É possível que, antes do fim da década, a China passe a ter déficit em conta corrente, com o país importando mais do que exportando; e gastando a renda de seus investimentos externos em importações e não em papéis estrangeiros
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O fim do superávit chinês
terça-feira, 21 de setembro de 2010
BC prevê rombo recorde de US$ 60 bilhões nas contas externas em 2011
A expectativa de deterioração das contas externas está relacionada com o crescimento da economia brasileira, que eleva a expectativa de importações e piora o resultado comercial. A previsão de superávit da balança, que subiu de US$ 13 bilhões para US$ 15 bilhões em 2010, recuou para US$ 10 bilhões em 2011, informou o BC.
Ao mesmo tempo em que prevê déficits progressivos nas contas externas, o BC informa que os investimentos estrangeiros diretos não devem ser suficientes para cobrir o rombo neste ano e, também, em 2011.
Dados do BC mostram que, de janeiro a agosto deste ano, as contas externas registraram um déficit de US$ 31,2 bilhões, ao mesmo tempo em que o ingresso de investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira totalizou US$ 17,13 bilhões.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Mercado volta a elevar inflação prevista para 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Produção industrial na zona do euro sobe mais de 1%
No último mês de 2009, a atividade fabril registrou acréscimo de 0,6% na região da moeda comum e teve elevação de 0,3% no bloco europeu.
Ainda no confronto mensal, a produção de energia subiu 2,6% na zona do euro e 2,2% na União Europeia. Bens de consumo duráveis aumentaram 2% e 1,7%, respectivamente.
Bens intermediários verificaram alta de 1,4% na área do euro e de 0,3% no bloco europeu em janeiro, contra dezembro de 2009. Bens de capital tiveram baixa de 0,3% na primeira região, mas verificaram ampliação de 0,4% na segunda. Mesmo comportamento foi observado em bens de consumo não duráveis (-0,3% na zona do euro e +0,5% na União Europeia).
Perante o início de 2009, a indústria na zona do euro cresceu 1,4% em janeiro deste calendário. No bloco europeu, a expansão foi de 1,5%.
Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/internacional/13/6154433/producao-industrial-na-zona-do-euro-sobe-mais-de-1%#ixzz0hxvDXJE1
quinta-feira, 11 de março de 2010
Fique esperto: Roubini faz nova previsão sobre economia
Fonte: ADVFN
sexta-feira, 5 de março de 2010
Rapidinhas do mercado
Em janeiro as encomendas às fábricas nos EUA subiram 1,7% em linha com as estimativas...
Os contratos de vendas de imóveis assustaram com a queda de 7,6% em janeiro nos EUA, enquanto se esperava alta de 1%...
Em contra partida os pedidos de seguro desemprego caíram para 469 mil pedidos na semana nos Estados Unidos...
A produção industrial brasileira subiu impressionantes 16% em janeiro deste ano, em comparação ao mesmo mês do ano passado...
Fonte: ADVFN
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Brasil está entre as dez maiores economias
BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira ganhou importância nos últimos anos com o maior ritmo de crescimento em décadas, conquistando posição no chamado grupo dos Brics de países emergentes, junto de Rússia, Índia e China.
Veja a seguir alguns dos fatos principais sobre a economia brasileira, a maior na América Latina.
* Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) foi de 2 trilhões de dólares, baseado na paridade de poder de compra, colocando o país entre as 10 maiores economias do mundo.
* Após crescer 5,1 por cento em 2008, a economia deve sofrer contração de 0,7 por cento este ano, de acordo com a última pesquisa do Banco Central realizada com instituições financeiras.
* Com uma população de 190 milhões de habitantes, o Brasil é a quarta maior democracia do mundo.
* Potência agrícola, o país é líder mundial em exportações de café, açúcar, suco de laranja, carne bovina e de frango. É ainda o segundo maior exportador de soja, atrás dos Estados Unidos.
* Pioneiro no uso de biocombustíveis, o Brasil é o maior exportador de etanol. Cerca de 90 por cento dos novos carros no país são equipados com motores flex, que rodam tanto com etanol quanto com gasolina.
* Descobertas recentes de grandes reservas submarinas de petróleo na costa sudeste devem dobrar a produção de petróleo do Brasil para 4 milhões de barris por dia até 2020, o que colocaria o país entre os dez maiores exportadores de petróleo do mundo.
* A dívida pública é equivalente a 38 por cento do PIB, ante 50 por cento em 2003. O Brasil quitou a dívida junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2005 e conquistou o tão aguardado grau de investimento em 2008.
