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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Índice de ADRs brasileiros na Nyse fecha em alta, liderado por papéis da TIM

Por: Equipe InfoMoney
20/09/10 - 18h26
InfoMoney


SÃO PAULO – O cenário corporativo dominou as atenções dosmercados nos pregões desta segunda-feira (20). Em Wall Street, sem indicadores de peso na agenda, o desempenho das empresassustentou os fortes ganhos dos índices acionários. Por aqui, a Vale e a Petrobras estiveram entre os drivers da alta de 1,64% do Ibovespa.
O índice Dow Jones Brazil Titans, que lista os 20 principais ADRs deempresas brasileiras negociados na bolsa de Nova York, fechou com alta de +0,56%, atingindo 33.653 pontos. O índice acumula +6,00% no mês.
Nos Estados Unidos, o National Bureau of Economic Research (Escritório Nacional de Pesquisas Econômicas) revelou que a pior crise na economia do país desde a Grande Depressão terminou em junho de 2009, após durar 18 meses. No entanto, o presidente Barack Obama admitiu que o país ainda enfrenta tempos difíceis.
Por aqui, o governo elevou suas projeções para o avanço do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2010 para 7,2%. Também foram alteradas as projeções para a inflação medida pelo IPCA, de 5,2% para 5,1% ao ano, para a Selic média, de 9,60 para 9,81% ao ano, e para a taxa de câmbio média, que foi de R$ 1,80 para R$ 1,78. Considerando as novas estimativas, o governo elevou também o limite de gastos da União, em R$ 1,7 bilhão.
DestaquesO destaque positivo ficou com os papéis da TIM, que encerraram cotados a US$ 32,02, valorização de +2,66%. Na ponta oposta, os ADRs da Ultrapar apresentaram o pior desempenho, com queda de -1,43%, para US$ 57,91.
Em meio aos desdobramentos do processo de capitalização, os olhos dos investidores se voltaram mais uma vez à Petrobras. Esta semana marca o encerramento dos pedidos de reserva da oferta de varejo para pessoas não vinculadas para a oferta da estatal, que ocorre na próxima quarta-feira, e a precificação das ações, que acontece um dia depois.
ADRValor(U$)Var. Dia(%)Var. Mês(%)Negócios
AmBev ADR121,40+1,10%+9,68%421.308
Banco Bradesco ADR19,08+0,85%+8,22%4,867 milhões
Brasil Foods ADR14,45+0,07%+7,12%532.627
Banco Santander ADR12,95+0,70%+2,94%8,469 milhões
Pao de Acucar ADR69,13+1,23%-1,83%156.022
Cemig ADR16,16-0,98%-2,00%1,095 milhões
Eletrobrás ADR12,71+0,87%+2,83%762.203
Embraer ADR28,50+2,22%+14,97%815.986
Fibria ADR17,37-1,03%+0,75%1,406 milhões
Gafisa ADR15,38+0,13%+11,69%1,702 milhões
Gerdau ADR14,33+0,56%+6,78%3,585 milhões
Itaú Unibanco Holding ADR22,73+0,35%+5,38%8,727 milhões
Net ADR12,97-0,23%+1,89%964.511
Petrobras ADR35,94+1,30%+7,77%16,244 milhões
Sabesp ADR41,83+1,50%+10,08%163.504
Sid Nacional ADR16,52+0,73%+6,93%2,804 milhões
Tele Cel Sul ADR32,02+2,66%+12,00%171.306
Ultrapar ADR57,91-1,43%+4,21%76.116
Vale ADR28,07+0,79%+4,93%17,788 milhões
Vivo Participacoes S.A.26,67+0,23%+11,13%775.525

 Fonte: Infomoney

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Governo taxa operações com ADR com alíquota de 1,5%

(Reuters) - O governo decidiu taxar com alíquota de 1,5 por cento as operações com recibos de ações brasileiras no exterior, com o objetivo de restringir a migração de investidores do mercado local depois da cobrança de IOF anunciada no mês passado.

Segundo anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quarta-feira, a cobrança busca "equalizar" os mercados.

No mês passado, o governo anunciou a cobrança de 2 por cento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros voltados a renda fixa e ações no Brasil, como forma de tentar conter a valorização do real.

Com a medida, muitos investidores em bolsa passaram a negociar apenas ADRs, para evitar a taxação. Mas outros compravam ADRs com o objetivo de cancelar os recibos, tendo em troca ações no mercado doméstico e, assim, escapando da incidência de IOF.

Representantes da BM&FBovespa queixaram-se ao governo que a taxação aplicada no mês passado impunha um risco ao mercado acionário brasileiro, num momento de forte recuperação após a crise global.

"Quando estabelecemos o IOF, houve a preocupação da bolsa brasileira no sentido de nós estarmos transferindo para Nova York uma parte das operações", disse o ministro.

