segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Tesouro Direto foi melhor aplicação dos últimos 10 anos
terça-feira, 6 de abril de 2010
Análise – Dólar
Fonte: ADVFN
Insight Cambial – Após Rompimento, queda poderá se acentuar
Isso porque, os dados da Europa agendados para essa semana ainda poderão acentuar mais essa desvalorização, principalmente frente ao Euro, caso as previsões das principais forças da zona do euro se confirmem, como Pedidos de Fábricas e Vendas a Varejo na Alemanha e Suíça respectivamente. Fora os indicadores, os discursos de autoridades como Ben Bernank (presidente do FED) e Jean Claude Trichet (presidente do Banco Central Europeu) agendados para essa semana, deverão apimentar ainda mais toda volatilidade.
Assim, todo esse otimismo certamente terá impacto positivo na Bolsa, aumentando assim o fluxo cambial e a entrada de dólares no país, fazendo a moeda verde cair ainda mais nos próximos dias frente suas rivais e principalmente o real.
Fonte: ADVFN
quinta-feira, 25 de março de 2010
BC avança na liberalização do câmbio
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Mercado freia euforia e ouro volta a ser o melhor investimento em outubro
Dentro das alternativas de renda fixa, a aplicação em CDBs pré-fixados de 30 dias garantiu retorno nominal médio de 0,69% em outubro, mesma marca do benchmark CDI. Já a tradicional caderneta de poupança, que pode ter seus rendimentos tributados em determinadas carteiras superiores a R$ 50 mil a partir de 2010, apresentou retorno de 0,5% em termos nominais, ou de 0,45% quando considerada a variação de 0,05% do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) no período.
Por fim, o investimento em dólar - aqui acompanhado pela variação da Ptax - não se mostrou vantajoso em outubro: o retorno nominal desta aplicação foi negativo em 1,92%.
Pare e pense
A primeira semana de outubro dava pinta de que teríamos mais um mês de forte alta das bolsas: o Ibovespa e os principais índices de Wall Street davam continuidade ao rali dos últimos meses e renovavam as máximas do ano. Mas as semanas se passaram e o mercado finalmente imprimiu uma pausa no forte ritmo de recuperação dos preços dos ativos de risco.
Um olhar mais geral para a agenda de indicadores econômicos e para os números trazidos pela temporada de resultados corporativos traz disparidade, o que não foi novidade.
Nos EUA, o dado cru do PIB norte-americano do terceiro trimestre agradou, já que veio acima das projeções. Mas não deixou de carregar desconfiança. Quando tirados os estímulos monetários e fiscais implementados durante a crise, a maior economia do mundo terá força para manter um ritmo de recuperação convincente?
O próprio "quando" voltou a preocupar, já que a Noruega se tornou o terceiro país (além de Israel e Austrália) a subir seu juro básico.
No setor financeiro, os grandes bancos trouxeram resultados relativamente positivos. Não foi daí que veio a preocupação... a quantidade de bancos (leia-se bancos regionais, de pequeno porte) que fecharam as portas nos EUA em 2009 já passa de 100 instituições. Para tentar botar ordem, o Federal Reserve e o Tesouro concretizaram a promessa de regulação, apresentando propostas que envolvem condução de falências, maneiras de o Estado socorrer instituições com problemas, proteção do contribuinte, limitação dos poderes emergenciais do Fed e da FDIC (agência que garante os depósitos nos EUA) e maior poder de supervisão e regulação do governo em relação aos bancos "too big to fail".
No último pregão do mês, veio o CIT apimentar o noticiário em torno do setor financeiro com sua iminente falência. A onda de rumores de que a reestruturação de sua dívida, que contou com linha de crédito em US$ 1 bilhão do megainvestidor Carl Icahn, levou o VIX (Volatility Index) à maior variação diária em um ano - boa amostra de como o sentimento geral dos mercados evoluiu desde a eufórica primeira semana.
A bolsa brasileira teve ainda que lidar com a volta da taxação do capital estrangeiro destinado a renda fixa e variável pelo IOF. Alguns elogiaram a medida na teoria, por afastar a formação de uma bolha nos ativos domésticos, mas na prática a reação foi outra.
CCR e Rossi nos extremos do Ibovespa
Para exemplificar a pressão negativa sofrida pelas ações de empresas que realizaram follow-ons em outubro, a Rossi (RSID3) fechou o mês com o pior desempenho dentre os papéis que compõem a carteira teórica do Ibovespa. Mas mesmo com a queda de 17,26% de outubro, a ação ordinária da Rossi ainda é a segunda mais valorizada de 2009 do índice, perdendo somente pra MMX (MMXM3,+317%).
Mas para mostrar que esta tendência não foi generalizada, a CCR (CCRO3), que também ofertou ações na bolsa no mês, teve a melhor performance do Ibovespa, subindo 14,81% em outubro.
