segunda-feira, 12 de abril de 2010
Petróleo sobe, ancorado na alta das importações chinesas e queda do dólar
SÃO PAULO – O petróleo inicia a tarde desta segunda-feira (12) com valorização, enquanto investidores avaliam a alta das importações da commodity na China e também o anúncio de ajuda da União Européia à Grecia, que atualmente passa por sérios problemas fiscais. Há pouco, o barril de óleo bruto operava cotado a US$ 85,37 em Londres, com alta de 0,64% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho positivo dessa sessão, o petróleo acumula forte alta de 5,17% neste mês de abril. O contrato com vencimento em maio de 2010, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 85,23 por barril, configurando uma alta de 0,37% frente ao fechamento anterior.
A despeito do impacto negativo do primeiro déficit comercial chinês em seis anos, no mercado de petróleo a alta das importações do gigante asiático tem reflexo positivo e colabora com o comportamento das cotações no intraday. De acordo com dados preliminares divulgados pela Administração Geral das Alfândegas, a China, segundo maior consumidor de petróleo do globo, importou 21,1 milhões de toneladas de óleo bruto no mês passado.
Da Ásia para a Europa, onde um aparente desfecho favorável da questão fiscal grega chama atenção do mercado. Os ministros das finanças dos 16 países que compõem a Zona do Euro acertaram um pacote de resgate ao país no valor de € 30 bilhões, com aportefinanceiro do BCE (Banco Central Europeu). Cabe lembrar que os ministros ressaltaram que o resgate não será provido agora, e sim em caso de insolvência grega.
Outro fator que colabora para a valorização do petróleo tanto em Londres quanto em Nova York no começo desta tarde é a depreciação do dólar norte-americano frente às principais divisas do globo. Um dólar menos valorizado é sinônimo de petróleo mais barato, visto que a commodity é negociada nesta moeda. Assim, é de se esperar que haja uma alta nos preços para equivaler a queda da moeda em que o petróleo é cotado.
Fonte: Infomoney
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Petróleo avança em Londres e Nova York com queda do dólar frente ao euro
23/04/09 - 17h57
InfoMoney
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 50,11, alta de 0,60% em relação ao último fechamento. O contrato que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York fechou a US$ 49,62 por barril, configurando alta de 1,58% frente ao fechamento anterior.
Reação ao câmbio
A moeda norte-americana caiu frente o euro durante o dia, com indicadores piores que o esperado da economia dos Estados Unidos. O ritmo de vendas de casas no país recuou 3,0% em março, queda maior do que os analistas previam.
Uma desvalorização do dólar frente às principais divisas de referência geralmente exerce pressão de alta no valor do óleo bruto, de maneira a equilibrar a variação cambial, haja vista que as matérias-primas são cotadas em dólar.
Além disso, os movimentos de desvalorização cambial tendem a ampliar a procura dos investidores por outras alternativas de investimento, como commodities energéticas ou metais preciosos.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Petróleo fecha em baixa em NY e Londres, afetado por temores sobre a demanda
NOVA YORK, EUA (AFP) — Os preços do petróleo encerrou a terça-feira em leve queda em Nova York e Londres, empurrados por um indicador pior que o esperado sobre o consumo nos Estados Unidos, que esfriou as esperanças de uma recuperação rápida da economia e da demanda de cru.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de West Texas Intermediate (designação do "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em maio terminou cotado a 49,41 dólares, um recuo de 64 centavos em relação a segunda-feira.
Na InterContinental Exchange de Londres, o barril de Brent do mar do Norte com o mesmo vencimento perdeu 18 centavos, a 51,96 dólares.
Depois de oscilar durante grande parte da sessão em torno do equilíbrio, os preços do WTI acabaram fechando no vermelho.
"Os investidores se dão conta de que a economia mundial continua muito enfraquecida e que ainda será necessário algum tempo para melhorar a relação entre oferta e demanda", considerou Bart Melek, da BMO Capital Markets.