"Estamos equalizando a situação... Dessa maneira, nós estaremos evitando que haja uma migração de operações do Brasil para o exterior", prosseguiu Mantega.

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que "não há mais medidas em consideração neste momento".

Analistas não esperam efeito significativo da medida sobre as cotações, uma vez que se trata apenas de uma maneira de "fechar" um buraco na incidência do IOF. Mas não se descarta algum "pé atrás" de investidores que já temiam novos passos do governo.

"O que o investidor fazia era: comprava ADR, pedia para o custodiante converter (em ações) e, como nesse processo não havia movimentação de câmbio, não tinha o fato gerador do IOF", afirmou Darwin Dib, economista do Itaú Unibanco.

"A somatória dos custos dessa operação era de mais ou menos 0,5 por cento", explicou o profissional, acrescentando que agora o custo vai ser equiparado ao do IOF de 2 por cento sobre os investimentos externos em ações anunciado em outubro.

Para Tony Volpon, estrategista do Nomura Securitires, "a medida mostra o governo disposto a tomar medidas adicionais para impedir o que considera ser fluxo 'especulativo'".

Mas, "apesar de não se saber quanto dinheiro foi desviado por meio do mecanismo de conversão de ADR desde que o IOF foi anunciado, o fechamendo dessa 'lacuna' deve ter impacto direto marginal sobre a moeda".

BALANÇO DO IOF

Segundo Mantega, quase um mês após a adoção de IOF de 2 por cento sobre investimentos externos em ações e renda fixa a avaliação é de que a medida "foi positiva e atingiu os objetivos".

"E quais eram esses objetivos? Eram atenuar uma tendência de excesso de valorização do real que estava ocorrendo no período anterior", disse.

"O objetivo não é exatamente mantê-lo (o câmbio) no mesmo patamar. Aliás, o governo não trabalha com nenhuma meta de câmbio. Mas o que nós verificamos é que a volatilidade do câmbio se atenuou. Portanto, podemos afirmar que conseguimos dar mais estabilidade ao câmbio."

O dólar fechou a quarta-feira estável, a 1,717 real, mas acumula baixa de mais de 26 por cento sobre a moeda brasileira no ano.

(Reportagem de Ana Nicolaci da Costa; Colaboraram Daniela Machado, Paula Laier, Aluísio Alves e José de Castro; Texto de Daniela Machado).

Fonte: Portal Exame

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Papéis da Vale estendem perdas com resultado pior que as projeções

Por: Gabriel Ignatti Casonato
29/07/09 - 21h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Como já era esperado, o resultado da Vale no segundo trimestre mostrou forte queda nos principais indicadores operacionais. No entanto, tendo em vista a reação dos ativos no after hours da bolsa da Nova York e no after market da BM&F Bovespa, os números parecem não ter agradado os mercados.

Após mais uma sessão de forte instabilidade para a renda variável internacional, os papéis da mineradora estenderam as perdas verificadas no pregão regular e fecharam com forte desvalorização. Depois de caírem 1,70% no horário regular, as ações preferenciais classe A da Vale (VALE5) recuaram mais 1,85% no after market brasileiro, encerrando as operações do pregão estendido a R$ 31,25.

Os papéis PNA da mineradora foram o grande destaque do after market, com o maior volume de negociações, registrando giro de R$ 29,1 milhões. Já os ativos ordinários (VALE3) da empresa, que encerraram com baixa de 2,14% na sessão regular, marcaram nova queda de 1,35% no after market da BM&F Bovespa.

ADRs respondem
A primeira impressão negativa do balanço também é confirmada pela trajetória dos ADRs (American Depositary Receipts) da Vale negociados na NYSE (New York Stock Exchange). Embora tenham subido 0,30% no after hours, os papéis VALE.P, que correspondem à ação PNA da mineradora, caíram 2,56% no pregão regular da bolsa de Nova York.

Ativo% Pregão regularPreço*% Afters
VALE5-1,70%R$ 31,85-1,85%
VALE3-2,14%R$ 36,15-1,35%
VALE.P (ADR-PNA)-2,56%US$ 16,73+0,30%
VALE (ADR-ON)-3,11%US$ 18,99-1,26%
Já os ADRs de código VALE, correspondentes às ações ordinárias da empresa, recuaram 1,26% no horário estendido, após sofrerem forte baixa de 3,11% na sessão regular.

