A Microsoft lucrou US$ 4 bilhões no primeiro trimestre de 2010, resultado acima do esperado pelos analistas e um terço maior que o do mesmo período do ano passado...
A agência de classificação de risco Moody?s rebaixou o rating da dívida pública da Grécia e projeta um novo corte futuro caso não haja melhora na condição econômica do país...
Boa notícia: a balança de pagamentos brasileira ficou com superávit de US$ 3,2 bilhões em março. A balança de pagamentos ficou em evidência recentemente após surgirem dúvidas sobre a capacidade de produzir saldos positivos este ano...
A venda de imóveis usados nos EUA ficou acima do esperado para o mês de março e acima das vendas registradas em fevereiro...
O índice de preços ao produtor norte-americano registrou alta de 0,7% em março, após uma retração 0,6% em fevereiro...
Os pedidos de seguro desemprego nos EUA marcaram 456 mil novas solicitações na semana, valor abaixo do registrado na medição anterior...
Fonte: ADVFN
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Rapidinhas: Dinheiro saindo é ruim, IPC subiu, também é ruim ...o que você acha?
Os investidores estrangeiros continuam saindo: saldo negativo de R$ 1,2 bilhão em fevereiro. Em janeiro o saldo havia sido de R$ 2,1 bilhões negativos…
Mesmo com saída de estrangeiros o dólar teve o terceiro dia de queda, cotado a R$ 1,780…
A Ford está se consolidando: a montadora vendeu mais veículos que a General Motors pela primeira vez desde 1998, no mercado norte-americano em fevereiro…
O Índice de Preço ao Consumidor da Fipe veio acima do esperado com alta de 0,74% em fevereiro…
O Grupo Pão de Açúcar registrou no último trimestre de 2009 lucros líquidos de R$ 161 milhões, alta de aproximadamente 48% em relação ao mesmo período de 2008…
Fonte: Newsletter ADVFN
Mesmo com saída de estrangeiros o dólar teve o terceiro dia de queda, cotado a R$ 1,780…
A Ford está se consolidando: a montadora vendeu mais veículos que a General Motors pela primeira vez desde 1998, no mercado norte-americano em fevereiro…
O Índice de Preço ao Consumidor da Fipe veio acima do esperado com alta de 0,74% em fevereiro…
O Grupo Pão de Açúcar registrou no último trimestre de 2009 lucros líquidos de R$ 161 milhões, alta de aproximadamente 48% em relação ao mesmo período de 2008…
Fonte: Newsletter ADVFN
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segunda-feira, 9 de março de 2009
Resultado do PIB pode trazer corte de juros superior a 1 p.p., dizem economistas
A divulgação do IBGE deve determinar o tamanho da queda da Selic, que já é unanimidade no mercado
por Lilian SobralQue os juros brasileiros vão ser reduzidos esta semana, o mercado já concordou. A dúvida fica sobre quão grande deve ser esta queda, caso o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro mostre uma contração muito grande.
Antes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) divulgar o PIB brasileiro no quarto trimestre, o boletim Focus mais recente, divulgado nesta segunda-feira (09/03) pelo Banco Central, mostra expectativas de um corte de 1 ponto percentual na taxa Selic, que passaria de 12,75% para 11,75% ao ano. Economistas acreditam que este corte pode se mostrar maior, dependendo dos dados da economia brasileira.
Para Luiz Otávio de Souza Leal, economista-chefe do banco ABC Brasil, se a queda do PIB for de 3% em relação ao terceiro trimestre, o corte na Selic será mais profundo. “Neste caso, uma redução de 1,5 ponto percentual é piso”, diz. Segundo ele, o dado do IBGE pode mostrar uma fragilidade do Brasil maior do que a esperada. “Isto significa que a reconstrução da economia do país vai sair mais cara”, diz.
Roberto Luis Troster, sócio da Integral Trust, espera um corte de 1,25 ponto percentual. Para ele, outro fator que deve influenciar o Copom (Comitê de Política Monetária) é o IPCA (Índice de preços ao consumidor amplo) de fevereiro, que será divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira. Pelo Focus, a inflação deve ser de 0,52%, e Troster projeta uma alta de 0,50%. “O governo corre o risco de ter PIB negativo e inflação abaixo da meta, por isto é necessário ser menos parcimonioso”, diz.
Segundo Troster, quando a economia voltar a aquecer e a inflação começar a ficar muito baixa, pode ser a hora de retornar ao ciclo de cortes. Enquanto isto, a expectativa é de que a Selic chegue ao final do ano abaixo dos 10%.