As esperanças de recuperação econômica, que nas últimas semanas mantiveram o barril em torno dos 50 dólares, foram deixadas de lado pela inesperada queda das vendas do varejo nos Estados Unidos em março, após dois meses em alta.
Por outro lado, o mercado "continua reagindo à perspectiva muito sombria da demanda dada pela Agência Internacional de Energia (AIE)", acrescentou Melek.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Bolsas em alta e menor oferta da OPEP sustentam petróleo
Os preços do petróleo estão a subir pela segunda sessão consecutiva, impulsionados pela valorização das bolsas europeias e asiáticas – que estão a ganhar terreno com a convicção de que os governos destas economias intensificarão os esforços para estimular o crescimento económico. Segundo uma sondagem da Bloomberg, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá ter reduzido a sua produção em 2,7% no mês passado, com os produtores de crude a tentarem travar a queda das cotações. O cartel tem agendada nova reunião para 15 de Março. O contrato de Abril do West Texas Intermediate (WTI), crude de referência para os Estados Unidos, seguia a ganhar 2,5% no mercado nova-iorquino, para 42,69 dólares por barril, depois de já ter estado hoje nos 42,78 dólares. Em Londres, o contrato de Abril do Brent do Mar do Norte, “benchmark” para a Europa, seguia também em terreno positivo, com um ganho de 1,05% para 44,16 dólares. O Departamento norte-americano da Energia (DoE) deverá divulgar às 15h30 de Lisboa os dados relativos aos volumes das reservas de crude, produtos destilados e gasolina na semana passada nos EUA. Os “stocks” de crude deverão ter aumentado na semana passada, dado que as importações aumentaram, de acordo com as projecções dos analistas inquiridos pela Bloomberg. Fonte: Jornal de Negocios |
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
De olho no petróleo, esta na hora de subir
04/02 - 18:12
PETRÓLEO: Barril fecha sem tendência, com anúncio de estoques
SÃO PAULO, 4 de fevereiro de 2009 - Os preços do petróleo encerraram o dia sem tendência definida, após os dados divulgados pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos apontarem que os estoques da commodity subiram duas vezes mais que o esperado pelo mercado.
O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em março, encerrou com queda de 1,2%, cotado a US$ 40,31 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês).
Já o barril do tipo Brent, com vencimento em março, encerrou com valorização de 0,3%, negociado a US$ 44,20 no ICE Exchange de Londres.
Os estoques de petróleo nos Estados Unidos subiram em 7,2 milhões barris, na comparação com o mesmo período da semana anterior, para 346,1 milhões, informou hoje o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE). O mercado apostava em uma alta de 3 milhões de barris. Sendo assim, o resultado marca o 17º aumento em 18 semanas.
Seguindo a mesma direção, os estoques de gasolina registraram alta de 300 mil barris no mesmo período de comparação, para 220,2 milhões de barris. Em sentido contrário, os estoques de derivados registraram queda de 1,4 milhão de barris, para 142,6 milhões.
As refinarias norte-americanas operaram com 83,5% de sua capacidade operacional total, acima dos 82,5% registrados na semana anterior. (Redação - InvestNews)
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Barril do petróleo cai abaixo de US$ 50 com temor de recessão
20/11/08 - 12h30
InfoMoney
Com a desaceleração das principais economias do globo, em especial a norte-americana, os investidores já precificam uma menor procura por petróleo nos próximos meses, refletindo na queda dos preços.
Confira as cotações
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 46,59 nesta quinta-feira (20), forte baixa de 3,96% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho negativo dessa sessão, o petróleo acumula forte baixa de 24,77% neste mês de novembro. Por sua vez, a variação no ano fica negativa em 50,38%, já que a commodityencerrou o ano passado cotada a US$ 93,89 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em dezembro de 2008, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 51,85 por barril, configurando uma baixa de 2,57% frente ao fechamento anterior.