, chefe da área de Análise da
Uma das variáveis que tornam o futuro do mercado mais incerto é a ligação do Brasil com a economia chinesa, grande consumidora de commodities. "E a China é uma grande incógnita, não só pelas questões econômicas mundiais em si, mas pela baixa confiabilidade dos dados", diz.
Lika vê com ressalvas a forte alta do Ibovespa nos últimos dias, fruto muito mais do fluxo de investidores externos do que da melhora das condições das companhias. "Olhando os números das empresas, as ações já não estão baratas e as apostas se tornaram menos óbvias", afirma. Por isso, no curto prazo, o mercado vai depender muito mais do fluxo de estrangeiros. Até dia 24, o saldo dos investidores externos na Bovespa no mês estava positivo em R$ 1,598 bilhão, depois de ter chegado a ficar negativo em R$ 2 bilhões. No ano, o saldo é de R$ 11,705 bilhões.
A recuperação rápida das ações criou também uma situação em que grandes investidores externos, que perderam a recente alta, ficam à espera de quedas para comprar. Com isso, quando há um recuo dos preços, há novamente um movimento de alta, mesmo sem muitos motivos macroeconômicos. "Isso impede uma queda maior", diz Lika.
Para ela, a visibilidade no mercado deve melhorar no fim deste ano ou no começo do ano que vem. "Mas só vamos ter uma ideia boa do efeito das medidas contra a crise na economia mundial em meados de 2010", diz Lika. Até lá, a bolsa deve continuar em função das notícias e do fluxo de investidores externos. Lika ainda mantém a estimativa de um Ibovespa na casa dos 51 mil pontos neste ano e de 60 mil para junho do ano que vem. "Mas vamos ver até o fim deste mês."
Apesar da alta de 45% neste ano, o Índice Bovespa ainda está longe e precisaria subir mais 35% para voltar ao pico de 73.516 pontos, de 20 de maio de 2008, pouco depois de o país atingir o selo de investimento de baixo risco. Mas espaço para ganhos existe, dizem analistas. Pedro Martins, estrategista para América Latina da
A diversificação dos investidores locais, que pode jogar US$ 22 bilhões por ano dos fundos de renda fixa para ações, forçará um aumento dos preços das ações. Com isso, a relação Preço/Lucro - P/L, referencial que estima em anos o tempo de retorno do investimento na ação e, portanto, quanto menor, melhor - do mercado brasileiro deve aumentar, para se equiparar aos mercados globais. "O P/L médio do Brasil tem um desconto de 13% em relação ao P/L global que deverá desaparecer com esse 're-rating'", acredita Martins. Ao mesmo tempo, esse dinheiro local servirá para aliviar o impacto da saída dos estrangeiros em momentos de turbulência.
Fonte: ValorOnline
terça-feira, 5 de maio de 2009
Lucro da Vale deve cair 70% nos três primeiros meses do ano
Portal EXAME -
Apesar de alguns indícios de recuperação tenham aparecido nas últimas semanas, a crise econômica ainda deve penalizar os resultados que a Vale apresentará na quarta-feira (6) referentes ao primeiro trimestre do ano. Segundo projeções da Brascan, o lucro líquido da companhia deve cair 70% no comparativo trimestral, ficando próximo a 3,2 bilhões de reais.
A expectativa é de mais um trimestre de fraco desempenho operacional, como conseqüência de fortes quedas na produção siderúrgica e na atividade industrial, reduzindo a demanda por matérias-primas. Tal contração levou a Vale e outras mineradoras globais a cortar produção e reduzir custos, como lembrou a corretora.
"Em contrapartida, esperamos que a recente política da mineradora de priorizar a minimização de custos compense parcialmente a menor escala de suas operações", afirmou a equipe, que manteve recomendação ouperform (desempenho acima da média do mercado) aos papéis, com preço-alvo de 52,04 reais por ação.
A receita bruta também deve sofrer queda, ficando 22% menor que a apresentada nos três últimos meses de 2008. O total deve chegar a 14 bilhões de reais, com o faturamento da Vale impactado pelos preços mais baixos em cerca de mais de 15%. Além disso, o volume de vendas, projetado para ficar 10% menor, também pesa negativamente.
Apesar da queda de preço e de volume estimada ser menor que a do quarto trimestre, a Brascan explicou que a receita deve contrair mais por causa da estabilidade do câmbio nos três primeiros meses do ano, contra a depreciação ocorrida no fim do ano anterior.
Nesta sessão, os papéis preferenciais da Vale (VALE5), que costumam ter mais liquidez, fecharam em baixa de 0,78%, cotados a 32,89 reais por ação.
Fonte: Portal Exame
sexta-feira, 6 de março de 2009
Petrobras anuncia lucro líquido recorde de R$ 33 bilhões em 2008
Nesta sexta, empresa anunciou recorde na produção diária de petróleo.
A Petrobras registrou lucro líquido recorde de R$ 33 bilhões em 2008, segundo dados divulgados pela empresa nesta sexta-feira (6).