* As exportações brasileiras totalizaram 198 bilhões de dólares em 2008, superando as importações de 178 bilhões de dólares.
* Os principais parceiros comerciais são União Europeia,China, Estados Unidos e Argentina.
* O Brasil é o único país entre os Brics que não possui armas nucleares, embora tenha habilidade para enriquecer urânio.
(Reportagem de Raymond Colitt e Natuza Nery; Edição de Carmen Munari)
Fonte: O Globo.com
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Bovespa sobe de novo e ganha mais de 5% em três dias
A cotação do dólar comercial caiu 1,26% nesta sexta-feira e fechou em R$ 2,191 na venda, acumulando uma leve queda de 0,09% na semana. No mês, a moeda americana está em baixa de 5,52%; no ano, de 6,09%.
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Segundo a edição de hoje do jornal "The New York Times", o Tesouro dos Estados Unidos quer que a Chryslerse declare em concordata. De acordo com a publicação, já foi feito um acordo com o maior sindicato da indústria automotiva para garantir as pensões e os planos de saúde dos empregados aposentados da empresa.
Os indicadores vindos da Europa não são animadores. O número de desempregados na Espanha superou os 4 milhões no primeiro trimestre deste ano e já alcança 17,36% da população ativa.
No Reino Unido, o PIB (Produto Interno Bruto) caiu 1,9% no primeiro trimestre, o maior recuo dos últimos 30 anos. E a produção de veículosno país despencou 51,3% em março.
Apesar das medidas que já foram tomadas no país para aliviar as pressões da crise financeira, o desemprego no Brasil subiu para 9% em março, o maior patamar desde setembro de 2007.
Prévia da inflação oficial, o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15) subiu 0,36% em abril, puxado pelo aumento nos custos ligados a empregados, gás, remédios e cigarros.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Resultado do PIB pode trazer corte de juros superior a 1 p.p., dizem economistas
A divulgação do IBGE deve determinar o tamanho da queda da Selic, que já é unanimidade no mercado
por Lilian SobralAntes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) divulgar o PIB brasileiro no quarto trimestre, o boletim Focus mais recente, divulgado nesta segunda-feira (09/03) pelo Banco Central, mostra expectativas de um corte de 1 ponto percentual na taxa Selic, que passaria de 12,75% para 11,75% ao ano. Economistas acreditam que este corte pode se mostrar maior, dependendo dos dados da economia brasileira.
Para Luiz Otávio de Souza Leal, economista-chefe do banco ABC Brasil, se a queda do PIB for de 3% em relação ao terceiro trimestre, o corte na Selic será mais profundo. “Neste caso, uma redução de 1,5 ponto percentual é piso”, diz. Segundo ele, o dado do IBGE pode mostrar uma fragilidade do Brasil maior do que a esperada. “Isto significa que a reconstrução da economia do país vai sair mais cara”, diz.
Roberto Luis Troster, sócio da Integral Trust, espera um corte de 1,25 ponto percentual. Para ele, outro fator que deve influenciar o Copom (Comitê de Política Monetária) é o IPCA (Índice de preços ao consumidor amplo) de fevereiro, que será divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira. Pelo Focus, a inflação deve ser de 0,52%, e Troster projeta uma alta de 0,50%. “O governo corre o risco de ter PIB negativo e inflação abaixo da meta, por isto é necessário ser menos parcimonioso”, diz.
Segundo Troster, quando a economia voltar a aquecer e a inflação começar a ficar muito baixa, pode ser a hora de retornar ao ciclo de cortes. Enquanto isto, a expectativa é de que a Selic chegue ao final do ano abaixo dos 10%.
O Copom inicia sua segunda reunião do ano nesta terça-feira (10/03). A nova taxa básica de juros será conhecida na quarta-feira (11/03), após o encerramento do pregão na Bovespa. Já o PIB será divulgado pelo IBGE nesta terça-feira, às 9 horas.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Revisão de crescimento chinês dá fôlego às bolsas
Por que os mercados emergentes, em especial a China, têm apresentado melhor performance do que as bolsas das economias desenvolvidas? Depois de os fãs e cinéfilos desvendarem os mistérios de um homem que nasce velho e morre bebê em "O Curioso Caso de Benjamin Button", protagonizado por Brad Pitt, no relatório "O curioso Caso dos Mercados Emergentes", os analistas Michael Hartnett e Michael Penn, do time de estratégia do Bank of America Merrill Lynch, enumeram os fatores que têm proporcionado o relativo descolamento desse grupo de países, embora não o vejam como movimento duradouro.