Cenário de "transição"
Os dados da Vale evidenciaram o cenário considerado de "transição" pela empresa, tendo em vista os impactos da crise financeira e da valorização do real em suas contas. O lucro da mineradora no segundo trimestre caiu nada menos que 81,5% em relação ao mesmo período de 2008 e 53,5% frente ao trimestre anterior.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 21 de abril de 2009

Quer adotar estratégia de Buffett? Seja um growth investor, indica Motley Fool

Por: Giulia Santos Camillo
21/04/09 - 17h08
InfoMoney

SÃO PAULO - O histórico de sucesso de Warren Buffett é conhecido no mundo inteiro. Seus movimentos de aquisição e venda de ações, sempre que tornadas públicas, são amplamente divulgadas e acompanhadas por investidores interessados em ganhar ao menos uma fatia do retorno obtido por Buffett.

Porém, aos que se inspiram nas estratégias adotadas pelo megainvestidor, as declarações de Matt Koppenheffer no portal de finanças The Motley Fool são, no mínimo, controversas. Tomando como base um estudo publicado por Gerald Martin e John Puthenpurackal, Koppenheffer coloca em outra perspectiva as ações de Buffett no mercado acionário.

"Além de concluírem que os retornos superiores de Buffett desde 1976 eram mais do que apenas sorte - como se nós não soubéssemos disso ainda - Martin e Puthenpurackal concluíram que Buffett é um 'growth investor'", conta Koppenheffer.

A surpresa nesta descoberta é o fato de que o mercado e o próprio Warren Buffett não o classificam como um "growth investor". Ao contrário, a definição mais comum de sua estratégia é de "value investor".

Growth investor X Value Investor
Pode-se definir o growth investor como aquele que investe com foco no crescimento potencial da companhia. Tipicamente, o crescimento esperado dos ganhos dessa companhia (chamada de growth stock) supera a taxa média de avanço da indústria ou do mercado em geral. Para eles, múltiplos altos não são tão relevantes.

Por outro lado, há os value investors, que são investidores que compram ações focados em seus descontos em relação ao valor intrínseco da companhia - ou, resumindo, são investidores que procuram papéis com múltiplos baixos. Segundo essa estratégia, os movimentos das cotações se devem mais à reação do mercado ao fluxo de notícias do que aos fundamentos de longo prazo das empresas.

Com isso em mente, o resultado do estudo de Martin e Puthenpurackal indicou que as growth stocks contaram por mais de 40% dosinvestimentos da Berkshire Hathaway, empresa de Buffett, enquanto as escolhas baseadas no valor real contaram por menos de 20% das compras.

"O que esse estudo sugere é que se nós estamos procurando por ações 'Buffettescas', nossa melhor aposta é procurar por companhias de alta qualidade ao invés de remexer através do baú da pechincha", conclui Koppenheffer.

Vale: exemplo de growth stock
Em seu comentário, Koppenheffer cita cinco empresas que se encaixam no perfil de compras de Buffett, sendo uma delas a Vale. Conforme informações da Capital IQ (uma divisão da Standard & Poor's), o retorno dos últimos 12 meses dos ADRs (American Depositary Receipts) da mineradora chega perto dos 28%, enquanto o múltiplo dos preços em relação ao book value fica em 1,7 vezes.

"Apesar da Vale estar tomando medidas defensivas como o fechamento de unidades de custo mais alto e estar cortando custos administrativos, a diretoria ainda vê esta como uma época de investir em crescimento", afirma Koppenheffer.

Ele acrescenta que "enquanto outras cortam seus gastos, a Vale espera usar seu forte balanço - que tem cerca de US$ 13 bilhões em caixa - para fazer aquisições e desenvolver projetos que estarão prontos para a próxima retomada".

Vale lembrar que a comunidade de recomendações do Fool, chamada Caps, classifica a Vale com cinco estrelas (o máximo).

Fonte: Infomoney

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Acompanhando mau humor externo, ADRs brasileiros fecham em forte baixa

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
20/11/08 - 19h35
InfoMoney

SÃO PAULO - A quinta-feira (20) foi de volatilidade e pessimismo nos mercados internacionais, mantendo-se a tendência verificada nos últimos pregões. Por conta do feriado pelo Dia da Consciência Negra, não houve negociações na BM&F Bovespa.

Na Ásia e na Europa, as bolsas fecharam com queda expressiva, sob temores de uma recessão mais pronunciada nas economias desenvolvidas e conseqüente recuo do preço de commodities.

Em Wall Street, os principais índices de ações esboçaram alguma recuperação no meio da tarde diante de um acordo bipartidário entre congressistas norte-americanos para socorrer as montadoras. Ao final, porém, as bolsas dos EUA também cederam ao temor de queda da atividade econômica, tensões no setor financeiro e queda de papéis ligados a commodities - o barril de petróleo veio abaixo de US$ 50 em Nova York e pressionou títulos ligados à matéria-prima.

Acompanhando o mau humor externo, os principais ADRs brasileiros encerraram em baixa, o que pode ser um prenúncio de dificuldades na abertura de sexta-feira. Papéis atrelados ao setor financeiro e a commodities foram sensivelmente penalizados.

