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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Dólar amplia queda da abertura, em manhã de clima favorável nos mercados

Por: Equipe InfoMoney
26/02/09 - 12h15
InfoMoney

SÃO PAULO - O dólar comercial inicia a tarde desta quinta-feira (26) a R$ 2,356, queda de 0,80% frente ao fechamento anterior. O clima no mercado financeiro é mais calmo, com boa parte das bolsas operando no campo positivo.

Entre as referências que deixaram os investidores menos avessos ao risco está a possibilidade de um acordo para aumento da participação do governo dos EUA no Citigroup, bem como a participação do Royal Bank of Scotland em programa para conferir garantias a ativos bancários.

Notícia veiculada no Financial Times também impulsionou os ganhos na renda variável, ao afirmar que AIG pode estar prestes a fechar um acordo que mudará de forma radical sua estrutura societária. Por outro lado, o resultado trimestral da General Motors foi pior que o esperado.

Cenário doméstico
A inflação de fevereiro é destaque interno, com a divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) e do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal). Com desaceleração no preço dos alimentos, os índices trouxeram taxas de 0,26% e 0,39% na última sondagem do mês. 

Mercado paralelo
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,4900 na venda, representando um ágio de 5,91% em relação ao dólar comercial.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Governo dos EUA acerta plano de socorro do Citigroup

SÃO PAULO - O governo dos Estados Unidos resolveu resgatar o Citigroup com um plano que compreende US$ 20 bilhões de injeção de capital, além dos US$ 25 bilhões recebidos no mês passado sob o programa de ajuda oficial, garantias para US$ 306 bilhões de ativos problemáticos do banco, controle dos bônus de executivos e limites sobre o pagamento de dividendo.

Depois de um fim de semana de conversas entre executivos do Citigroup e autoridades federais, o acordo foi alcançado na noite de ontem com um pacote no qual o governo irá proteger o banco de seus ativos mais arriscados.

Na semana passada, as ações do banco caíram mais de 60%. Ante essa queda, a diretoria e conselheiros do Citigroup estudavam alternativas para o banco, como o leilão de partes da entidade ou até a venda do conglomerado financeiro, conforme reportou na sexta-feira da semana passada o Wall Street Journal (WSJ).

Conforme o plano, o Tesouro dos Estados Unidos investirá US$ 20 bilhões nas ações preferenciais do Citi sob o Programa de Socorro de Ativos Problemáticos (TARP, na sigla em inglês).

O banco emitirá US$ 7 bilhões em ações preferenciais para o Tesouro e para o Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC), agência federal de garantia de depósitos bancários, como pagamento pela garantia do governo sobre US$ 306 bilhões de títulos, empréstimos e compromissos atrelados a residências e imóveis residenciais e outros ativos.

O Citigroup emitirá garantias para o Tesouro e o FDIC da ordem de 254 milhões de ações ordinárias ao preço de exercício da opção de US$ 10,61 e concordou não pagar dividendo trimestral excedendo 1% por ação por três anos já a partir do próximo pagamento de dividendo.

"Esse fim de semana, o governo dos Estados Unidos e o Citi trabalharam juntos em uma maneira sem precedentes para tratar da confiança do mercado e do recente declínio no preço da ação do Citi", declarou o executivo-chefe do banco, Vikram S. Pandit. "Alcançamos um acordo com base em uma solução de mercado inovadora para reduzir o risco e ampliar a liquidez. Agradecemos o grande esforço do governo para garantir a estabilidade do mercado", acrescentou.

A operação foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Diretores do Citi.

As informações são do próprio banco e agências internacionais.

(Juliana Cardoso | Valor Online)

Fonte: ValorOnline

Ajuda ao Citigroup anima mercados e deve favorecer abertura doméstica

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
24/11/08 - 09h18
InfoMoney

SÃO PAULO - Animados com o pacote governamental de apoio ao Citigroup, os mercados globais operam em forte alta nesta segunda-feira (24), trazendo tendências positivas para os negócios em âmbito doméstico.