O posicionamento dos investidores globais em ativos emergentes em níveis historicamente baixos, o fato de os bancos dessas economias continuarem a ter bom desempenho, o afrouxamento das políticas monetárias, além da sensível melhora em relação às expectativas de crescimento da economia chinesa explicam o movimento. Só que a espiral de debacle financeira nos Estados Unidos representa uma ameaça pujante que pode levar os preços a revisitarem as baixas de 2008.
A despeito do colapso macroeconômico global e dos mercados, as ações dos emergentes têm superado em larga escala as bolsas das economias desenvolvidas: nos últimos três meses, a diferença atingiu 12 pontos percentuais. Uma primeira razão para isso é o fato de a exposição tanto em ações quanto moedas e títulos de dívida ter ficado muito abaixo dos níveis observados antes de o mundo chacoalhar com a quebra do Lehman Brothers, em setembro. Com menos ativos tóxicos em seus balanços e uma menor alavancagem, os papéis dos bancos de emergentes continuaram a ter performance melhor do que seus pares localizados em mercados desenvolvidos. O setor financeiro é de longe o que tem maior peso, com 21%, no MSCI Index.
Indicadores chineses que proporcionaram a revisão das expectativas de crescimento para o país e demais emergentes também forçaram os "ursos" ("vendidos", que apostam na baixa) a "tirarem o pé da garganta" da maioria dos países desse grupo, com exceção de Rússia e Leste Europeu. Além disso, no agregado dos emergentes, os ciclos de relaxamento monetário fizeram com que o juro médio caísse abaixo de 7% ao ano pela primeira vez na década. Taxas baixas e queda nos preços das commodities podem ser alavancas para demanda doméstica ao baratear insumos e estimular alguns setores relacionados a bens de consumo.
Só que na visão de Hartnett e Penn, não há dúvidas de que a debilidade financeira americana levará os emergentes a novas baixas. Esse movimento pode se estender até os investidores se depararem com um mercado de dívida pública dramaticamente líquido nos Estados Unidos, em antecipação a uma solução com consequências inflacionária para os setores imobiliário e financeiro. "Isso ainda não aconteceu", escrevem. Conforme explicam, os recentes suportes das taxas dos "treasuries" refletem um pequeno salto nas expectativas de inflação.
Na China, cujo índice acionário já subiu 24% neste ano, apesar do enfraquecimento da economia, o excesso de liquidez é a explicação mais confiável. O piso no mercado de Xangai foi observado em 9 de novembro, dias antes de o governo anunciar um ambicioso plano de estímulo fiscal da ordem de US$ 600 bilhões.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Mercados não definem tendência na expectativa sobre PIB dos EUA
InfoMoney
Além de mais uma rodada de divulgação de resultados corporativos, os investidores aguardam a publicação do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano no quarto trimestre. A expectativa é de recuo de 5,5% - o que seria o pior resultado trimestral em mais de 26 anos.
Por outro lado, a apresentação dos resultados operacionais da Amazon.com agrada o mercado. Os dados superaram as projeções dos analistas, ignorando o período nebuloso ao consumo nos EUA. Houve crescimento de 9% no lucro líquido, que atingiu US$ 225 milhões.
Em Tóquio, o índice Nikkei encerrou com forte desvalorização. A produção industrial do Japão encolheu 9,6% em dezembro, a maior contração da história, segundo dados divulgados. No mês anterior, a taxa registrada também foi negativa, sendo apurada queda de 8,5%.
Agenda
A semana termina com agenda repleta de indicadores relevantes para o cenário macroeconômico, com destaque para a publicação do PIB dos EUA no quarto trimestre de 2008 (11h30).
O deflator norte-americano e o custo de mão-de-obra do mesmo período também serão bastante observados no país, dividindo atenção com medição do nível da atividade industrial e confiança dos consumidores na economia.
Completando a cena, a temporada de resultados traz mais variáveis aos investidores, com ExxonMobil e Honda divulgando seus números operacionais referentes ao último trimestre do ano passado.
No Brasil
No Brasil, a FGV divulgou a Sondagem Industrial referente ao mês de janeiro, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional. O estudo mostra que a atividade fabril deve ter voltado a crescer no começo de 2009.
Vale destacar que a agência de classificação de risco Moody's afirmou estar confortável com a nota Ba1 atribuída ao débito soberano brasileiro, mas ressaltou que realizará estudo na metade deste ano para verificar os efeitos da crise.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Corte da Selic e mercados externos favorecem abertura doméstica
InfoMoney
Ganham destaque no exterior o desempenho acima das expectativas da Apple durante o quarto trimestre, assim como a previsão de relevante prejuízo da Sony. Também serão acompanhados os dados sobre o setor imobiliário e pedidos de seguro desemprego nos EUA.
