sexta-feira, 29 de abril de 2011
Investidor-anjo francês chega ao Brasil
quarta-feira, 3 de março de 2010
Rapidinhas: Dinheiro saindo é ruim, IPC subiu, também é ruim ...o que você acha?
Mesmo com saída de estrangeiros o dólar teve o terceiro dia de queda, cotado a R$ 1,780…
A Ford está se consolidando: a montadora vendeu mais veículos que a General Motors pela primeira vez desde 1998, no mercado norte-americano em fevereiro…
O Índice de Preço ao Consumidor da Fipe veio acima do esperado com alta de 0,74% em fevereiro…
O Grupo Pão de Açúcar registrou no último trimestre de 2009 lucros líquidos de R$ 161 milhões, alta de aproximadamente 48% em relação ao mesmo período de 2008…
Fonte: Newsletter ADVFN
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Personagens: o devoto do buy and hold, John Bogle, um dos gigantes do século XX
Por: Equipe InfoMoney
15/01/10 - 11h50
InfoMoney
SÃO PAULO – John Bogle é um nome relativamente desconhecido nos mercados. Entre umas e outras, no entanto, já circulou entre as 100 pessoas mais influentes do mundo na listagem da revista norte-americana Time, além de ser um dos quatro “investment giants” do século XX para a Fortune. A propósito, os outros três são George Soros, Peter Lynch e Warren Buffett.
Grosso modo, a influência de Bogle no mundo dos investimentos é resumida pela indústria de fundos mútuos, que passou por vasta transformação desde que nosso personagem fundou o grupo Vanguard e o primeiro fundo de índice. Desde os tempos de faculdade – Bogle se formou com honra em economia pela Universidade de Princeton, em 1951 -, assumiu uma meta: encontrar uma maneira dos investidores capturarem os movimentos do mercado ao custo mais baixo possível.
Buy and hold
Esta característica coloca John Bogle entre os devotos mais famosos da estratégia de buy and hold. Por acompanhar os estudos de Eugene Fama e reconhecer a influência de economistas como Paul Samuelson em seu trabalho, acabou fundando o Vanguard 500 Index, primeiro fundo mútuo de índice, em 1975.
Bogle sempre defendeu a superioridade dos fundos de índice sobre os fundos mútuos tradicionais, por acreditar na dificuldade do investidor comum bater o mercado. Sua linha de pensamento remete à hipótese de mercados eficientes, que se concentra na ideia de que todas as informações relevantes serão incorporadas nos preços ao longo do tempo, o que torna os movimentos de curto prazo meramente aleatórios.
Grosso modo, a estratégia de “comprar e segurar” remete ao fato de que, segundo a hipótese, os mercados “erram” com certa frequência, mas costumam acertar na média – o que associaria sua rentabilidade ao longo prazo.
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Três a quatro vezes na vida
Por outro lado, a recente crise inspira argumentos contrários. Os momentos de maior instabilidade dos mercados costumam acarretar oscilações mais bruscas nos preços e, consequentemente, expor mais os ativos a decisões impactadas por efeitos de aversão ao risco, comportamento de manada, e por aí vai. É o espaço ideal para a presença de maiores desvios de precificação – no sentido inverso, caso também dos períodos de euforia, que podem acarretar a formação de bolhas.
Ainda assim, Bogle bate o pé por sua crença. “Há provavelmente três ou quatro vezes na vida inteira de um investidor que o mercado sai tanto de sincronia com a realidade que podemos classificar como oportunidade de batê-lo. Mas lembrem, ainda assim é preciso estar certo duas vezes: no momento certo para entrar, e também no momento certo de sair”, afirmou em entrevista à revista Kiplinger em agosto do ano passado.
Em sua opinião, mesmo nestes momentos de instabilidade mais evidente, as condições são completamente adversas para se aproveitar de um desvio de precificação, pois envolvem situações emocionais extremas; ou seja, a tendência é de estar otimista nas altas e com cautela exacerbada durante os momentos de baixa. “Nossas emoções tendem a nos guiar à direção errada”.
A alma do capitalismo
Ironicamente, o passar dos anos fez de Bogle um crítico assíduo da atual estrutura do mercado financeiro. Entre suas publicações, destaque para o livro “The Battle for the Soul of Capitalism”, de 2006. Em algumas de suas opiniões mais contundentes, chegou a citar que:
“em minha estimativa, o setor financeiro tira US$ 560 bilhões por ano da sociedade”
“bancos, seguradoras, gestores de recursos são provedores de anuidades. Todos eles subtraem valor da economia”.
Controversos ou não, os pensamentos e a estratégia de investimentos rendeu frutos significativos a Bogle, que vendeu mais de 500 mil exemplares de seus livros e cujos fundos Vanguard, entre os três maiores do mundo, administram patrimônio próximo de US$ 1 trilhão.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Financial Times: Economia brasileira é atrativa para quem está ávido por lucros
O índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a Bovespa, valorizou de 35 mil pontos no início de março para quase 52 mil pontos na manhã de quarta-feira.
O índice subiu mais de 75% desde sua queda em outubro passado, apesar de ainda estar longe de sua alta de mais de 73 mil pontos há um ano.
Enquanto isso, o real - que se desvalorizou frente ao dólar americano de R$ 1,62 para R$ 2,48 entre agosto e dezembro - era negociado a R$ 2,12 na manhã de quarta-feira.
Ele se recuperou tão rapidamente nesta semana que o Banco Central começou novamente a comprar os dólares americanos pela primeira vez desde setembro.