Variações das principais métricas de investimento em outubro:
| Investimento | Outubro | Real* | Setembro | Real** |
| Ibovespa | +0,05% | 0,00% | +8,90% | +8,44% |
| CDI*** | +0,69% | +0,64% | +0,69% | +0,27% |
| CDB **** | +0,69% | +0,64% | +0,69% | +0,27% |
| Poupança | +0,50% | +0,45% | +0,50% | +0,08% |
| Ouro | +2,61% | +2,56% | +0,97% | +0,54% |
| Dólar Ptax | -1,92% | -1,97% | -5,74% | -6,14% |
| IGP-M | +0,05% | +0,42% |
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Exportador volta aos derivativos
A queda persistente no dólar tem feito as maiores empresas exportadoras voltarem a vender a moeda americana no mercado futuro. O movimento é concentrado nas maiores companhias, as que têm mais crédito no mercado junto aos bancos e com gestão de risco e tesourarias mais sofisticadas. Mas os bancos mais atuantes já começam a perceber alongamento de prazos nas transações para além de alguns meses e volumes significativos sendo movimentados.
As vendas futuras mais oportunistas se concentram nos dias quando o dólar é puxado para cima por um evento como, por exemplo, o anúncio da criação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2% sobre o investimento externo em renda fixa e ações. Nessas datas, grandes empresas chegam a vender dólar até para vencimento no final de 2010. Na maior parte, no entanto, as vendas acontecem nos prazos de dois a três meses.
"Foi no segundo semestre que as empresas passaram a ter maior convicção de que a crise tinha passado mesmo e voltaram a vender dólar", diz Marcelo Maziero, diretor do
Segundo ele, há exportadores que têm usado sua própria captação externa como "hedge" para seus ativos - se por um lado o exportador perde receitas futuras com a queda do dólar, tem também de pagar menos dívida. Maziero conta ainda que há empresas esperando para ver e pedindo para vender a R$ 2, o que é impossível hoje, dadas as projeções do mercado futuro. "Considerando-se as perspectivas para o real, o mercado era para estar bem mais ativo", considera.
"Os derivativos de câmbio mais usados são os 'plain vanilla', aqueles mais conhecidos, básicos e menos estruturados que podem ser cotados em diversas instituições financeiras", diz Hiroshi Ogawa, responsável pela mesa de derivativos para clientes do
Os "target forward" ou empréstimos com duplo indexador, tão usados em 2007 e 2008 e que levaram as empresas como Aracruz a grandes alavancagens e perdas significativas, não atraem interesse hoje. Ele conta que tem tentado vender produtos mais estruturados que reduzem o risco do cliente e não que aumentam sua alavancagem, mas sem sucesso.
O Valor teve acesso ao contrato de um produto nesse sentido, oferecido por um banco estrangeiro para as empresas recentemente, que imita um NDF, mas limita as perdas da companhia. Ele é chamado de "strip", e, segundo especialista, é montado com opções de venda e compra de dólar. Por meio dessa estrutura, considerando-se o dólar a R$ 1,75, por exemplo, o cliente vende o dólar a R$ 1,865 por três meses, sendo que o NDF para esse período estaria em R$ 1,775. Em quaisquer dos meses, sua perda é limitada a R$ 0,60 por dólar. Após três meses, o banco tem o direito de estender a transação por mais 9 meses com R$ 1,865 de cotação de venda e igual valor.
Maziero diz que há diversas empresas não-exportadoras que têm procura ainda fazer "hedge" (proteção) de suas dívidas externas em dólar, comprando a moeda no mercado futuro. "O mercado está mais equilibrado, mas pendendo mais para o vendedor", diz Ogawa.
Fonte: Valor Online
quarta-feira, 18 de março de 2009
Dólar vira e fecha em queda de 1,5% após decisão do Fed
SÃO PAULO (Reuters) - Na direção contrária do movimento registrado durante a maior parte da sessão, o dólar fechou em queda frente ao real nesta quarta-feira, acompanhando o bom humor dos mercados externos com a decisão do Federal Reserve de comprar títulos do governo norte-americano.
A moeda norte-americana encerrou em baixa de 1,53 por cento, a 2,251 reais para venda, após avançar quase 1 por cento durante a manhã. É a menor cotação de fechamento desde 9 de fevereiro.
"Para o câmbio não houve notícias boas, mas (o dólar) caiu porque tem visto o movimento dos mercados externos", disse Mario Paiva, analista de câmbio da Corretora Liquidez.
As notícias a que o analista se referiu dizem respeito ao fluxo cambial para o Brasil, que está negativo em 2,186 bilhões de dólares nos 10 primeiros dias úteis de março. Segundo Paiva, "isso reflete a falta de crédito e a saída de recursos do país".
No âmbito externo, as atenções estiveram voltadas para a decisão do Federal Reserve sobre os rumos da política monetária norte-americana.
Surpreendendo os mercados, a instituição informou que comprará até 300 bilhões de dólares em títulos do governo norte-americano de longo prazo nos próximos seis meses e que expandirá seu programa de compra de ativos atrelados a hipotecas.
A taxa básica de juro foi mantida na faixa entre zero e 0,25 por cento.
As bolsas de valores dos Estados Unidos ganharam fôlego com o anúncio do Fed para tentar restaurar a confiança do mercado financeiro e reanimar a economia.
Já próximo do final do pregão, os principais índices em Nova York subiam cerca de 1 por cento, mesmo movimento seguido pelo Ibovespa.
De acordo com os dados mais atualizados da BM&F, o volume de dólares negociado no mercado à vista somava cerca de 2,4 bilhões de dólares, próximo da média diária de março, em torno de 2,7 bilhões de dólares.
(Reportagem de José de Castro)
Fonte: UOL Economia