Com o apoio significativo dado à instituição financeira, o governo dos EUA reduz as incertezas presentes no mercado e transmite maior segurança em relação ao problemático setor, trazendo ânimo aos investidores em escala global.

Em dia de fraca agenda corporativa, os mercados esperam a confirmação dos nomes da equipe econômica do próximo presidente norte-americano, Barack Obama, além de acompanhar o agitado noticiário corporativo desta sessão, com destaque para grandes ofertas de ações.

"As ações estão baratas. (...) Isto não significa necessariamente que as valuations chegaram ao seu fundo", afirmam os analistas do BMO. No entanto, ressaltam que "em todos os episódios passados de contração, as ações vivenciaram múltiplos ciclos de alta com ganhos superiores a 30%. Parece que o próximo ainda está escondido".

Noticiário corporativo
Dando sinais claros de fragilidade do mercado internacional de minérios, Vale e BHP Billiton anunciaram a redução da produção de sua joint venture Samarco, cujo potencial é de 21,6 milhões de toneladas métricas por ano, em cerca de dois terços.

Já a Anheuser Busch InBev anunciou a emissão de 986,1 milhões de novas ações, a fim de arrecadar cerca de US$ 9,8 bilhões e cobrir parte do dinheiro gasto com a recente aquisição da Anheuser Busch.

No entanto, as atenções dos investidores recaem sobre o plano do governo dos EUA de apoio ao Citigroup, que garantirá cerca de US$ 306 bilhões em ativos problemáticos da instituição, além de garantir a injeção de US$ 20 bilhões, em troca de ações preferenciais da instituição financeira.

Perspectivas
Os mercados futuros norte-americanos e os mais importantes índices de referência europeus registram fortes ganhos nesta segunda-feira, que reservará a divulgação de dados sobre a venda de casas usadas nos Estados Unidos. O bom humor em nível global deverá favorecer as negociações durante a abertura desta sessão.

No último pregão, o Ibovespa despencou 6,45%, atingindo 31.251 pontos. De acordo com analistas do Scotia Bank, "por causa de suas ligações com a economia norte-americana, o México deverá ser o maior responsável pela queda nos mercados emergentes. A atividade econômica no Brasil, Chile e Peru deverá seguir estes desenvolvimentos com maior distância".

Fonte: Infomoney

Petróleo e resgate estatal ao Citigroup sustentam alta nos futuros dos EUA

Por: Equipe InfoMoney
24/11/08 - 10h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Na manhã desta segunda-feira (24), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA.

Diante das perdas correlacionadas com a crise de crédito, o governo norte-americano resgatará o Citigroup, através de duas medidas: segurança pelo FIDC (Federal Deposit Insurance Corporation) de aproximadamente US$ 306 bilhões para que o banco financie seus ativos podres no mercado e injeção de US$ 20 bilhões pelo Tesouro por meio do TARP (Troubled Assets Relief Program).

Como resposta à liquidez iminente, seus papéis disparam 30% em Frankfurt e propagam otimismo em todo o setor financeiro, explicitado pelas altas das ações de JPMorgan (2%), Bank of America (9%) e Merril Lynch (3%) no pré-market norte-americano.

Também contribuindo para a alta nos mercados futuros dos EUA, os ativos petrolíferos sobem, o que se explica pela variação positiva de 3,6% na cotação do barril do óleo bruto em Londres. Dentre as valorizações, destaque para as ações de Chevron (2,5%), ConocoPhillips (4%) e Exxon Mobil (5%).

Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 814,40 pontos, alta de 15,57 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 815,60 pontos, valorização de 1,95% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.112,09 pontos, alta de 2,44% frente ao fechamento de sexta-feira. O contrato futuro negociava há instantes a 1.112,25 pontos, 26,52 pontos acima do valor justo.

Confira o último fechamento
No pregão de sexta-feira, o índice Dow Jones fechou em forte valorização de 6,54%, atingindo 8.046 pontos. Já o S&P 500 subiu 6,32%, enquanto o índice Nasdaq Composite disparou 5,18%.

Fonte: Infomoney