terça-feira, 21 de dezembro de 2010
De carona na inflação
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Fundos multimercado captam R$ 19 bilhões em um dia
segunda-feira, 15 de março de 2010
Mercado volta a elevar inflação prevista para 2010
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Pequenos investidores somam 61,74% das aplicações em títulos públicos no mês de setembro
Os pequenos investidores continuam liderando as aplicações em títulos públicos. No mês de setembro, as vendas de até R$ 5 mil detiveram 61,74% do volume financeiro no mês enquanto o valor médio por operação foi de R$13.753.
Segundo o balanço de setembro da BM&FBOVESPA e do Tesouro Nacional, no mês o volume financeiro negociado com títulos públicos via Tesouro Direto foi de R$94,16 milhões, resultado 1,82% superior ao mês anterior, de R$ 92,48 milhões.
Os títulos prefixados (LTN e NTN-F), que possuem rentabilidade definida no momento da compra, obtiveram a maior participação no volume negociado, com 51,10%. Os títulos indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal) ficaram em segundo lugar entre os mais vendidos, com participação de 41,42%. Os títulos indexados à taxa Selic (LFT) representaram 7,48% das vendas no mês.
Em setembro, as vendas de títulos com prazo entre um e cinco anos corresponderam a 52,00% do total e 2.251 novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto, totalizando 20.980 novos investidores em 2009. Isso eleva para 166.919 a quantidade de investidores participantes do sistema.
O estoque total do Tesouro Direto, que representa os títulos públicos em poder dos investidores dessa modalidade, chegou a R$3 bilhões, alta de 2,58% ante o mês anterior e 60,09% acima do estoque de setembro de 2008. Do total, os títulos remunerados por índices de preços aparecem com 45,76% de participação, seguidos dos títulos prefixados, com 38,11%, e pelos títulos indexados à taxa Selic, com 16,13%.
Fonte: Bovespa
segunda-feira, 9 de março de 2009
Resultado do PIB pode trazer corte de juros superior a 1 p.p., dizem economistas
A divulgação do IBGE deve determinar o tamanho da queda da Selic, que já é unanimidade no mercado
por Lilian SobralAntes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) divulgar o PIB brasileiro no quarto trimestre, o boletim Focus mais recente, divulgado nesta segunda-feira (09/03) pelo Banco Central, mostra expectativas de um corte de 1 ponto percentual na taxa Selic, que passaria de 12,75% para 11,75% ao ano. Economistas acreditam que este corte pode se mostrar maior, dependendo dos dados da economia brasileira.
Para Luiz Otávio de Souza Leal, economista-chefe do banco ABC Brasil, se a queda do PIB for de 3% em relação ao terceiro trimestre, o corte na Selic será mais profundo. “Neste caso, uma redução de 1,5 ponto percentual é piso”, diz. Segundo ele, o dado do IBGE pode mostrar uma fragilidade do Brasil maior do que a esperada. “Isto significa que a reconstrução da economia do país vai sair mais cara”, diz.
Roberto Luis Troster, sócio da Integral Trust, espera um corte de 1,25 ponto percentual. Para ele, outro fator que deve influenciar o Copom (Comitê de Política Monetária) é o IPCA (Índice de preços ao consumidor amplo) de fevereiro, que será divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira. Pelo Focus, a inflação deve ser de 0,52%, e Troster projeta uma alta de 0,50%. “O governo corre o risco de ter PIB negativo e inflação abaixo da meta, por isto é necessário ser menos parcimonioso”, diz.
Segundo Troster, quando a economia voltar a aquecer e a inflação começar a ficar muito baixa, pode ser a hora de retornar ao ciclo de cortes. Enquanto isto, a expectativa é de que a Selic chegue ao final do ano abaixo dos 10%.
O Copom inicia sua segunda reunião do ano nesta terça-feira (10/03). A nova taxa básica de juros será conhecida na quarta-feira (11/03), após o encerramento do pregão na Bovespa. Já o PIB será divulgado pelo IBGE nesta terça-feira, às 9 horas.