Indicadores ruins nos EUA
Pela manhã, as bolsas norte-americanas chegaram a cair quase 3% depois da publicação do indicador Initial Claims. O número de pedidos de auxílio-desemprego veio bem acima do esperado pelo mercado na última semana nos EUA, marcando um total de 542 mil novos pedidos.

Depois, os investidores avaliaram o Leading Indicators, que registrou variação negativa de 0,8% no mês de outubro, pior do que o previsto pelo mercado, que esperava recuo de 0,6%. O indicador é um relatório que compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra, permissões para construção entre outros.

Confira as cotações

EmpresaCódigoVariação (%)
AmBevABV-3,92%
AracruzARA-11,70%
BradescoBBD-11,73%
BrT ParticipaçõesBRP-6,06%
BraskemBAK-6,84%
CopelELP-8,41%
CSNSID-10,67%
EmbraerERJ-8,00%
GerdauGGB-13,40%
ItaúITU-10,22%
NetNETC-7,93%
Pão de AçúcarCBD-8,42%
PetrobrasPBR-16,35%
SabespSBS-12,87%
SadiaSDA-11,68%
TIM ParticipaçõesTSU-6,76%
TelemarTNE-8,02%
Telemig CelularTMB-6,54%
TelespTSP-7,21%
UnibancoUBB-9,81%
ValeRIO-12,18%
VCPVCP-7,93%
Vivo ParticipaçõesVIV-8,99%

Indicação 
A oscilação dos ADRs, que são títulos emitidos por um banco depositário norte-americano e que representam ações de empresas brasileiras, tende a indicar a direção da abertura do mercado brasileiro na sessão seguinte.

Fonte: Infomoney

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Total Return Swap: entenda a operação que derrubou o lucro trimestral da CSN

Por: Giulia Santos Camillo
17/11/08 - 14h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Mais uma vítima de perdas com operações de derivativos, a CSN reportou prejuízos de R$ 1,3 bilhão no terceiro trimestre com uma transação chamada TRS (Total Return Swap), que envolve um swap de taxas de juro contra a variação de seus ADRs (American Depositary Receipts).

Com as perdas, foi prejudicado o resultado financeiro da CSN, que ficou negativo em R$ 1,7 bilhão no terceiro trimestre. "Isso foi pior do que nossa estimativa de perdas de R$ 1 bilhão", afirmam os analistas do Citigroup. Para eles, os resultados operacionais da CSN foram ofuscados por essas perdas.

lucro líquido também apresentou um fraco resultado devido ao prejuízo com as operações de TRS da companhia, fechando o trimestre em R$ 40 milhões. Contudo, para os analistas da Socopa, esse desempenho "de certa forma já era aguardado por nós e pelo mercado de maneira geral".

Como funcionam os TRS
Diferentemente das operações realizadas pela Aracruz, e que colocaram em foco as transações com derivativos cambiais nos últimos meses, o TRS é um contrato financeiro bilateral, no qual uma parte efetua o pagamento de uma taxa de juro estabelecida - fixa ou variável -, enquanto a outra efetua pagamentos baseados no retorno total de um ativo subjacente, que pode ser ação, título ou crédito, incluindo qualquer renda gerada, além dos ganhos de capital.

Se o ativo se apreciar, a parte que recebe o retorno total se beneficia tanto das rendas geradas como da valorização do ativo, enquanto paga o juro estabelecido. Porém, caso o ativo sofra depreciação durante o período de vigência do contrato, a parte que recebe o retorno total deve pagar a quantia equivalente à queda.

No caso da CSN, os ativos subjacentes são seus próprios ADRs, que sofreram uma desvalorização de 52% no trimestre, caindo de US$ 44,24 para US$ 21,26, o que resultou nas fortes perdas. Apesar disso, a empresa afirma que a operação, celebrada em 2003 e renovada nos períodos seguintes, tem ganhos acumulados de aproximadamente R$ 1,8 bilhão, mesmo contando com o prejuízo do terceiro trimestre.

Fonte: Infomoney

Aposta na própria ação faz CSN perder R$ 1,3 bi

A aposta financeira da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em seus próprios papéis levou a empresa comandada por Benjamin Steinbruch, principal acionista e presidente executivo, a fechar o terceiro trimestre com um magérrimo lucro: R$ 39,6 milhões. Esse desempenho ficou fora dos padrões da empresa, que tem uma das melhores margens de rentabilidade do setor no mundo. Da perda financeira de R$ 1,7 bilhão no trimestre, R$ 1,3 bilhão decorreram de um contrato de swap, feito em 2003, pelo qual a CSN apostava na rentabilidade de seus ADRs.