"Eu vou te dizer, é muito confuso", disse Alvise Marino, analista de mercados emergentes da IDEAglobal, uma firma de pesquisa de Nova York.
Por um lado, as notícias econômicas que vêm do Brasil - assim como de todos os mercados emergentes e do mundo em geral - não são tão boas.
A produção industrial caiu mais de 10% em março, em comparação ao ano passado, após três quedas mensais consecutivas de cerca de 17%.
As vendas de veículos - um indicador chave, que despencou em dezembro mas se recuperou neste ano, graças a uma isenção temporária de impostos - caiu de novo em abril em 13,6% em comparação a março.
Pequenas recuperações nas vendas no varejo e na confiança dos consumidores e das empresas não são suficientes para explicar o ânimo dos investidores.
Por outro lado, entretanto, as perspectivas do Brasil certamente são favoráveis se comparadas às de outros países.
Suas reservas de moeda estrangeira de US$ 200 bilhões fornecem um amortecimento sólido contra volatilidade e afastam qualquer ameaça de calote à dívida.
De fato, o Brasil é credor líquido para o mundo e está se preparando para emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
Apesar do espaço de manobra do governo no lado fiscal ser limitado pela queda da receita tributária e aumento de gastos com folha de pagamento, deixando pouco dinheiro para gastos destinados a estímulo econômico, o governo conta com bastante espaço na política monetária.
O Banco Central tem reduzido sua taxa de juros referencial neste ano, mas a 10,25% ela ainda é muito alta e o banco deverá prosseguir nos cortes enquanto a inflação permanecer sob controle.
Outra explicação é que com as taxas de juros reais nos países desenvolvidos próximas de zero, os investidores que estavam guardando seu dinheiro estão novamente à procura de rendimento.
Os investidores estrangeiros retiraram mais de R$ 26 bilhões da Bolsa de Valores de São Paulo entre junho e janeiro.
De lá para cá, mais de R$ 5,7 bilhões retornaram, incluindo R$ 3,8 bilhões apenas no mês passado.
"Os Estados Unidos estão buscando políticas monetárias muito agressivas, expansionistas, e isso cria um aumento muito forte na liquidez", disse Marino. "Investidores que estavam avessos a risco agora estão mais à vontade em retornar ao mercado. O fato é que o real brasileiro continua atraindo o apetite internacional por risco."
Tradução: George El Khouri Andolfato
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Saldo estrangeiro está positivo em mais de R$ 3 bilhões na Bovespa
Com isso, o saldo acumulado no ano até a última sexta-feira passava de R$ 4,4 bilhões. Essa entrada de dinheiro externo, que acontece desde meados de março, ajuda a explicar a valorização de mais de 20% do Ibovespa nas últimas seis semanas. O retorno do estrangeiro coincide com a melhora global na percepção quanto à crise econômica, depois que uma série de analistas e economistas apontou que a pior fase da desaceleração já pode ter ficado para trás.
Apesar de positivo, o saldo acumulado em 2009 é pequeno frente à saída de mais de R$ 25,4 bilhões observada entre junho de 2008 e janeiro deste ano. (Valor Online)
segunda-feira, 9 de março de 2009
Investidores acreditam que ouro e petróleo vão ter o melhor desempenho em 2009
O ouro e o petróleo são as matérias-primas que deverão registar o melhor desempenho este ano, segundo a sondagem efectuada junto de 230 investidores pelo Barclays Capital. Na sessão de hoje, enquanto o metal precioso desvalorizava, os preços do petróleo seguiam em alta em ambos os mercados de referência. “Em outros sectores, a procura continua muito má”, adiantou Kevin Norrish . “Diria que os metais industriais podem começar a atingir o fundo no segundo, terceiro trimestre do ano”, concluiu o especialista. O ouro para entrega imediata avançou por oito anos consecutivos e soma 5% este ano. Alguns investidores estão a procurar o metal amarelo como “refúgio”, numa altura em que as instituições financeiras em todo o mundo enfrentam dificuldades e os mercados accionistas acumulam vários meses de desvalorização. O metal seguia a recuar 1,41% para os 926,11 dólares por onça. Quanto ao “ouro negro”, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, valorizava 4,68% para os 47,65 dólares, enquanto o Brent do Mar do Norte, transaccionado em Londres, apreciava 1,43% para os 45,49 dólares. Desde o início do ano, enquanto o crude americano ganha 6,95%, o Brent desce 0,1%. Norrish sublinhou que os investidores consideram os actuais preços do petróleo “atractivos”. Fonte: Jornal de Negocios |
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
04/12/08 - 18h13
InfoMoney
O volume médio diário com negociações via internet mostrou redução de 12,9% ao somar R$ 1,35 bilhão, contra R$ 1,55 bilhão no mês anterior. Já o valor médio por negócio de R$ 9.036,81 representa um aumento de 8,5%. A quantidade total de negóciosfoi de 3,23 milhões e a média diária de 170.129, ambas caindo na comparação com outubro.
Participação no volume financeiro
Já a participação do Home Broker no volume financeiro dos mercados de ações da bolsa em novembro subiu para 18%, ante 14,06% no mês anterior, e de 29,10% na quantidade total negócios, ante 27,20%.
Por sua vez, o número de investidores com ofertas alocadas caiu para 168.467 em novembro, ante 206.311 em outubro. O número de corretoras que oferece o serviço foi de 60 no mês passado, uma a mais do que no mês anterior.
Home Broker
O Home Broker torna mais ágeis e simples as negociações no mercado acionário e permite o envio de ordens de compra e venda de ações e outros ativos pela internet, facilitando a atuação do pequeno investidor no mercado.