Investidores também levam em conta a forte desaceleração do PIB (Produto Interno Bruto) chinês no último trimestre de 2008, bem como a manutenção do juro básico pelo BoJ (Banco do Japão). Internamente, ganha destaque a avaliação dos mercados em relação ao corte maior que o esperado do juro básico pelo Banco Central, divulgada na última quarta-feira.
"Como a redução [da Selic] foi maior do que a esperada, tende a ocorrer um avanço no curto prazo, quanto mais se os agentes vislumbrarem que na próxima decisão, no dia 11 de março de 2009, a baixa poderá ser maior", revela o analista Hamilton Moreira Alves, da BB Investimentos.
Noticiário corporativo
O setor de tecnologia continua trazendo boas surpresas a Wall Street. Após a IBM, foi a vez da Apple revelar resultados trimestrais no topo das projeções de analistas, com aumento de 1,5% de seu lucro líquido, para US$ 1,6 bilhão.
Com a notícia, os papéis da companhia disparam nas negociações de pré-market em Nova York, com alta de 9,3%. Nos últimos pregões, os papéis sofreram com temores em relação ao afastamento de seu CEO Steve Jobs por problemas de saúde.
Já a japonesa Sony revelou ao mercado nesta sessão que deverá registrar perdas operacionais de US$ 2,9 bilhões durante o ano de 2008, em função da rápida deterioração da economia global. A empresa realizará grande reestruturação, com o fechamento de fábricas e demissões.
Perspectivas
Os mercados futuros norte-americanos operam timidamente no campo positivo, esperando pela divulgação de indicadores sobre a construção de novas casas e permissões para construção, ao passo em que as principais bolsas europeias registram significativas altas, favorecendo a abertura interna.
No último pregão, o Ibovespa registrou elevação de 3,41%, para 38.543 pontos. Menos otimistas, os analistas do Danske Bank afirmaram que "temores em relação à oferta e inflação de longo prazo, em função da política fiscal amplamente expansionista dos EUA e os temores em relação a instituições financeiras tem sido o foco recente dos mercados de ações. Isto poderá facilmente ser novamente o foco nesta sessão"
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Na comparação com o segundo trimestre, a expansão foi de 1,8%. No intervalo de 12 meses entre outubro de 2007 e setembro deste ano, o PIB cresceu 6,3%.
O desempenho da economia brasileira surpreendeu muitos analistas. A expectativa era de uma alta em torno de 6% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado e pouco mais de 1% em relação ao período de julho a setembro deste ano.
Entre os setores da economia, o destaque foi a indústria, que registrou um crescimento de 7,1% sobre o terceiro trimestre do ano passado. A atividade agropecuária expandiu-se 6,4%, e os serviços, 5,9%.
A construção civil continuou sendo o destaque do setor industrial, com crescimento de 11,7%. A produção de minério de ferro aumentou 10,6%; a de petróleo e gás, 6,2%.
Na área agrícola, destacaram-se o trigo, o café e a cana-de-açúcar, produtos que têm safra relevante no terceiro trimestre. Entre os serviços, os carros-chefes foram as informações (expansão de 10%), o comércio (9,8%) e o ramo de intermediação financeira e seguros (8,8%), sempre na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.
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Os dados do IBGE mostram que os investimentos das empresas (a chamada "formação bruta de capital fixo") aumentaram 19,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2007.
O motivo, segundo o IBGE, foi o aumento da produção interna e da importação de máquinas e equipamentos.
O consumo das famílias aumentou 7,3%, no 20º crescimento consecutivo quando se compara um trimestre com o seu equivalente do ano anterior. Essa evolução é explicada pelo crescimento de 10,6% da massa salarial (total de salários pagos no país), na avaliação do IBGE.
As despesas da administração pública aumentaram 6,4% em relação ao terceiro trimestre de 2007.
No setor externo, as exportações de bens e serviços subiram 2%, bem menos que as importações (22,8%). Desde o primeiro trimestre de 2006, segundo o IBGE, a taxa de crescimento das importações supera a das exportações.
Mundo
O Brasil foi um dos poucos países que apresentou crescimento econômico no terceiro trimestre. Com o agravamento da crise financeira, a recessão, que é caracterizada pelos economistas por dois trimestres consecutivos de contração no PIB, começou a surgir.
Veja matéria completa no site do UOL: UOL Economia