O Copom inicia sua segunda reunião do ano nesta terça-feira (10/03). A nova taxa básica de juros será conhecida na quarta-feira (11/03), após o encerramento do pregão na Bovespa. Já o PIB será divulgado pelo IBGE nesta terça-feira, às 9 horas.
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“A decisão [de reduzir a Selic] não está tão difícil, porque a expectativa de inflação está melhor, o que abre espaço para o corte”, diz Silvio Campos, economista-chefe do Banco Schain. Para ele, o câmbio era outro fator que impedia a redução da Selic, mas já não há uma preocupação tão grande com as oscilações da moeda norte-americana. “Claro que o BC vai continuar monitorando, mas o tempo já mostrou que o câmbio não causou tanto impacto na inflação”, diz. Antes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) divulgar o PIB brasileiro no quarto trimestre, o boletim Focus mais recente, divulgado nesta segunda-feira (09/03) pelo Banco Central, mostra expectativas de um corte de 1 ponto percentual na taxa Selic, que passaria de 12,75% para 11,75% ao ano. Economistas acreditam que este corte pode se mostrar maior, dependendo dos dados da economia brasileira.
Para Luiz Otávio de Souza Leal, economista-chefe do banco ABC Brasil, se a queda do PIB for de 3% em relação ao terceiro trimestre, o corte na Selic será mais profundo. “Neste caso, uma redução de 1,5 ponto percentual é piso”, diz. Segundo ele, o dado do IBGE pode mostrar uma fragilidade do Brasil maior do que a esperada. “Isto significa que a reconstrução da economia do país vai sair mais cara”, diz.
Roberto Luis Troster, sócio da Integral Trust, espera um corte de 1,25 ponto percentual. Para ele, outro fator que deve influenciar o Copom (Comitê de Política Monetária) é o IPCA (Índice de preços ao consumidor amplo) de fevereiro, que será divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira. Pelo Focus, a inflação deve ser de 0,52%, e Troster projeta uma alta de 0,50%. “O governo corre o risco de ter PIB negativo e inflação abaixo da meta, por isto é necessário ser menos parcimonioso”, diz.
Segundo Troster, quando a economia voltar a aquecer e a inflação começar a ficar muito baixa, pode ser a hora de retornar ao ciclo de cortes. Enquanto isto, a expectativa é de que a Selic chegue ao final do ano abaixo dos 10%.
O Copom inicia sua segunda reunião do ano nesta terça-feira (10/03). A nova taxa básica de juros será conhecida na quarta-feira (11/03), após o encerramento do pregão na Bovespa. Já o PIB será divulgado pelo IBGE nesta terça-feira, às 9 horas.
Fonte: Época Negócios
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Dólar amplia queda da abertura, em manhã de clima favorável nos mercados
Por: Equipe InfoMoney
26/02/09 - 12h15
InfoMoney
26/02/09 - 12h15
InfoMoney
SÃO PAULO - O dólar comercial inicia a tarde desta quinta-feira (26) a R$ 2,356, queda de 0,80% frente ao fechamento anterior. O clima no mercado financeiro é mais calmo, com boa parte das bolsas operando no campo positivo.
Entre as referências que deixaram os investidores menos avessos ao risco está a possibilidade de um acordo para aumento da participação do governo dos EUA no Citigroup, bem como a participação do Royal Bank of Scotland em programa para conferir garantias a ativos bancários.
Notícia veiculada no Financial Times também impulsionou os ganhos na renda variável, ao afirmar que AIG pode estar prestes a fechar um acordo que mudará de forma radical sua estrutura societária. Por outro lado, o resultado trimestral da General Motors foi pior que o esperado.
Cenário doméstico
A inflação de fevereiro é destaque interno, com a divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) e do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal). Com desaceleração no preço dos alimentos, os índices trouxeram taxas de 0,26% e 0,39% na última sondagem do mês.
Mercado paralelo
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,4900 na venda, representando um ágio de 5,91% em relação ao dólar comercial.
Entre as referências que deixaram os investidores menos avessos ao risco está a possibilidade de um acordo para aumento da participação do governo dos EUA no Citigroup, bem como a participação do Royal Bank of Scotland em programa para conferir garantias a ativos bancários.
Notícia veiculada no Financial Times também impulsionou os ganhos na renda variável, ao afirmar que AIG pode estar prestes a fechar um acordo que mudará de forma radical sua estrutura societária. Por outro lado, o resultado trimestral da General Motors foi pior que o esperado.
Cenário doméstico
A inflação de fevereiro é destaque interno, com a divulgação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) e do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal). Com desaceleração no preço dos alimentos, os índices trouxeram taxas de 0,26% e 0,39% na última sondagem do mês.
Mercado paralelo
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,4900 na venda, representando um ágio de 5,91% em relação ao dólar comercial.
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