O valor foi calculado conforme novas regras contábeis brasileiras, determinadas pela lei 11.638/2007.
A Petrobras obedeceu à determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de que o resultado acumulado no ano passado teria de ser apresentado conforme as novas regras contábeis. No entanto, não forneceu números de comparação nesse critério.
Pelas regras antigas, o lucro da Petrobras alcançou R$ 33,915 bilhões, valor 58% superior ao apurado em 2007, de R$ 21,512 bilhões. O crescimento ocorreu em razão do aumento da produção, conforme anunciado pela empresa na apresentação dos resultados financeiros e operacionais de 2008.
Ainda nesta sexta, a Petrobras anunciou que sua produção diária de petróleo no Brasil bateu um novo recorde na última quarta (4), quando foram extraídos 2.012.654 barris, superando em 12.420 barris a marca anterior, que havia sido registrada no dia 25 de dezembro de 2007.
Segundo comunicado divulgado pela empresa, a principal responsável pelo novo recorde é a entrada em operação de três novas plataformas localizadas na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro (P-51, P-53 e Cidade de Niterói).
Há um mês, a empresa havia informado que os investimentos bateram recorde no ano passado. Foram R$ 53,3 bilhões no ano passado, um aumento de 18% frente aos R$ 45,2 bilhões de 2007.
Fonte: Globo.com
Lucro da Petrobras sobe 58% em 2008 e soma recorde de R$ 33,915 bi
A Petrobras anunciou nesta sexta-feira que obteve lucro líquido recorde de R$ 33,915 bilhões em 2008, alta de 58% sobre 2007, resultado principalmente do alto preço do petróleo até o início do segundo semestre.
Já no quarto trimestre de 2008, o lucro foi de R$ 7,355 bilhões, alta de 46% na mesma base de comparação. Porém, ficou abaixo dos R$ 10,852 bilhões do terceiro trimestre do ano, que é o recorde trimestral da companhia.
Se calculado de acordo com as novas regras contábeis brasileiras, segundo a Lei 11.638, o lucro fechou em R$ 32,988 bilhões. Como a empresa não apresentou dados retroativos de acordo com a lei, não é possível realizar a comparação com o desempenho de 2007.
A receita líquida da empresa atingiu R$ 284,597 bilhões no ano passado, com alta de 30% sobre 2007. No quarto trimestre foi de R$ 57,922 --33% maior do que no mesmo trimestre de 2007 e com queda de 28,91% sobre o terceiro trimestre. O Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) em 2008, por sua vez, ficou em R$ 57,213 bilhões, 14% a mais do que no ano anterior.
Com as regras da lei 11.638, a receita da companhia petrolífera fechou 2008 em R$ 266,494 bilhões, e o Ebitda em R$ 57,17 bilhões.
A produção total de óleo e gás, compreendendo as operações tanto no Brasil como no exterior, aumentou 4% em relação a 2007, atingindo 2,4 bilhões de boe (barris de óleo equivalente) --sendo 1,98 bilhão de boe de petróleo e 420 mihões de boe de gás natural.
"Os bons resultados do ano refletem não só o correto posicionamento estratégico da companhia no mercado, mas também a solidez de seus ativos e a robustez que proporciona a estrutura integrada de seus negócios, principalmente na segunda metade do ano, quando houve acirramento da crise financeira internacional", disse o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, em comunicado ao mercado.
Gabrielli ainda comentou que a Petrobras não foi atingida severamente pela falta de crédito durante a fase mais aguda da crise financeira, ocorrida durante o quarto trimestre. "Conseguimos superar com certa tranquilidade a escassez de crédito ocorrida no final do ano. Fizemos diversas operações financeiras visando o financiamento de nossas atividades, num período de extrema volatilidade. Contamos com o apoio e a garantia de instituições financeiras familiarizadas com a robustez, solvência e a capacidade que a Petrobras tem em honrar seus compromissos", disse.
O resultado sai no mesmo dia em que a estatal divulgou recorde de produção diária de petróleo no Brasil. O patamar foi alcançado na última quarta-feira, quando foram produzidos 2.012.654 barris, superando o recorde obtido em 25 de dezembro de 2007 em mais 12.420 barris.
Segundo a estatal, o motivo do recorde é entrada em operação das plataformas P-51 e Cidade de Niterói, no campo de Marlim Sul (Bacia de Campos), e a P-53 em Marlim Leste. Além disso, no último trimestre do ano passado, a plataforma P-52 atingiu o pico de produção, e a P-54 vem registrando produção crescente --ambas estão no campo de Roncador, na Bacia de Campos.
Fonte: UOL
Lucro líquido da Petrobras sobe 58% em 2008 e atinge recorde de R$ 33 bilhões
06/03/09 - 19h35
InfoMoney
Somados os números do quarto trimestre de 2008, o ano passado propiciou à Petrobras um lucro líquido recorde de R$ 32,998 bilhões, o que representa um avanço de 58% em relação aos R$ 21,512 bilhões de 2007.